BLOGGER TEMPLATES AND TWITTER BACKGROUNDS

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

[numa noite sem perspectivas.]

Histórias a La Nelson Rodrigues, Tarantino.
A gente imagina cachorros que devoram ossos humanos.
Uma garota, uma prostituta, uma velha, uma morta.
Um whiskey, um jazz, uma janela com neve.
E uma noite translúcida, que me fez surpreender, suspirar.


[quando a gente acha que já viu tudo, o jogo ainda nem começou.]

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Gostar de alguém, é saltar no escuro.
Aí, você escolhe.
Se quer pular ao desconhecido.
Ou se quer imaginar, do 'conforto' do parapeito, para todo o sempre.
RESPIRAR É CORRER O RISCO.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

[O triste fim do Campeonato Brasileiro 2009.]

Pois é minha gente. Quando o assunto é futebol, muitas coisas acabam me indignando ao extremo.
Ora, como se já não bastassem os comentários inúteis da #porcada/gambazada/ e afins,
tenho que me provar o tempo todo entendedora e telespectadora assídua do jogo dos 22.
Sim, meu pai liga todo o domingo, na hora do jogo #horasagradadofinaldesemana, usa uma meia dúzias de 'é', 'sim', 'é tricolor', pra depois, na maior da cara de pau do universo, praticamente implorar, pela parte de testosterona da casa, o meu irmão, Victor.
O fato é, ele nunca q aceitou, que dos três filhos, apenas UMA se tornou São paulina.
A Lica acabou se entregando ao 'espíritozonalost', e virou corinthiana, numa tentativa frustrada de irritar o velho.
O Victor acabou sendo tomado pela 'onda Pelé', e depois consagrou seu coração santista com Diego, Robinho, e uma campeonato paulista. Além de um fanatismo crônico, neurótico, do meu tio.
Enfim, eu era a única. Mas mesmo assim, era uma garota. ¬¬
Nunca admitiu a ideia de ir a estádios, ficar na organizada, discutir resultados, times, títulos, com os outros que não entendem da arte.
Ainda assim, a cada dia , com ironia, deixava muito passar.
Os domingos de 2009 foram emocionantes demais. Sim, eu passei quase todos em casa, assistindo todos os jogos, preenchendo tabelas, calculando resultados e perspectivas, enfim....#tranquilooooo....hahahahahaha!;]
Mas algumas coisas marcaram mesmo.
No começo o tricolor estar entre os #piores (Y), me matava.
Ver o Palmeiras 7, 8 rodadas na frente, parecia impossível chegar.
Emoção em São Paulo e Grêmio. # ¬¬ [apitoamigo]
Ver três times cariocas beirarem a Segundona tão temida.
A arbitragem imbecil e errônea. As malas de mil cores que rolaram.
Jogo do Corinthians e Flamengo, penúltima rodada, em CAMPINAS?
Felipe , ficar paralizado feito UMA MULA MANCA, no pênalti??
Enfim, acho que poderia citar milhões, mas ficam a indignação pelas mais recentes.
O São Paulo perdeu dois de seus últimos três, portanto, nada podia senão, depender de uma GOLEADA, além da derrota de Flamengo, Inter e Palmeiras. #
TÃO HUMILHADO O TIMECO DA PORCADA, QUE NEM LIBERTADORESSS!
#ComoeuRi!!!!
Mas terminamos com um saldo positivo até. Ano que vem a gente resolve esse ano de bostaaa![espero, porque meu coração não agueeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeenta.]
Vitória do imperador do lixo Adriano.
E não caiu nenhum dos cariocas...
Será que tem coisa ae???;]
.
O.O
Acho que não...
tesc,tsc...rs



Bjooutrotchau.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

[Pobre de você...]

O tom da tristeza em cinza chumbo,
Não combina com meu fragmento de cor.
Essas faces metálicas, distoam do resto de mim.
Canto canções repetidas, digo coisas distorcidas.
Até despertar com olhos pretos de dor.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

"Em cada um de nós há um segredo, uma paisagem interior com planícies invioláveis, vales de silêncio e paraísos secretos. "

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

[Aonde a mente nos levar...]

Bom dia.
Não, ela terminantemente não acorda com madeixas alinhadas, nem exalando bom humor.
São olhos inchados e remelentos, e uma ânsia de voltar a dormir, entre seus lençóis de elástico incrivelmente arrancados.
Sonhos rasos, medos vazios.
Ela junta seus rastros de preguiça, escova a língua até quase regurjitar.
Ela aumenta o som e a insanidade.
Separa algumas poesias que gosta de reler infinitamente, e caminha livre, como se estivesse dançando entre o concreto e aquilo que lhe afoga. Diverte-se quase que besta, com o vento que leva consigo os papéis que o advogado diabólico empilha em frente ao Fóro. Ou ao equilibrista de si mesmo, que prefere beber a vida em garrafas de cachaça barata.
Acende, traga. Compete com si mesmo. Quer jogar a bituca mais longe. Sorri.
Sopra semáforos para que abram.
Sussurra piadas infames. Pisa nas linhas horizontais.
Ela caminha tão leve, que nem parece nessa cidade maluca,
ESTAR.

=***

sábado, 21 de novembro de 2009

[O passado é uma roupa velha, que já não lhe serve mais...]

É um FARDO. Só nisso que consigo pensar que possa ser...¬¬
Surgindo do Egito Antigo, saltando dos sarcófagos, oriundos de Quéops ou das profundezas do inferno.
Porra, dá pra me deixar em paz???
Ando me sentindo no Resident Evil, #fato.
Os zumbis se aproximam, e eu hei de retirar meu machado do armário, que está logo ao lado do pretinho básico...(Y)
Bem vindos ao 1984, MESMO!
É como se minhas palavras fossem realmente jogadas ao universo. E percebo que 'sou lida', por quem já passou por mim, e amargou...¬¬
Qual seria o súbito interesse desses seres emergidos das catacumbas?
VOLTEM AO PALEOZÓICO, pleeeeeeeeeease.!
Qual o sentido que se dá ao FIM?
O que foi embora, e não se petrificou, eu dispenso.
Eu rio de vocês, #gargalho na verdade.
Começo a achar mais patético do que cretino.
E de uma forma semi sádica, eu acho excelente!
Sacio minhas frustrações na continuidade apática da existência reles de vocês.
Deixo rastros de conquistas únicas. E quanto ao que fazem?
Vivem às sombras, a espreita, feito urubus na carniça.
Zombam do 'simples', do 'fácil'. Mas não compreendem o óbvio, o intenso.
Só sabem de cor o retrocesso, o 'falso acesso', a ruína que é compartilhar qualquer fatia enbolorada ao lado vocês.
E eu estou ai dentro, a voz que não cala.
O perfume que surge.
A saudade que mata.
A vaidade que afaga.
A ilusão que renegas.
A pedra eternaaaaaa do sapatinho.
Agora, faz um favor?
Me mira, mas me erra?



#nem merecem um post, mas eu também não mereço que me assombrem..!¬¬

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

[Se eu tivesse uma bazooka...DIE, DIE, DIE....!]

Mano...
Tem coisa pEor, do que coletivo lotado no calor?
Mesmo porque, quase todas as malditas janelas estão emperradas, e com o congestionamento exorbitante da cidade do caos, são horas em meio ao Saara.
Como se não bastasse o sol da Bahia nascendo de dentro do ônibus, você ainda tem que não se irritar, com o toque de desconhecidos suados, fétidos. Ou são mochilas/sacolas, ou braços, sem pedidos de licença, sem solidariedade com pés machucados ou carregando zilhões de coisas.
Quero o FUSCAZUL logo.!
E ele virá, daqui a pouco, pouquíssimo tempo.
E eu poderei fumar, ouvir música alta [sim, eu posso usar os fones, mas não posso cantarolar].
E abrir meus vidros, xingar os newbas, acelerar pra não perder o sinal aberto, fazer caminhos alternativos, e chegar BEM mais RÁPIDO!
=)


=*

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

[Crise dos 24.]

Sim, continuo achando que o tempo tá passando rápido demais. Sabe aquelas ruguinhas que acha que vai ter só aos 30? TRISTE ENGANO. Em volta dos olhos, grandes linhas, como um desenho infantil. Mas sei que foram todos os meu sorrisos.
Fato que as lágrimas criaram verdadeiros bolsões, praticamente lençóis freáticos em minha face.
O cabelo também está mudado. Parece mais frágil. Minha escova anda hemorrágica. #fato.
Semi varizes nas pernas, resultado de horas e horas de butantã/USP de pé.!¬¬
Sono constante + embriaguez instantânea.
Fora a ânsia social de casamento, filhos, bons empregos, casa própria, ascensão.
Não, eu não plantei uma árvore, não escrevi um livro.
Não sou membro de Ong, não sou do movimento estudantil.
Não faço coleções importantes e raras, não gosto de comidas exóticas.
Não to preocupada com o tratamento novo pra celulite, aquelas coisas que tem nomes que começam com linfo, sucção daquilo, ou sei lá que raios.
Não curto bronzeamento artificial, eu gosto de ser assim, transparente, filha óbvia da metrópole do ar condicionado.
Não quero emagrecer com cibutramina, encorpar com suplemento, ou malhar na academia.
Não quero ter que decidir mestrado, não quero um carro zero e prestações milenares.
Não quero fazer unhas na manicure, não quero ler Marie Claire, não quero saltos altos e camisas em seda.
Não quero crescer, eu acho...

terça-feira, 17 de novembro de 2009

[...Cai a noite, penso...]

Os caminhos errôneos para mim, sempre pareceram mais convidativos.
Talvez seja porque, os problemas nos dão as dávidas que necessitamos.
É sempre preciso aquela porção de angústia, para se sentir com sangue nas veias.
E eu espero porque não me parece restar nada além disso.
Espero por temer, por renegar, por desconfiar que mereço tal sensação.
Até me encher de carinho em palavras adocicadas, até suspirar em teus gracejos juvenis, até sentir aquela vontade súbita de dizer:
- PODE PULAR, EU SEGURO TUA MÃO, VEM COMIGO.

Mergulhei e me afoguei em teus sorrisos.



Da 'magrela' pro 'sardento'.
=*

sábado, 14 de novembro de 2009

[espero]

Ora, se não fossem as noites forradas em estrelas, 'horas a fio', sintonia inquietante, eu teria sim, lhe mandado para longe, para o inferno, ou até alcançar uma distância segura. mas malditos olhares que me acercavam. Beijo, do gosto que teima em persistir. o aroma dos sorrisos que inundam.
Finjo, forjo, desassocio. Não quero pecar em vão. Não quero amar. Mas a gente tenta encontrar sempre a perfeição inexistente..
E as vezes buscar a paz, na guerra.
mas não foi permitido covardia.
Resolvi não comer pelas beiradas. Não aguardar um acaso, um motivo, uma inconsequência, para o encontro, finalmente, acontecer.
A vontade implica em reciprocidade.
A gente vive dizendo que não sangra.
Mas cada qual sabe reconhecer bem suas feridas.
Meu cotidiano agora é afetado por porções de magia.
E eu recebi sem MEDO.
Só você ainda não sabe o que fazer.
Isso porque, tudo que mais desejaria, era que você coubesse, assim, perfeitamente, dentro da minha caixinha...


[Até voltei a escrever.
Nota: #medo. ]
Bjomeliga!
;]

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

[Você mudou.]

'agora só falta, tornar possível.'






...

terça-feira, 3 de novembro de 2009

[Meu olho no teu olho.]

Sintonia semi kármica.
Calafrios intinerantes, soturnos,
DELIRANTES.
Afortunados os que sucumbem,
ao visceral, ao paradoxal.
Não te toco.
Suspiro, distancio, observo.
Até me afogar em beijos luminosos,
Proibidos, tortuosos.
E desejar um infinito de braços,
De dúvidas, de espaços.
Flutuar entre neblina,
Saciar 'a vontade na saliva'.
Te cuidar, feito jardim de flores.
Deixa eu ser tua sina?




...

domingo, 1 de novembro de 2009

[Agora eu sei..]

Teu olho em meu olho.

IN LOv...
=*





'e simplesmente aconteceu, again.'

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

[minha sessão.]

E são nesses engarrafamentos, que sinto a alma dissolver.
Entre as buzinas que me angustiam, entre a pressa surda, muda, distante.
Entre os faróis que sopro pra ver se abrem.
Entre meus sorrisos longos, e meus passos largos.
E ouço badalar.
Entre os invisíveis, os sombrios, os perdidos entre lixo, pregação e falta pelo que esperar.
Trás consigo um cigarro amassado, uma mochila pecaminosamente pesada, e uma mente que estravassa. Que não sucumbe ao habitual, ao cotidiano estupidamente massante.
Lembra de Almodóvar, de Kubrick, de Tarantino.
Remodela, edita, filma [com os olhos que tudo vêem.]
E brinca com seus atores fálicos e anônimos.
Lhes presenteando com histórias faceiras e enigmáticas.
É, assim, lhe parece menos cinza.
Menos estúpido, menos informal.
Menos distante, menos brutal.
Menos infame, menos casual.
Roteirista da Sé, da vida.

sábado, 10 de outubro de 2009

[...]



-Mãe, tô contra o sistema.
-Agora vou casar com uma vadia, usar heróina, tocar numa banda, destruí-la, e morrer.
É a 'ATITUDE PUNK'.

=***
;]

¬¬

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

[E eu sacio minha vontade nos desencontros.]

Vem pra mais perto...
AGORA SAI, SOME DE VEZ.
A gente não sente falta
DO PEDAÇO, DO DESCASO.
Pode continuar falando,
VAI SUMIR, E NÃO VAI SANGRAR,
NEM PERSISTIR.
Não ligue, não apareça
ESMUREÇA.
Finja euforia,
ROMANTISMO, PURO OPORTUNISMO.
Dispense essa alegoria,
EU CONHEÇO TEU BLOCO, TEU RITMO, TUA PALAVRA SEM SOM.
E eu não busco harmonia,
QUE IRONIA, NÃO??!
Devorou a maçã envenenada,
E AO INVÉS DE MORRER, SE ESBALDOU.
Sugou os sentidos todos, um a um.
E ESQUECEU.
SIMPLES ASSIM.
A cada dia uma lembrança que se perde.
A CADA NOITE, UMA ESPERANÇA QUE CRESCE,
OU QUE SE PERDE,
OU QUE SE REPETE,
OU QUE INTERFERE.
Nada como saciar a sede,
DEPOIS A GENTE JOGA O COPO FORA.
TIRA O CORPO FORA.
Ri apavorado,
DESEPERADO.
Ou só aguarda o movimento gélido dos ponteiros,
GUARDA A EMOÇÃO,
DESGUSTANDO O MAIS PURO E VAZIO DOS SENTIMENTOS.
SERÁ QUE VOCÊ SE IMPORTA?

terça-feira, 22 de setembro de 2009

[Está ainda aí, não adianta negar.]

E eu vejo...
Você ainda não se livrou dos colchetes.
E nem de meu rosto, gosto, incrustado no seu pseudo espírito.

Rá!
=***

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

[Até que sonhei..]

Perdoe a intromissão...Mas sinto que se não gritar agora, meus miolos irão explodir.
E essa sala escura vai ser palco de uma falta de perspectiva moral. Coloque mais uma dose desse. Pode ser sem gelo, afinal, as minhas palavras já vão cortar minha faringe, fatalmente.
Cruze essa porta de saída, mantendo as suas mãos ao alcance dos meus olhos. Respire fundo porque talvez eu lhe golpeie pelas costas, afinal, não preciso mais de cautela, de espera, ou de uma inútil tentativa de continuar sendo leal a quem não merece nem um grão.
Acendo meu cigarro, em frente à janela. Mordo os lábios, numa impaciência sórdida, sutil, sociopata. No som, eu ouço o smashing,meu estômago alerta mais uma vez. Essa droga de gastrite, resultado por somatizar desgraças.
A chuva corta esse asfalto, embaçando vidros, sentenciando o tédio.
Abro a geladeira, na vã esperança de encontrar meus restos.
Até que o telefone toca, me desconcentro e desconcerto.
E eu digo, imploro para que a tortura pare. Que o sangue estanque, e que minha dose não acabe.
A fumaça negra que nos cerca. Que impede o respirar sem dor. Suma, antes que eu enlouqueça, antes que meu espírito queime, antes que a solução seja drástica.
Há uma fresta de luz que incomoda. Há de se ver as sombras, a tempestade em mim.
As buzinas rítmicas, a pressa dos pés que correm para seus precipícios diários.
Os livros que se lêem nas estações, os anônimos no banco ao lado.
E é só mais uma bituca do que já fôra um cigarro.
Até ele cair, com o vento, no movimento da megalópole surtada.
E há uma pilha de inscritos. Que me apavoram. Pessoa, Sartre, Caio Fernando. Eles e sua maldição. A expressão mais pura do sentir. MALDITOS!
Pois junte tua literatura barata, teus frangalhos de caráter, e tome o rumo da estrada de ida, sem volta.
Misture coisas de mim, na tua rotina chatinha e sem nexo. Use parte dos meus pensamentos em teus sonhos. Repita quatro vezes no espelho que eu não faço mais PARTE DE VOCÊ.
E eu vou comer um sanduíche de queijo qualquer, com uma coca meio choca, terei uns trocados nos bolsos e uma cabeça na nuvens.
Olharei para tênis velhos e sujos, me amedrontarei pelo escuro do blackout, e pela falta de escrúpulos.
Dormirei sem sono, cantarei sem voz.
E nesse absurdo, te escurraço de vez.
Até ter mais um céu escondido em estrelas, até ter um fio que me leve a finalmente, a realidade voltar.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

[Para que? Por que?]

Esperamos que o céu nos contemple com o Sol.
Que o dia de árduo trabalho passe rápido.
Que a noite enfim, chegue.
Que o salário não atrase.
Esperamos que a música não cesse.
Que a madrugada invada quase que louca.
Que o telefone toque.
Que o fim de semana chegue.
Esperamos que a dor não atormente.
Que as palavras não nos faltem.
Que o filme termine antes do fechar de olhos.
Que seu time ganhe,
Que seus sonhos tenham cor.
Esperamos que a verdade nos inunde,
Que a vaidade se anule.
Vivemos para morrer,
Morremos um pouco por dia, para assim viver...


Esperamos o mediano e suburbano.
e esperamos tudo isso PARA QUE?
POR QUE?

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

[Em mim]

http://www.youtube.com/watch?v=OF7M9aUmM5M&feature=fvhl

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

[O mundo é uma bosta no ventilador mesmo!]

Minha dor não tem nome. Nem sentido, nem razão única.
Minha dor não tem antecedentes. Minha dor não tem cor, não tem cheiro.
Não tem sabor.
Minha dor não tem precedentes, nem acidentes.

Minha dor ninguém entende.
E eu entendo...
Só não sinto...
=**

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Pra você, para a flor do meu jardim.

Camila, acorde antes do sinal da escola.
Pare de andar com esse jeans todo rasgado e essas ideias comunistas.
Era talvez o que ela ouvia.
Lembro-me de sua guitarra, de Malibu, à capela, na Led Slay. Ela morena e de coroa.
Boas lembranças.
Ou quando ficávamos por horas na sacada, saudosismos com gostos de bala garoto e bombons de morango.
Pintávamos madeixas e almas. Nosso refúgio era a viola adesivada, o rádio na porta, o Nietzche que tá em casa até hoje, e alguma blusa, brinco, ou bilhete, dentro de uma gaveta esquecida, uma bolsa velha, uma sensação de infância de outrora.
As rosas vermelhas, o golfinho de caneta, a primeira viagem pra praia, a primeira noitada, a primeira desilusão.
Vi teus cabelos negros, vermelhos, e agora moça feita, de cabelos de ouro. Os olhos de Capitu.
Um talento, um paradigma.
Visceral, tortuosa, estonteante.
Naturalmente livre, perigosamente viciante.
Para TI, neste dia,
Da tua primavera,
Rosa, como você diria
'IMPONENTE NA ROSEIRA'.

[Parabéns]

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

[Buuuuuuuuuuuurn!]

[I will survive _ Versão do Cake.]

No início eu tive medo, fiquei paralisada,
Continuava pensando que nunca conseguiria viver
sem você ao meu lado.
Mas então eu passei muitas noites
Pensando como você me fez mal,
E eu me fortaleci...
E então você está de volta do espaço exterior:
Eu acabei de entrar para te encontrar aqui
Com aquela aparência triste no seu rosto.
Eu devia ter mudado aquela fechadura estúpida,
Eu devia ter feito você deixar sua chave
Se eu soubesse, apenas por um segundo,
Que você voltaria para me incomodar...
Vá agora, saia pela porta.
Apenas vire-se agora,
(Porque) você não é mais bem-vindo.
Não foi você quem tentou
Me magoar com o adeus?
Eu me desintegrei em pedaços?
Você pensou que eu deitaria e morreria?
Oh não, eu não. Eu vou sobreviver...
Enquanto eu souber como amar,
Eu sei que permanecerei viva.
Eu tenho minha vida toda para viver,
Eu tenho meu amor todo para entregar e
Eu vou sobreviver,
Eu vou sobreviver...
Foi preciso toda a força que tinha para não cair em pedaços,
Continuei tentando duramente remendar os fragmentos
do meu coração partido,
E eu passei muitas noites
Simplesmente sentindo pena de mim mesma.
Eu costumava chorar,
Mas agora eu mantenho minha cabeça bem erguida.
E você me veja [como] um novo alguém,
Não sou aquela insignificante pessoa acorrentada
ainda apaixonada por você...
E então você tem vontade de fazer uma visita
E simplesmente espera que eu esteja desimpedida...
Agora estou guardando todo meu amor
para alguém que está me amando.
Vá agora...

[Uma mentira repetida milhões de vezes, se torna VERDADE.!]

Pois é. Isso e sem mais. Ou um pouco do nada. Ou a metade do tudo.
E como um sopro. SAIU. VOOU. SUMIU. CUROU. Estava ali, deixando ser assombrada e distanciando-me na #ilusóriaesquizofreniafrenética#.
E o sentido mais absurdo das coisas, era que nada, nada mesmo tinha um certo sentido. Porque pessoas não são brinquedos que se largam em estantes. Que arrancam corações de papel e pedra.
É. Dizem que a desitência é motivada pela falta de fé. E na verdade, é pelo cansaço.
O que nos cansa, nos faz reclinar.
E não por falta de audácia, ou de ir à luta. Pelo simples fato de [ter preguiça].
Onde há tanto querer em não querer? Ou apenas se quer aquilo que não se tem?
Na verdade, o que é, há SEMPRE, de ser.
Não há quem mude. A natureza condena, desde o primeiro sussurro, o que há de propagar a todo o mundo.
E quem tem, a propriedade do sentimento surdo. Aquele que cala, que mente, que surpreende.
Quem é fálico emocionalmente, pode ENFIM,SE APAIXONAR?
A cara escancarada, com lágrimas secas e braços feito fortaleza, o que a menina de cabelos de fogo iria enfrentar?
Apoiou-se sobre as colunas do sentimentalismo. Ancorou-se em seu mar de dor. Lamentou-se por ter falhado.
Mas quem seria ela agora então?
Sufocou seus instintos, efusivos sorrisos.
E tentou ser amada na mesma proporção em que amou.
E tentou resgatar algo que nunca realmente foi.
Mas ergueu-se. Abriu mão desse penoso capricho.
Esse misto de redenção e suicídio. Essa história de fobia, raiva, corações esmagados.
PARTIDOS.
E escolhi, o caminho da não-sofreguidão.
E com seus cabelos de fogo, ela sorriu besta.
Porque enxergou semi atores num roteiro de quinta.
Porque brindou com taças de sonhos. De esperanças vindas de qualquer lugar.
E foi puramente Amanda. No antes, no durante e no depois. Não quis o dualismo ridículo do mundo. Não quis sair pelos fundos.
Não quis amendontrar-se de si. Levantou-se, como se o chão não mais se abrisse, deixando-a cair no precipício.
Desmoronou-se, por não saber ser o que pretendia.
Enxugou mais uma vez as lágrimas que vertiam de seus olhos, inundando seu espírito de desilusão e desamor.
E sorriu mais uma vez, feito bolo de chocolate.
E sentia ser, a torta de blueberry. Tão distante de tudo que a cerca. Tão peculiar, tão espantosamente paralela.
E de forma estupenda, encheu os pulmões nicotinados, digitou milhões de palavras, penteou os cabelos e dormiu em paz.
Tantos dias e noites pra esquecer e lembrar.
Noites e dias desérticos, bisextos, introspectivos e incertos.
Ela gargalhou e posou. Sussurrou, andou e como dançou.
Pediu permissão pra ser imbecilmente, fatalmente, socialmente, feliz.
Ficou por horas a fio num trânsito do caos, com rostos mediócres, com esperanças subnutridas.
Esperou, cantou, leu. Chorou mais uma vez por não suportar.
Não mais a partida, não mais a despedida.
O horror das falsas promessas.
O que te restou, foi apenas um pedaço. Um pedaço de uma cama, de um filme, de uma canção, de um amor que estragamos. A você restou um início de fim. Uma 'salvação', um ato de solidão e desespero.
Pra você apenas o médio, o incompleto, o menos, o vazio, o quase intenso,o quase verdade, o quase feliz.
Pra você uma fagulha de afeto, pra você, o que restou de nós, e que pra sempre viverá. #massaibaqueeuestouemvocêmaisvocênãoestáemmim#. Eu mereço tão, tãooo mais.!
Porque os cabelos de fogo agora voam livres. Transformando o que não convém em cinzas. [essaépravcCeci.]
Esses sorrisos de plástico.
E eu vou pelas beiradas, fazendo das agruras.
A minha espada.





=*****

sábado, 29 de agosto de 2009

[e um pouco de Lispector]

Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.
==========


As pessoas mais felizes
não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor
das oportunidades que aparecem
em seus caminhos.

==========

A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passam por suas vidas.

[porque as vezes eu quero é ficar perto do que me faz bem.]









[Tudo que quer me dar,é demais, é pesado, não há paz. Tudo que quer de mim, irreais, expectativas desleais.]
=****

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

['Temos tão pouco tempo....']

[Palloci, Sarney, Collor, Lula, Maluf, Serra, Alckmin]

Vão tomar nos seus devidos c***.!


Grata.!


Atenciosamente!
Amanda Macedo Fernandes

[A morte do CARÁTER.!]

=****

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

[Não, ele não AMA você.]

1- Ele não tem personalidade forte:
É um ogro avassalador de sentimentos.

2-Ele não trabalha demais:
O mal humor é congênito ou ele não quer mais saber de você.

3-Ele não precisou de um tempo:
Fez questão de te ignorar.

4-Ele não é distraído:
Ele realmente não nota você.

5-Ele não é monossilábico:
É porque não gosta de explicar-se. E nem acha que lhe deve qualquer satisfação.

6-Ele não tá tão cansado assim:
Afinal, se fosse chamado pra caçar borboletas na Patagônia, mostraria-se mais empolgado.

7-Ele não é o coitado:
Isso faz parte do plano mirabolante de fazer VOCÊ se sentir culpada, louca e ridícula.

8-Ele não cumprirá nenhuma vã promessa:
E inverterá papéis dizendo que se não o fez, você indecorosamente foi a total responsável.



Para de se culpar, IDIOTAS, SÃO ELES!!!

[garotos podres: Anarquia oi!!!!]
=****

[velhainfância]





Amizade
s.f. Afeição, estima, dedicação recíproca entre pessoas do mesmo sexo ou de sexo diferente: laços de amizade. / Amor. / Acordo: tratado de amizade. / Benevolência, favor, serviço: provas de amizade. / Simpatia de certos animais pelo homem: a amizade do cão pelo dono.

Infinito
adj. Que não tem limites, fim: o espaço é infinito. / Que não teve princípio nem há de ter fim: Deus é infinito. / Muito grande, considerável: sinto, às vezes, infinitas alegrias. // Conjunto infinito, conjunto cujo número de elementos não é limitado. // Quantidade infinita, quantidade variável que se torna e permanece, em valor absoluto, superior a todo limite fixado arbitrariamente. /


'Seus verdadeiros amigos sempre estarão aqui pra você.'
'É, eu sabia, mas foi maravilhoso ouvir isso.'
E em meio a metrópole do caos, vejo esperança nos sorrisos de vocês.
Para sempre irmãos.
!!
[Bro Him, Pennywise, relembrando o old school.]

terça-feira, 25 de agosto de 2009

[a covardia ainda me causa repulsa[2]]

Acham realmente justo tudo isso?
Nesse universo fálico e sem prudência.
Onde sentir não é mais permitido.
Onde dizer o que pensa é ousado por demais.
Aonde ignorar e forjar torna-se típico.
Nesse mundo vasto e sem escrúpulos.
Aonde chorar é patético.
Aonde proferir amor não significa manifestá-lo.
Aonde amigos, são cartas totalmente fora desse baralho.

[indignaçãoLTDA]
=*

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

[amor e outros desastres/ o que me convém]



[eram noites de sorrisos eternos e maestria no falar.
Tudo fazia sentido em sentir.
Cuido de mim,
E assim, pouco de vocês, enfim.]

[S.A.U.D.A.D.E.S das DIVAS piratas, é claro...]

[e revirando a caixa de Pandora...- Arquivos mortos de 99.]

'Basta um instante para forjar um herói, mas é preciso uma vida inteira para fazer um homem de bem.' - Brulat.

'Às vezes ouço o vento passar; e só de ouvir o vento, vale a pena ter nascido.' - Pessoa.

'O amor é sempre belo, mas só é grande quando sofre, perdoa, ou se tem saudades.' - Depret.

'Não conhecer o amor é não conhecer a vida.' - Machado, o Assis.


*________*


[mas os momentos felizes não estão escondidos, nem no passado e nem no futuro. - Marina Lima.]

[Poema que aconteceu]

Nenhum desejo neste domingo
nenhum problema nesta vida
o mundo parou de repente
os homens ficaram calados
domingo sem fim nem começo.

A mão que escreve este poema
não sabe que está escrevendo
mas é possível que se soubesse
nem ligasse.

[Carlos Drummound de Andrade.]
;]

[AMOR-ESMOLA - Banda Simples. -Letra: Lara Biasoli Moler / Musica: Thiago Gomes, Marcelo Alonso, Tiago Moler, Fabiano Duarte]

Não quero seu amor-esmola
Casual e sem sentido
Covarde, incompleto
Forjado, sintético, resumido

Rascunho de sentimento
Esboço de paixão
Apático, cômodo e oprimido

Um dia eu ri de suas piadas
Hoje eu rio de você
Não há mais, não há sim
Tarde demais pra você
Cedo demais pra mim

Perfeito quando longe de mim
Tóxico e corrompido
Quando comigo

Um dia eu ri de suas piadas
Hoje eu rio de você
Não há mais, não há sim
Tarde demais pra você
Cedo demais pra mim

[Morrendo de orgulho do Jose, meu irmão amado.]
=*******

domingo, 23 de agosto de 2009

[Imagens Humanas-João Roberto Ripper.]


João Roberto Ripper é fotógrafo e já documenta pessoas em situação de escravidão há mais de 25 anos – o período certo, nem ele mesmo sabe. Ao longo do tempo, Ripper fotografou não só adultos, mas muitas crianças trabalhando em condições sub-humanas, recebendo remuneração insuficiente para prover o sustento.
Com toda esta experiência sobre o tema, Ripper fala com facilidade sobre o início do combate ao trabalho escravo e infantil e conta como a prática se configura e se espalha em todo o Brasil.
[Centro Cultural da Caixa, São Paulo.]
'Casal de carvoeiros. Ela, aos 67 anos cega. Ele, trabalho em troca de sustento há 8 anos.'


"-Sabe a garota do copo de água?
- Sei.
- Se parece distante.
- Talvez seja porque está pensando em alguém.
- Em alguém do quadro?
- Não, um garoto com quem cruzou em algum lugar, e sentiu que eram parecidos.
- Em outros termos, prefere imaginar uma relação com alguém ausente que criar laços com os que estão presentes.
- Ao contrário, talvez tente arrumar a bagunça da vida dos outros.
- E ela? E a bagunça na vida dela? Quem vai arrumar?"
[O Fabuloso destino de Amelie Poulain]

*Seu coração não tinha nenhuma patologia. Era apenas sua reação 'acelerada' por ter o toque de seu distante pai.
-'Eu perfuro as folhas do jardim de minha mulher, para me lembrar do antigo trabalho. A gente precisa estravasar de algum jeito.'
-'Sim, eu jogo pedras no rio.'


*Colecionava rostos.Aqueles que eram rasgados e jogados em baixo da máquina de fotografias.
*Escreveria uma carta para a triste viúva.
*Bagunçaria a vida meticulosa do feirante mal humorado.
*Mostraria um 'novo mundo' ao ossos de vidro.
*Uniria o neurótico à hipocondríaca.
*Daria o prazer ao escritor fracassado, sua frase no muro proferida.
*Se esquivaria de viver seu amor, em jogos de fantasia.

[enquanto não encontrava o amor, Amèlie, dava espaço aos pequenos prazeres da vida.]
=****

sábado, 22 de agosto de 2009

[é de certo que o barba me fez de gelatina e não de aço.]

.é,
coração de manteiga,
de gelatina.
.podia ser de puro aço,
de titânio,
adamantium,
ou mais raso.

[tanto faz, é tudo mentira]

terça-feira, 18 de agosto de 2009

.pra quem logicamente ama, e não obviamente.
.pra quem questiona atitudes, e desfila descarado.
.pra quem supõe e sente. MAS MENTE.
.pra quem usa o step, de amor latente.
.pra quem forja, enlouquece.
.pra quem tem a covardia nas vestes.
.pra quem ousa dizer que ele não se mede.[amedidadeamarpramimsemprefoiamarsemmedidas].
.pra quem se contentou com o fim da festa.
.pra quem trocou a princesa pela rélis plebéia.
.pra quem diz ter fidelidade, e ser traído, fatalmente, pela plenitude da saudade.


[queroquevocêssefodam.]

=*



[domingo, eu vou lá no Morumbi, eu vou, eu vouu!]
*_*

[e choro, por pensar em...]

Vive a chorar pelos caminhos tortuosos...como se gostasse da exatidão!
Ah, historiadora! Desde quando prefere a matemática?
Soma problemas, divide-se em 10, multiplica a dor por 100 e diminui a si mesma...
Agora deu pra racionalizar até os sentimentos!
2+2 é 4, e o amor tem de ser infinito e inquestionável...
Mas como é que pode-se afirmar tanto sobre o abstrato!?
Investiga-se, contesta-se e se questiona!
E na ausência de respostas, tudo que lhe resta é a certeza da incerteza...
Perde-se e não vê que, na dúvida, o certo é unir-se a vida.
#####

Neném
5)

cinco

alegria

felicidade

prazer

companheirismo

e amor verdadeiro, recíproco e incondicional...

5inco
c5nco
ci5co
cin5o
cinc5

O tempo no amor nao eh um parametro, pois por ti, meu amor é eterno.


Por que qndo fecho os olhos ja nao me sinto sozinho, ou vejo apenas o escuro pois vc esta comigo... te carrego dentro de mim

e quando vc estiver triste, insignificante pense que alguem esta feliz simplesmente pq vc existe e te ama incondicionalmente.


e pq essa tristeza???

tem q ser eu naoconsigomaisviverlongedevc =D

sabe pq??

poderia enumerar qualidades que mal caberiam em um scrap

poderia deixar um milhao de testemunhos

poderia tatuar no meu corpo inteiro amanda

mas basta estar ao seu lado, com seu cheiro e minha mao sobre a sua que a felicidade ja me contempla....

te amo


"É possível que você sonhe me dar tanto amor e derramar sobre mim tanto do belo e do maravilhoso que há em sua alma que espera assim colocar finalmente diante de mim um objetivo?"

"Há momentos, você chega a esses momentos, em que de repente o tempo pára e acontece a eternidadade."

Fiódor Dostoievski
*****

eu nem sei por onde começar mas sei perfeitamente de uma coisa q alem de ser minha vida eh a pessoa q sempre estara ao meu lado, a unica q entende minhas loucuras e sabe minhas angustias sabe as palavras certas nas horas certas sabe q a distancia naum eh sinonimo de uma amizade perdida mas sim de uma eternidade q nunca se acabara ... sempre uma estara ao lado da outra independente da distancia no q for preciso !!! vida nunca deixe de acreditar no seu potencial ... conquistamos o q procuramos, e tbm lembre-se viva o momento !! rsrs naum eh verdade ?? Te amo sempre ... a unica coisa q eu tenho certeza de q eu naum me arrependo nessa vida eh q te amo, q vc eh minha vida, q sempre estara ao meu lado e q me respeita ao msm modo como respeito-a, sangue de irmas nunca se perdem ... e por esses e alguns motivos q nosso laço nunca se perdera !!! sempre ...
======


pequeno coração;
que com o tempo inchou só de coisas boas !
alma branca;
só com purezas !
anjo;
que vivi no céu sonhando e ao mesmo tempo nesse inferno de terra !
direção;
que sempre ta perdida, mais sempre acha o caminho certo !
tesouro;
vale mais do que qualquer outra coisa, não importa o que !
Amanda;
a pessoa mais especial que já conheci.
que é a luz de emergência de qualquer blackout.
não é um trem mais é a luz no fim do túnel.
*******

Bem sabes Tu, Senhor, que o bem melhor é aquele
Que não passa, talvez, de um desejo ilusório.
Nunca me dê o Céu... quero é sonhar com ele
Na inquietação feliz do Purgatório.

[Mário Quintana]

Ah.... e como nos divertimos inquietantemente nesse purgatório da vida (rs)!
Linda, Diva, Amiga... não posso mensurar a alegria de tê-la como minha amiga... que ri comigo, ri de mim (rs...) e ri, sobretudo, da Família Brasileira... que tanto adoramos... hahaha. Afinal, se não fosse pela Família Brasileira, como saberíamos escolher o que não ser???

Adoro o seu jeito de dançar, de dar risada, de falar sério, de não conseguir falar, de comer chocolate ... ah, quanta coisa em tão pouco tempo...
Mas acho que é isso mesmo; sentimentos como esse não está preso no tempo, no instante, no andar de ponteiros tortos... está, simplesmente, na alma.

Amo-te D.I.V.A.
&&&&&&&&

Ter AMANDA como amiga é...
conversar com alguém que escuta e entende...
e tem opiniões fortes, mas não radicais,
pois sabe que a vida é cheia de surpresas.

É companheira de copo e pixxxxxxtas!!! hahahaha...
e vive tudo por completo,
das alegrias às tristezas da vida...

Como a origem do nome já diz:
é DIGNA DE SER AMADA,
por everybodypeople!!!!
hahahaha...

E se vc merecer...
Ela "vai te enfeitar de tanto amor".

uma DIVA.
amo.ever.



[pleasekillmenow.]

[Lobão - essa noite não]

A cidade enlouquece sonhos tortos
Na verdade nada é o que parece ser
As pessoas enlouquecem calmamente
Viciosamente, SEM PRAZER
A maior expressão da angústia
Pode ser a depressão
Algo que você pressente
Indefinível
Mas não tente se matar
Pelo menos essa noite não

As cortinas transparentes não revelam
O que é solitude, o que é solidão
Um desejo violento bate sem querer
PÂNICO, VERTIGEM, OBSESSÃO

Tá sozinha, tá sem onda, tá com medo
Seus fantasmas, seu enredo, seu destino
Toda noite uma imagem diferente
Consciente, inconsciente, desatino

'a covardia ainda me desconforta e agride.'
'.pleasekillme. diz:
não????
e como vc explica td seu comportamento?
com palavras?
apenas?'
[tsc,tsc]

Eu bem que lhe avisei. Que eu era uma bomba relógio. Um vírus. Uma droga. Você foi jogando suas botas e aconchegando teus sentidos em mim. Era tarde da noite quando sentenciou-me. E todos meus pedidos de salvação, foram negados. A lua cortava minha íris. O casaco, o cigarro, as paredes.AFOGAVAM.
E eu lhe avisei, que cortava pulsos e escoava em dor. Disse a ti o quanto era sombria, que lhe podia ter apatia, e que talvez, fugisse para perto do mar.
Disse que entorpecia. Que afagava, que destruía.
Confessei minha petulância, arrogância, intolerância.
Meus sentimentos mais obscuros e fétidos.
Deu-me uma rosa, e sumiu entre os espinhos.

[queriatervocêpramim.]

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

[Anotações sobre um amor urbano _ Caio Fernando Abreu]

Desculpa, digo, mas se eu não tocar você agora vou perder toda a naturalidade, não conseguirei dizer mais nada, não tenho culpa, estou apenas sentindo sem controle, não me entenda mal, não me entenda bem, é só essa vontade quase simples de estender o braço pra tocar você, faz tempo demais que estamos aqui parados conversando nessa janela, já dissemos tudo o que pode ser dito entre duas pessoas que estão tentando se conhecer, tenho a sensação, impressão, ilusão de que nos compreendemos, agora só preciso estender o braço e com a ponta dos meus dedos tocar você, natural que seja assim: O toque, depois da compreensão que conseguimos, e agora.

Não diz nada, você não diz nada. Apenas olha pra mim, sorri. Quanto tempo dura? Faz pouco despencou uma estrela e fizemos, ao mesmo tempo e em silêncio, um pedido, dois pedidos. Pedi pra saber tocá-lo. Você não me conta seus desejos. Sorri com os olhos, com a mesma boca que mais tarde, um dia, depois daqui, poderá dizer: Não. Há uma espécie de heroísmo então quando estendo o braço, alongo as mãos, abro os dedos e brota. Toco. Perto da minha boca se entreabre lenta, úmida, cigarro, chiclete, conhaque, vermelho, os dentes se chocam, leve ruído, as línguas se misturam. Naufrago em tua boca, esqueço, mastigo tua saliva, afundo. Escuridão e umidade, calor rijo do teu corpo contra a minha coxa, calor rijo do meu corpo contra a tua coxa. Amanhã não sei, não sabemos.

Pensei em você. Eram exatamente três da tarde quando pensei em você. Sei porque perdi a cabeça como se você fosse uma tontura dentro dela e olhei o digital no meio da avenida.

Corre, corre. O número do telefone dissolvendo-se em tinta na palma da mão suada. Ah, no fim destes dias crispados de início de primavera, entre os engarrafamentos de trânsito, as pessoa enlouquecidas e a paranóia à solta pela cidade, no fim desses dias encontrar você que me sorri, que me abre os braços, que me abençoa, e passa a mão na minha cara marcada, no que resta de cabelos na minha cabeça confusa, que me olha no olho e me permite mergulhar no fundo quente da curva do teu olho. Mergulho no cheiro que não defino, você me embala dentro dos seus braços, você cobre com a boca meus ouvidos entupidos de buzinas, versos interrompidos, escapamentos abertos, tilintar de telefones, máquinas de escrever, ruídos eletrônicos, britadeiras de concreto, e você me beija e você me aperta, e você me leva para Creta Mikonos, Rodes, Patmos, Delos, e você me aquieta repetindo que está tudo bem, tudo, tudo bem. O telefone toca três vezes. Isto é uma gravação deixe seu nome e telefone depois do bip que eu ligo assim que puder, ok?

O cheiro do teu corpo persiste no meu durante dias. Não tomo banho. Guardo, preservo, cheiro o cheiro do teu cheiro grudado no meu. E basta fechar os olhos pra naufragar outra vez e cada vez mais fundo na tua boca. Abismos marinhos, sargaços. Minhas mãos escorrem pelo teu peito, gramados batidos de Sol, poços claros. Alguma coisa então pára, as coisas param. Os automóveis nas ruas, os relógios nas paredes, as pessoas nas casas, as estrelas que não conseguimos ver aqui no fundo da cidade escura. Olho no poço do teu olho escuro, meia noite em ponto. Quero fazer um feitiço pra que nada mais volte a andar. Quero ficar assim, no parado. Sei com medo que o que trouxe você aqui foi esse me jeito de ir vivendo como quem pula poças de lama, sem cair nelas, mas sei que agora esse jeito se despedaça. Torre fulminada, o inabalável vacila quando começa a brotar de mim isso que não esta completo sem o outro. Você assopra na minha testa. Sou só poeira, me espalho em grãs invisíveis pelos quatro cantos do quarto.

(...) Fico tosco e você se assusta com minha boca faminta voraz desdentada de moleque mendigo pedindo esmola neste cruzamento aonde viemos dar.

A cidade está louca, você sabe. A cidade está doente, você sabe. A cidade está podre, você sabe. Como gostar limpo de você no meio desse doente podre louco? Urbanóides cortam sempre meu caminho à procura de cigarros, fósforos, sexo, dinheiro, palavras e necessidades obscuras, que não chego a decifrar em seus olhos semafóricos. Tenho pressa, não podemos perder tempo. Como chamar agora a essa meia dúzia de toques aterrorizados pela possibilidade da peste? (Amor, amor certamente não). Como evitaremos que nosso encontro se decomponha, corrompa e apodreça junto com o louco, o doente, o podre? Não evitaremos. Pois a cidade está podre, você sabe. Mas a cidade esta louca, você sabe. Sim a cidade está doente, você sabe. E o vírus caminha em nossas, companheiro.

Fala, fala, fala. Estou muito cansado. Já não identifico nenhuma palavra no que diz. Apenas me deixo embalar pelo ritmo de sua voz, dentro dessa melodia monótona angustiada perplexa repetitiva. Quase três da manhã. Não temos onde ir, nunca tivemos aonde ir. Um nojo, vez em quando me dá asco - nojo é culpa, nojo é moral - você se sente sórdido, baby? - eu tenho medo, eu não quero correr risco - não é mais possível - vamos parar por aqui - quero acordar cedo, fazer cooper no parque, parar de beber, parar de fumar, parar de sentir - estou muito cansado - não faz assim, não diz assim - é muito pouco - não vai dar certo - anormal, eu tenho medo - medo é culpa, medo é moral - não vê que é isso que eles querem que você sinta? Medo, culpa, vergonha - eu aceito, eu me contento com pouco - eu não aceito nada nem me contento com pouco - eu quero muito, eu quero mais, eu quero tudo!

Eu quero risco, não digo. Nem que seja a morte.

Cachorro sem dono, contaminação. Sagüi no ombro, sarna. Até quando esses remendos inventados resistirão à peste que se infiltra pelos rombos do nosso encontro? Como se lutássemos - só nós dois, sós os dois, sóis os dois - contra dois mil anos amontoados de mentiras e misérias, assassinatos e proibições. Dois mil anos de lama, meu amigo. Tantos lixos atapetando as ruas que suportam nossos passos que nunca tiveram aonde ir.

Chega em mim sem medo, toca meu ombro, olha nos meus olhos, como nas canções do rádio. Depois me diz: "-Vamos embora para um lugar limpo. Deixe tudo como esta. Feche as portas, não pague as contas e nem conte a ninguém. Nada mais importa. Agora você me tem, agora eu tenho você. Nada mais importa. O resto? Ah, os restos são restos. E não importam. Mas seus livros, seus discos, quero perguntar, seus versos de rima rica? Mas meus livros, meus discos, meus versos de rima pobre? Não importa, não importa. Largo tudo. Venha comigo pra qualquer outro lugar. Triunfo, Tenerife, Paramaribo, Yokohama. Agora já. Peço e peço e não digo nada, mas peço peço diga, diga já, diga agora, diga assim. Você planeja partir para um país distante, sem mim, de onde muitos anos depois receberei a carta de um desconhecido com nome impronunciável anunciando a sua morte. Foi em Abril, dirá abril e maio. Ou Setembro, Outubro. Os mais cruéis dos meses. Tanto faz, já não importará depois de tanto tempo, numa cidade remota.



Pelas escadarias da avenida deserta, lata de coca-cola largada na porta da igreja, aqui parece que o tempo não passou, quero te mostrar um vitral, esta sacada, aquele balcão como os de Lorca, entremeado de rosas, quero dividir meu olhar, desaprendi de ver sozinho e agora que tudo perdeu a magia, se magia houve, e havia, e não consigo mais ver nenhum anjo em você, pastor, mago, cigano, herói intergaláctico, argonauta, repercante, e agora que vejo apenas um rapaz dentro do qual a morte caminha inexorável, só não sabemos quando o golpe final, mas virá, cabelos tão negros, rosto quase quadrado, quase largo, quase pálido onde já começou a devastação, olhos perdidos, boca de naufrágio vermelho pesado sobre o escuro da barba malfeita, olho tudo isso que vejo e não tem outra magia além dessa, a de ser real, e vou dizendo lento, como quem tem medo de quebrar a rija perfeição das coisas, e vou dizendo leve, então, no teu ouvido duro, na tua alma fria, e vou dizendo leve, e vou dizendo longo sem pausa - gosto muito de você de você muito de você.

Tantas mortes, não existem mais dedos nas mãos e nos pés pra contar os que se foram. Viver agora, tarefa dura. De cada dia arrancar das coisas, com as unhas, uma modesta alegria; em cada noite descobrir um motivo razoável para acordar amanhã. Mas o poço não tem fundo, persiste sempre por trás, as cobras no fundo enleadas na lança. Por favor, não me empurre de volta ao sem volta de mim, há muito tempo estava acostumado a apenas consumir pessoas como se consome cigarros, a gente fuma, esmaga a ponta no cinzeiro, depois vira na privada, puxa a descarga, pronto, acabou. Desculpe, mas foi só mais um engano? E quantos mais ainda restam na palma da minha mão?
Ah, me socorre que hoje não quero fechar a porta com esta fome na boca, beber um copo de leite, molhar plantas, jogar fora jornais, tirar o pó de livros, arrumar discos, olhar paredes, ligar desligar a TV, ouvir Mozart para não gritar e procurar teu cheiro outra vez no mais escondido do meu corpo, acender velas, saliva tua de ontem guardada na minha boca, trocar lençóis, fazer a cama, procurar a mancha de esperma nos lençóis usados, agora está feito e foda-se, nada vale a pena, puxar cobertas, cobrir a cabeça, tudo vale a pena se a alma, você sabe, mas a alma existe mesmo? E quem garante? E quem se importa? Apagar a luz e mergulhar de olhos fechados no quente fundo da curva do teu ombro, tanto frio, naufragar outra vez em tua boca, reinventar no escuro do teu corpo de moço homem apertado contra meu corpo de moço homem também, apalpar as virilhas, o pescoço, sem entender, sem conseguir chorar, abandonado, apavorado, mastigando maldições, dúbios indícios, sinistros augúrios, e amanhã não desisto. Te procuro em outro corpo, juro que um dia te encontro

Não temos culpa. Tentei. Tentamos.

[Lenine _ Do It.!]

Tá cansada, SENTA
Se acredita, TENTA
Se tá frio, ESQUENTA
Se tá fora, ENTRA
Se pediu, AGUENTA
Se pediu, AGUENTA...

Se sujou, CAI FORA
Se dá pé, NAMORA
Tá doendo, CHORA
Tá caindo, ESCORA
Não tá bom, MELHORA
Não tá bom, MELHORA...

Se aperta, GRITE
Se tá chato, AGITE
Se não tem, CREDITE
Se foi falta, APITE
Se não é, IMITE...

Se é do mato, AMANSE
Trabalhou, DESCANSE
Se tem festa, DANCE
Se tá longe, ALCANCE
Use sua CHANCE
Use sua CHANCE...

Se tá puto, QUEBRE
Ta feliz, REQUEBRE
Se venceu, CELEBRE
Se tá velho, ALQUEBRE
Corra atrás da lebre
Corra atrás da lebre...

Se perdeu, PROCURE
Se é seu, SEGURE
Se tá mal, se CURE
Se é verdade, JURE
Quer saber, APURE
Quer saber, APURE...

Se sobrou, CONGELE
Se não vai, CANCELE
Se é inocente, APELE
Escravo, se REBELE
Nunca se ATROPELE...

Se escreveu, REMETA
Engrossou, se META
E quer dever, PROMETA
Prá moldar, DERRETA
Não se SUBMETA
Não se SUBMETA...

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

[é falta]

Sabia que um dia isso ocorreria. Afinal, crer no 'infinito das coisas' é pura bobagem.
TUDO ACABA.
A juventude, a paciência, o pote de danoninho. E aprendemos a viver com o 'pouco' ou com o 'muito' que vem a nos restar.
E os clichês do mundo voltam a me assombrar. Ora, o 'que seja eterno enquanto dure', ou mesmo aquela MALDITA frase que não me sai da mente, 'felicidade é inconsciente, quando se consegue proferi-la, já não estás mais tão feliz assim'. E me mortifica ainda mais, já que sei que não posso ser detentora nem do tempo, nem do 'FIM'.
"Somos apenas as sensações que temos", não sei se é de Drummound ou de Pessoa, mas coube exato quanto à AMANDA.
E há de ter essas sensações tão fortemente, que lhe fazem ser uma 'sensível de merda'.
O alguém que sempre sofre demasiado.
Sentir-se só não é apenas entediante. É MORTAL.
Sentir que perdeu um coração que 'seguia teus batimentos'.
Sentir que perdeu a chance, entende?
Sentir medo de sentir medo.
Sentir que não mais sente.
E me pergunto porque tudo é tão cíclico, e porque passa tão depressa.
Ouvi que tudo não passava de um grande vídeo game, e os obstáculos vitais seriam os benditos macetes que se descobre depois de tanto jogar.
AÍ QUE SE PODE PASSAR DE FASE.
Apenas quando de está pronto pra próxima. Bem que o velho sádico podia ser menos impertinente.
Ele e seu assessor predileto: MURPHY.

[da água benta à tarja preta.]

TENTEI.
O Dr.Ricardo, suas paroxetinas e seu rohpynol.
O Dr.Cássio, e sua droga para o bipolar.
O Dr. Adriano, a análise do meu pensar.
As sessões infinitas de 'pai nosso' e 'ave maria'. A água fluidificada, as velas em oração. As palavras dos guias no ego, no coração.
O colo materno, os amigos etéreos, eternos.
Workaholic para não sentir dor.
Florais para desviar feridas.
Festejar intermitente, para suprir a vida.
Negacear a partida.
Desfocar a causa perdida.
Felicidade plástica, noites mal dormidas.
Riso hipócrita, mente vazia.
Da água benta à tarja preta.
E o início do fim, novamente, vindo a me agraciar.


=*

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

O Sol aponta no céu de desastres.
Faz dessa tua existência, tua arte crua. Seminua.
Você lutou feito um cão, e não lhe deixaram sequer um pedaço de pão.
Você se envenenou, se adaptou, se rendeu e se explorou.
Você sorriu demagogo. Você perdeu-se entre os escombros.
Você morreu de tédio e desmemória.
Você me fez interromper.

[velho sádico dos infernos, to de mal de você!=(]

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

[MÍDIA...FORMADORA DE OPINIÕES] - Texto meu, de 2001, Manifesto Lícito.=*

É "inutilmente" alarmante... Porém, ser relutante à hipocrisia da mídia, nos faz ser alguém pensante, perante à uma multidão de desinformados . Você liga a televisão e pronto... Bem vindo ao mundo ilusório e precário, onde a adolescente grávida sempre é apoiada, o aidético é bem aceito e ninguém tem preconceito contra os homossexuais. Isso aniquila idéias, e faz com que todos imaginem uma perfeição inexistente. Somos amantes televisivos, e como não seríamos? A diferença está na sua escolha mas, como não ser manipulado ? Muita gente não consegue responder. Mas o alto controle é essencial. Não podemos ser levados pelos glúteos com fama. Pelas palavras agressivas que ridicularizam a mulher, pelos absurdos televisivos que engolimos todos os dias. É vergonhoso ouvir que seios são talento, que inteligência é saber falar bobagem e que boa programação tem que ser apelativa.
E muitos jovens, são levados à essas imbecilidades, criando personalidades com base em idiotice. Vergonha? Sim, temos ! Somos conhecidos lá fora, apenas como os "nus do carnaval" , ou então " reis do futebol".
E são levados embora, os valores, a verdadeira intelectualidade, que são pisados pelo vigor do sensacionalismo barato.
E vemos tantas pessoas, com suas mentes já compostas de uma junção espetacular de inutilidades, mais uma moda que corrompe, andando livremente, achando que não tem compromisso algum com a sociedade, que o importante é ter status , é estar igualmente ao artista "global inútil" . Aí você será bem aceito seguirá os padrões da "ilustre" mídia !
E é isso que eles querem... Que seres pensantes sejam extintos, pois um povo ignorante é mais fácil de ser manipulado!
Tudo isso é muito descartável, pois toda essa moda é extremamente passageira e com isso cada vez que tudo é reformulado as pessoas mudam, e se tornam sem identidade, o plim plim é o som que as guia, e os grandes apresentadores do Domingo, que têm muitas peculiaridades para oferecer.
Eles invadem nossas casas... Massacram o que ainda é aproveitável na televisão. Os programas inteligentes são esmagadoramente substituídos por produtos da mídia e é o que dá ibope.
E nós mulheres, que conquistamos um grande espaço na sociedade, participamos de um processo retrógrado , onde é qualidade ser fútil, ignorante e desvalorizada.
Queremos mais, mas não queremos tanto... Queremos que principalmente os jovens desenvolvam uma capacidade de raciocínio que possa filtrar as impurezas dessa realidade caótica. Vamos acabar com essa grande falta de escrúpulos, essa influência indigna que no futuro poderá comprometer nossos filhos.
Tentam camuflar verdades... Só passam o que é de simples e fácil aceitação...
Chega de tempo ocioso! Mexa-se ! Boicote a mídia e seja original! Você faz seu próprio estilo! E pode desenvolver uma capacidade um pouco maior de que de um animal irracional!
Ou então continue fazendo parte da massa que aceita tudo. De um sistema preestabelecido, onde há uma evolução lenta, quase paralisada . Ou isso tudo que você acabou de ler pode servir como um grande incentivo para mudar tudo, hoje a televisão, amanhã, a política de um país.

Por : Amanda



[Masp, numa manhã dessas aê!]

[photoshopnasnuvens...MENTIRAA!O céu estava todo borrado em azul.]
[aos queridos Chico, Arnaldinho e Gabriel.!]

[Agradecendo absurdamente a ajuda com o Template...!]

Pri e Ana, valeu mesmo pela ajuda.!O blog ficou funcional, além de LINDO, obviamente...!;]


=*

terça-feira, 4 de agosto de 2009

[que você me adora, que me acha FODA, não espere eu ir embora, pra perceber...]

[estranhinha por demaZZZ=*]

[sanfran = desgraça!hahahaha.]

[O campeão voltouuu!]

sábado, 1 de agosto de 2009





[viver é bom, nas curvas da estrada, SOLIDÃO, que nada...!]

sexta-feira, 31 de julho de 2009

[A morte de João Moreira Maia]

Perto das onze cheguei em casa na terça-feira, e minha avó já vinha com a fatídica notícia: O TIO JOÃO MORREU.
Ora, não seria uma grande surpresa pois o homem havia completado 93 primaveras, no último dia 6. O senhor proveniente de 1916, era tio de minha avó, o irmão 'ovelha negra' da bisa Sula. Era conhecido por ser falastrão e galanteador. Perdera sua esposa, Margarida, havia 7 anos. Suicidou-se a pobre.[depressãocrônicaltda.].Mas ele não abriu mão de degustar o tempo que ainda tinha.
Morava só, e por incrível que possa parecer não tomava um só medicamento, além de comer brutalmente. Tinha uma saúde de ferro, e lembro-me com clareza das pratadas de macarronada às quartas-feiras lá na casa da vó.ASSOMBROSAS.!
Mas não vim contar-lhes sua vida. Mas sim sua morte. O acontecimento do ano.
Tratamos de ir ao cemitério, minha tia, eu, e o anjo bom Cleonice, que há 13 anos cuida do nosso lar como se fosse o dela. Além disso, ela que acolheu o tio nesses seus últimos lampejos de vida. Em sua casa, sem pedir nada, nada mesmo em troca.
Tio João não deixara filhos, netos. Seus parentes mais próximos, eram seu irmão de 86 anos, e sua sobrinha, minha avó, de 80, sem mobilidade física.
Cléo chorava incontidamente. Lembrava que na mesma noite em que ele falecera ela havia lhe dado o jantar, e ele, lhe pedira, para quem não voltasse mais ao hospital, apesar do seu pavor em ficar só.
E profeticamente, meia hora após ela ter 'lhe deixado', seu coração cansado de tanto bater, ele PARTIU.
E exatamente como veio. SÓ. E incrivelmente, me remeteu à história do cão que se arrasta para longe, tudo pra morrer longe de todos.
Olhava a madrugada fria escorrendo. Gente fumando, sorrindo medíocre do lado de fora da sala dos mortos. Observava pelo vidro, as duas com atestado de óbito, que sentenciava [INSUFICIÊNCIA CARDIO-RESPIRATÓRIA], e mais milhões de folhas de cheque.
MORRER CUSTA CARO.
Escolheram o caixão do tio e resolveram mais coisas burocráticas, enquanto o corpo aguardava no necrotério, GÉLIDO.
Passadas das duas, chegamos em casa quase tão mortas de cansaço quanto o tio.[tá, desculpem, mas tinha que conter uma parcela de humor negro!rá!], e minha avó já cobrava explicações detalhadas.CAPOTEI. Ouvia ao fundo a preocupação demasiada dela em relação à campa, e com a parte da família hípócrita que não poderia desmarcar seus ilustres compromissos para dar adeus ao tio. Era um alívio para muitos o 'fim'. Uma certeza de contenção de gastos e preocupação. Eu pensava, que se nem nessa hora podiam ser complacentes, quando seriam? Meu pai também se absteve. Era sua forma depressiva de sentir. O Auto-Cárcere.
No dia seguinte tinha a árdua missão de cuidar da vovó e da casa, mas sem pretensões em ser equivalente a Cleonice.
Os nervos estavam a flor da pele. E em meio a 'telegramas telefônicos fúnebres', uma chuva torrencial e intermitente, fomos ao velório.
Havia ainda o problema da roupa, que precisava ser buscada em sua casa, e temiam pelo 'endurecimento cadavélico'.
Quando adentrei, meu pai fôra de encontro à tia, pois soubemos que o jazigo da família, tinha sido comprado em 1920, e sofria riscos de desapropriação.
MORRER EXIGE ESPAÇO.
Foi necessária a exumação da tia Margarida, oficializada pela família dela.
Agora a ' caixinha' ficaria perto do tio.
O enterro estava marcado para as 4, mas as pessoas chegaram as 3. Aquela coisa toda da cordialidade estúpida.
Até que vi um GATO, sim minha gente, um felino deitado numa das cadeiras da sala mórbida. Alguém questionou sobre ser o gato do tio João, um que mesmo depois de atacá-lo ferozmente, continuava sendo 'seu filhinho'. O gato permanecera lá até o corpo sair. Quieto, deitado, espectador.
Me INTRIGOU. MESMO.
Passadas das 4, da quarta, ainda não haviam decidido toda a burocracia da campa.
E o maldito padre, disse que não daria tempo da oração. para uma família católica, isso resultaria no 'arder no inferno'.
Ele rodeava e pressionava minha tia com o tempo. e ela nada podia fazer a não ser esperar.
Aquele diácono desgraçado, ou sei lá o que, queria era sair mais cedo.
Depois distribuiu uns folhetos, fez uma leitura porcamente rápida, e assim pode se fechar o caixão com todo o louvor eufórico católico.
Exatamente nessa hora, a Cléo teve um piripaque dos bravos e desmaiou.
Eu segui o cortejo de uma meia dúzia ou menos, enquanto parte dos presentes a acudia.
Depois de longa caminhada, finalmente chegamos.
Ajudaram a largar, isso mesmo, largar o caixão próximo a gaveta e zarparam como fugitivos que tem na porta aberta a chance de liberdade.
Eu lá fiquei. Morrendo de dó do tio ser enterrado ali, sozinho.
Eu, mais três coveiros e um cachorro grande, preto, imponente, que ficou deitado sobre a campa até o tio ir mesmo concreto abaixo.[sim, eles não enterram mais ninguém].
e quem disse que o tio cabia?
Quebra daqui, dali, gira, amarra a corda.
E eu entre meus pensamentos , ali na terra dos mortos. Me vinha a prima da tia e do pai oxigenada. O gato branco na cadeira. O desespero da Cleonice, a mesquinhez de alguns, que falavam em dinheiro na poupança,nos móveis a serem ofertados a um antiquário.
Ali estática, muita coisa passava. No silêncio mortal. No sopro vital. No alicerce qua ainda me mantém respirando.
E a tarde caía. Feito máscara de político.
As placas grandes, o tijolo, o cimento.
Meu pai surgiu.
Agradeceu à eles com vil metal e sorrisos singelos.
Descemos a semi colina.
E assim, naquela quarta-feira, o homem quase centenário, quase interminável, desceu a 7 palmos enfim, de terno.

terça-feira, 28 de julho de 2009

[13 milhões em investimentos para VIVISSECÇÃO!]

Absurdo a informação logo pela manhã, que me deixou perplexa e raivosa.
Toda essa grana em investimentos para torturar OS POBRES DOS PORQUINHOS.
Mas os direitos humanos sancionam perante aos mais inescrupulosos, e não intervem quando se trata dos '4 patas'.
Porque seres humanos lixos, não são usados para isso?
[TESTANAMÃE]

DIGA NÃO À VIVISSECÇÃOOOOO!

amaisestranhahistóriadeamorquealguémjáescreveu

[coisas de amor para meu marido]

Sigo o infinito,
Tropeço no acaso,
Atravesso o descaso, e ali está você...
Passeio entre as ruínas,
Viajo pela calmaria,
Reviro meus avessos, e ali está você...
Caminho no absurdo,
Me perco no profundo,
Chego ao submundo, e ali está você...
Sonhos dilacerados,
Medos concretizados,
Verdades estampadas, e ali está você...
**********************************************************************************

Milhões de autores tentaram ilustrar o que é amor...Alguns dizem que 'é ferida que dói e não se sente,' outros disseram que 'a medida de amar é amar sem medida', ou que o amor é sentimento egoísta...
Mas ninguém é capaz de nomear, enquadrar, exemplificar, o que se passa nesse coração complexo...
Adentrou em minhas artérias sem pedir licença...Invadiu meu 'latifúndio', e ali permaneceu...Com graça, com amor, com sonhos...
Amigo, irmão, confidente...
Sem você, simplesmente não sou...
Deu a mim seu riso, o seu verdadeiro 'eu'...
Passeamos entre lágrimas e satisfação...Pegue minha mão e vá comigo, pra longe, pra perto, ou somente para dentro de mim...Porque me conheces, me estima, me respeita...
Que os 'grandes' me perdoem...Mas não podem medir a dimensão de meu apreço, minha dedicação a você!
Dizer que te quero perto por toda vida é quase um pleonasmo...
TE AMO do fundo da alma...Meu espírito complacente...!

[Vanguard _ Semáforo]

Hoje é terça-feira
O céu borrou a cor
Ó minha mão do céu
Ó meu pé do chão
Ó minha mão do céu
Ó meu pé do chão
Eu não ouço vocês
Eu não ouço vocês
Eu não creio em vocês

Só acredito no semáforo
Só acredito no avião
Eu acredito no relógio
Só acredito
Eu só acredito

Hoje é terça-feira
E o céu se põe debaixo do tapete
Um tesouro
Eu não acredito, eu não acredito, eu não acredito, eu não acredito não

Só acredito no semáforo
Só acredito no avião
Eu acredito no relógio
Acredito no coração

Não, não, não

Hoje é terça-feira
Hoje é terça-feira
Todos meus amigos
Todos meus amigos
Todos meus amigos
Todos seus amigos
Todos meus amigos
Todos meus amigos
Todos meus amigos
Voam...voam...voam

Com olhos de anis
Com asas de fogo
E meus olhos cheios
De mágoa então

Hoje é terça-feira
Hoje é terça-feira

Todos meus amigos
Todos meus amigos
Todos meus amigos
Todos seus amigos
Todos meus amigos
Todos meus amigos
Todos meus amigos
Todos meus amigos
Querem morrer...
Querem morrer

sábado, 25 de julho de 2009

[queroviverqueroouvirquerover.]

Era uma noite de inverno. Daquelas que congelam mãos e cérebro, daquelas que sentenciam sedentarismo e resguardo.
Aquelas noites de improviso, de desvios de atenção, de procura, de 'achismos'.
Era quase madrugada quando murmurou em meus tímpanos. Quando senti 'falta de sentir falta' de ti.
Guardei em meus lábios a desesperança de nossos desencontros.
Busquei nestes anos todos, a eXpectativa de lhe ter.
E rodopiamos em grandes círculos, e despedaçamos a vontade, o que fez todo o sentido.
E o panapaná intermitente, volta a me assombrar.
Em uníssono, minha garganta, mente, hão de gritar.
Vendo o cinzeiro se mover, o livro a me dizer, o som a ecoar.
Na garupa do cometa, indo distante, não tem de importar.
Ensinaste a não pensar, mas o que há de se prever?
Se és minha sina bizarra, e eu sou tua alergia incrustada.
Se minha sociofobia não se estende a você.
Se minha covardia me fez retroceder.
Mas ouvir tua melodia,
Irradia, faz sorrir simples,
Leve, nostalgia.
Destrua meu tédio.
Assim, dia após dia.


[80 anos da vovó.]
[saudadeZ.^^]
[tattoo nova.]
[tattoo nova(2)]
[cabelo novo.]
[sonhos novos.]
[lendo: Nydia Licia.]
[ansiosa pelo 'clubinho do cinema'.]
[quero Alice logoooo!;]

bjovêsemeerra!
^^

quinta-feira, 23 de julho de 2009

[.além do que se vê.]

Observa.
As folhas que correm de ti, secas, frágeis, MORTAS.
Observa.
As faces gélidas, descendo em estações, sucumbindo às SENSAÇÕES.
Observa.
O riso farto, desmedido, DECLARADO.
Observa.
Os passos largos, a pressa bestial, a face CONFIDENCIAL.
Observa.
Mas não pense.
Nada deve mais importar.
[numa conversa de 2 horas com muitos risos e novos ensinamentos.]
[eu não sou daqui, eu sou de MARTE.!^^]



Câmbio desligo!

quarta-feira, 22 de julho de 2009

[estar sorrindo assim é normal???]

É...
Realmente preocupante...!
DANGERRRR!!!!!!!;]
Fico o dia todo sorrindo ao nada, com um humor incrível.!
Aonde foi parar toda a melancolia? Trocou de endereço, de coração.
O resto é apenas Nostalgia.!


['na queda eu me despedacei, mas eu já me permito MUDAR.']




*Love*



;]

sexta-feira, 17 de julho de 2009

[A que não toma café + A que não faz café = RISOS SEM FIM]

Porque até as reuniões mais chatas do Universo, ocorrem os sorrisos de doer o estômago...!



;]

quarta-feira, 15 de julho de 2009

[Nota]

Não falo mais em futebol.
Pelo menos, por enquanto.Porém antes disso, as considerações.
Afinal, tá parecendo mais o programa do Roberto Justus.
Segue-se a listagem dos 'demitidos':
Muricy Ramalho.
Vanderlei Luxemburgo.
Vagner Mancini.


E os 'CHATÉRRIMOS' corinthianos, vivem exaltando a 'boa fase'.
Obviamente, anulando as 'péssimas fases' dos outros clubes.
Afinal, os gambás ganharam um sócio, patrocinado pela nike e pela rede BOBO.



.enquanto isso, eu vou rindo a toa, com nossos respeitáveis 3 títulos mundiais, 3 libertadores, e 6 brasileiros.


=)))))
AVANTE TRICOLOR!=)

[Você já testou sua tolerância hoje???o.O]

terça-feira, 14 de julho de 2009

[falemaldemimfaleoquequiserdemim]

Poxaaa...Meu subconsciente é uma merda mesmo.
Não quero mais sonhar, ter pesadelos, enfim, seja o que for, eu quero que pare.
Afinal, se dormir é para descansar, não há de ser para desordenar meus sentires.



*A fulana dizia que sim...!!!
Que eu era GORDA!



[semcontarsuacaradejunkie]





E o inconformismo surge por conta da [caradepaultda.=*]
Palavras podem soar tão falsamente quanto a ferruada de um escorpião.

Sabe, quando você não acredita que nada tenha sido verdade?
Que momentos foram desperdiçados/despedaçados, e apenas coadjuvou perante à isso?


Que o filme se repete, e que ainda se envaidece.
Meu desprezo profundo.
[bizarricesdefinsdetarde]

.'Tudo que é sólido desmancha no ar.'



...

sábado, 11 de julho de 2009

[...o que faz ser diferente.!]

Olha...As mesmas árvores, com suas sombras mórbidas, a pequena praça, cheia e cães e solidão.
As mesmas vielas, as paredes sempre da mesma cor. O cinza que pulsa sob o céu de metrópole.
Vazio, medo, interrupção.
Os mesmos rostos falhos. Os mesmos sorrisos empalhados. As mesmas lágrimas contidas e ardidas.
As mesmas sensações.
Impulsivas.
O mesmo dar de ombros, o mesmo silenciar entre os escombros...
O mesmo som ao despertar. O mesmo medo ao se deitar.
O mesmo procurar eterno e interrupto.
O mesmo sabor do escuro.
Mais do mesmo.
Apenas um pouco mais.
Repetindo, sublinhando.
Os mesmos passos em direção à coisa alguma.




ejectplay....!



;]

terça-feira, 30 de junho de 2009

Sabe quando a sua vontade se resume a tomar uma pílula que te faria se tornar um alguém mínimo?
uma pessoinha tão pequena q caberia nos bolsos?!
O.O
minimimmmmmmm!rs



;]

segunda-feira, 22 de junho de 2009





.abre as cotinas pra mim, que eu não me escondo de ninguém.

sábado, 20 de junho de 2009

Roulette
System of a Down
Composição: System Of A Down

I have a problem but i can't explain,
I have no reason why it should have been so plain,
Have no questions but I sure have excuse,
I lack the reason why I should be so confused,

I know, how I feel when I'm around you,
I don't know, how I feel when I'm around you,
Around you,

Left a message but it ain't a bit of use,
I have some pictures, the wild might be the deuce,
Today you saw, you saw me, you explained,
Playing the show and running down the plane,

I know, how I feel when I'm around you,
I don't know, how I feel when I'm around you,
I, I know, how I feel when I'm around you,
I don't know, how I feel when I'm around you,
Around you, around you

I, I know, how I feel when I'm around you,
I don't know, how I feel when I'm around you,
I, I know, how I feel when I'm around you,
I don't know, how I feel when I'm around you,
Around you, around you, around you, around you,
around you...

Dormir por quase 14 horas, significa que você não quer se defrontar com o mundo.
Portanto, os sonhos intermináveis, podem ter os significados que você quiser.
Sonhara com o carro, com uma estrada totalmente escura, obscura, cheia de árvores com rostos.
O único meio de enxergar era pelos faróis.
E eu, sutilmente, entendia tudo isso como 'os olhos de meus amigos', iluminando meus caminhos que não entendo. A luz que irradia.



...

quarta-feira, 17 de junho de 2009

[Versos Teimosos]

Escrevi em milhões de fragmentos de papel, em cadernetas, em post its, enfim, lembretes, frases, sensações ao travesseiro e ao som de determinadas canções. E fui relutante a escrever por aqui, tornando público meus maus agouros e minhas pseudo poesias, contos, desabafos.
Tanta coisa aconteceu, bombas atômicas explodiram minha vida. Mas tudo me fez racionalizar, adequar e pedir pra ir embora desse corpo, desse mundo, fôra inevitável...=(
E repensei de forma crua, como se a venda fosse arrancada junto com minhas pálpebras, mas pude enxergar, finalmente.
Que a existência é marcada por 'faltas de'.
Há de se aprender a viver sem mãos,
Braços, pernas, filhos, sonhos famintos.
Há de conviver com amores frustrados,
Com marasmo, indignação.
Viver é APRENDER A LIDAR COM AS FALTAS.
Detesto aqueles conformistas otimistas, que dizem que é assim mesmo, e que você deve sorrir e manter a cabeça erguida, feito soldado forte.
Eu quero o direito de ser fraca.
De poder ainda dizer que tudo isso não só me incomoda, como me faz ser infeliz de verdade. Que comoções gerais já não me sensibilizam, que palavras tornaram-se nada além de palavras.
E eu vou assim...Temendo contemplar rosas pelos ferimentos causados por alguns espinhos.
Na descrença do amanhã promissor.
Na falência dos sentidos reais.
Perder não é uma condição...É FATO!




'prever serviu pra eu me enganar.'

[Sempre pode pintar uma jamanta na esquina. - Caio Fernando Abreu]‏

Estás desempregado? Teu amor sumiu? Calma: sempre pode pintar uma jamanta na esquina.

Tenho um amigo, cujo nome, por muitas razões, não posso dizer, conhecido como o mais dark. Dark no visual, dark nas emoções, dark nas palavras: darkésimo. Não nos conhecemos a muito tempo, mas imagino que, quando ainda não havia darks, ele já era dark. Do alto de sua darkice futurista, devia olhar com soberano desprezo para aquela extensa legião de paz e amor, trocando flores, vestida de branco e cheia de esperança.Pode parecer ilógico, mas o mais dark dos meus amigos é também uma das pessoas mais engraçadas que conheço. Rio sem parar do humor dele- humor dark, claro. Outro dia esperávamos um elevador, exaustos no fim da tarde, quando de repente ele revirou os olhos, encostou a cabeça na parede, suspirou bem fundo e soltou essa: -"Ai, meu Deus, minha única esperança é que uma jamanta passe por cima de mim..." Descemos o elevador rindo feito hienas. Devíamos ter ido embora, mas foi num daqueles dias gelados, propícios aos conhaques e às abobrinhas.

Tomamos um conhaque no bar. E imaginamos uma história assim: você anda só, cheio de tristeza, desamado, duro, sem fé nem futuro. Aí você liga para o Jamanta Express e pede: -"Por favor, preciso de uma jamanta às 30h15, na esquina da rua tal com tal. O cheque estará no bolso esquerdo da calça". Às 20h14, na tal esquina (uma ótima esquina é a Franca com Haddock Lobo, que tem aquela descidona) , você olha para esquina de cima. E lá está- maravilha!- parada uma enorme jamanta reluzente, soltando fogo pelas ventas que nem um dragão de história infantil. O motorista espia pela janela, olha para você e levanta o polegar. Você levanta o polegar: tudo bem. E começa a atravessar a rua. A jamanta arranca a mil, pneus guinchando no asfalto. Pronto: acabou. Um fio de sangue escorrendo pelo queixo, a vítima geme suas últimas palavras: -"Morro feliz. Era tudo que eu queria..."

Dia seguinte, meu amigo dark contou: - "Tive um sonho lindo. Imagina só, uma jamanta toda dourada..." Rimos até ficar com dor na barriga. E eu lembrei dum poema antigo de Drummond. Aquele Consolo na Praia, sabe qual? "Vamos não chores / A infância está perdida/ A mocidade está perdida/ Mas a vida não se perdeu" – ele começa, antes de enumerar as perdas irreparáveis: perdeste o amigo, perdeste o amor, não tens nada além da mágoa e solidão. E quando o desejo da jamanta ameaça invadir o poema – Drummond, o Carlos, pergunta: "Mas, e o humour?" Porque esse talvez seja o único remédio quando ameaça doer demais: invente uma boa abobrinha e ria, feito louco, feito idiota, ria até que o que parece trágico perca o sentido e fique tão ridículo que só sobra mesmo a vontade de dar uma boa gargalhada. Dark, qual o problema?

Deus é naja - descobrimos outro dia.

O mais dark dos meus amigos tem esse poder, esse condão. E isso que ele anda numa fase problemática. Problemas darks, evidentemente. Naja ou não, Deus (ou Diabo?) guarde sua capacidade de rir descontroladamente de tudo. Eu, às vezes, só às vezes, também consigo. Ultimamente, quase não. Porque também me acontece – como pode estar acontecendo a você que quem sabe me lê agora - de achar que tudo isso talvez não tenha a menor graça. Pode ser: Deus é naja, nunca esqueça, baby.Segure seu humor. Seguro o meu, mesmo dark: vou dormir profundamente e sonhar com uma jamanta. A mil por hora.




[ e estamos aqui, aguardando nossas 'jamantas'...]

[Mário Quintana]

A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.

Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê, já passaram-se 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado.

Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho,
a casca dourada e inútil das horas.

Desta forma, eu digo:
Não deixe de fazer algo que gosta devido à falta de tempo,
a única falta que terá, será desse tempo que infelizmente não voltará mais.

domingo, 14 de junho de 2009

Já diria eu...



Deixava aquilo que era velho, descabido e roto a muitos passos para trás.






Num desses devaneios em bus lotado e mente vazia...
alguém aí entende, eu sei....!!!!


:}




^^

Chorar por tudo que se perdeu, por tudo que apenas ameaçou e não chegou a ser, pelo que perdi de mim, pelo ontem morto, pelo hoje sujo, pelo amanhã que não existe, pelo muito que amei e não me amaram, pelo que tentei ser correto e não foram comigo. Meu coração sangra com uma dor que não consigo comunicar a ninguém, recuso todos os toques e ignoro todas tentativas de aproximação. Tenho vergonha de gritar que esta dor é só minha, de pedir que me deixem em paz e só com ela, como um cão com seu osso.
A única magia que existe é estarmos vivos e não entendermos nada disso. A única magia que existe é a nossa incompreensão.

Caio Fernando Abreu

Posso ir aonde quiser.
Posso sentir o que vier.
Posso escolher.
Posso absorver.
Posso subverter.
Posso o tudo, o nada.
O intemediário.
O fracionado.
O insensato.

terça-feira, 9 de junho de 2009

[aos escrotos desse mundo vil....]

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Você prefere viver somando ou subtraindo?

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Porque o encaixe há de ser tão simétrico?
Preciso do 'meu' vestido vermelho.
E felicidade, assim, em escalas industriais.
Mais doses homeopáticas de esperança.
E paciência.

...



[Minhas raízes estão no ar, minha casa é qualquer lugar, se depender de mim EU VOU ATÉ O FIM...- Engenheiros.]

Meteoro (Marte Leiser-Brill – Frankfurt, 14/05/1919)

Quando as folhas de seiva jovem,
Ainda se desdobrando em crescimento e enfeitando-se com flores –
Caírem por terra sob o toque do outono,
Estarei só.
Pois tu seguirás o teu caminho em direção às trevas
Longe de mim e, inconstante, às mulheres estranhas te entregarás.
Não temos o dom de deter a felicidade
Que se esvai pelas nossas mãos.
E tu, sonhador leviano, talvez nunca sentirás a minha falta,
Ou lembrarás que teu ser está tão indissoluvelmente ligado ao meu –
O que em mim se manifesta por dores dilacerantes no âmago da alma –
Nem que nós somos estrelas, resplandecentes e distantes,
Destinadas a nos encontrar no espaço infinito
Uma única vez, para
Segundo uma lei inerente
Para sempre nos amarmos.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Eu só tenho a lhe agradecer.
Pela inspiração iminente em meu ser, que me fez escrever milhões de poesias, contos, sinfonias, sincronias do meu ser.
Pelo ânimo em manhãs desanimadoras, de trabalho árduo e mente vazia.
Pelo brilho nos olhos, pela percepção de cores, no céu da boca, no céu da metrópole, na cor da saudade.
Pela sensação gélida, o furor estomacal, aquela sensação ansiosa, juvenil, do playcenter no dia seguinte.
Pelo cheiro de algodão doce, dama da noite, maçã do amor e satisfação.
Por ter a certeza que o amor não é filme, nem novela, nem utopia, nem perdição. Que ele se materializa, as vezes da forma mais clichê, mais inoportuna.
Pela vida que fez renascer, meu corpo moribundo de sentires.
Tudo isso, já fez valer a pena.




Por Amanda.

;]

[Não lamentes por algo que terminou. Comemore por ter acontecido. - Neruda.]

terça-feira, 12 de maio de 2009


[Giz - Legião urbana, para minha pequena...!]

[Sentidos]

......................Olfato..................
Prenderei a respiração até que me sufoque.
Sentirei o odor dos passos distantes.
E das linhas horizontais errantes.



*Unhas vermelhas, opiniões derradeiras*
[sufoco, pouco, de mal gosto.]



[Lendo- A menina que roubava livros]
[Ouvindo - Depeche Mode]
[Escrevendo tolices.]
[Mudando o tom.]



'Como poderia negar teu afeto amigo, se não há ninguém nessa esfera, que há de se parecer tanto comigo??!!!.'




Ela via o céu em cores vulcânicas. Que queimavam seu coração, e sua face semi santa.!

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Pablo Neruda

De otro. Será de otro. Como antes de mis besos.

Su voz, su cuerpo claro. Sus ojos infinitos.

Ya no la quiero, es cierto, pero tal vez la quiero.

Es tan corto el amor, y es tan largo el olvido.

Porque en noches como esta la tuve entre mis brazos,

mi alma no se contenta con haberla perdido.

Aunque éste sea el último dolor que ella me causa,

y éstos sean los últimos versos que yo le escribo."



(do "Poema 20" de "Veinte poemas de amor y una canción desesperada)

segunda-feira, 4 de maio de 2009

De repente a gente perde a bendita da paciência.Com futilidades, com gente POLIpolar mimada e sem graça. A gente tem arrepios de tédio, em aguentar provocações baratas. A GENTE CANSA. Aprende, esquece.
A gente percebe que não há de suportar ciclos viciosos, tortuosos, juvenis.
A gente cresce pra não desaparecer.
A gente junta coisas pra coexistir.
E realmente, não espera muita coisa das pessoas. Em suma, não constrói mais castelos inexatos.
Não suporta mais mensagens subliminares, ataques de histerismo, de egocentrismo, de redenção.
Dá preguiça em pensar nas falências, nas crenças.
E eu acho graça, eu faço pirraça, eu quero o mais.
O estrago, sem deixar rastro.



[That's just a dream.Just dream.]

quarta-feira, 29 de abril de 2009

A gente aprende a colar os pedaços.!

terça-feira, 28 de abril de 2009

É o que pulsa o meu sangue quente
É o que faz meu animal ser gente
É o meu compasso mais civilizado e controlado
Estou deixando o ar me respirar
Bebendo água pra lubrificar
Mirando a mente em algo producente
Meu alvo é a paz!
Vou carregar de tudo vida afora
Marcas de amor, de luto e espora
Deixo alegria e dor ao ir embora
Amo a vida a cada segundo
Pois para viver eu transformei meu mundo
Abro feliz o peito, é meu direito.

[Compasso - Ângela Ro Rô.]

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Não sou do caos nem do triunfo. Nem de lamentações, nem de desprazeres. Minha cabeça é roda gigante de parque.
O meu luxo é o lixo. O meu descaso, meu maior disparate.
São sorrisos de dor no abdômen. São dúvidas com sabor de cereja.
Eu quero mostrar o meu mundo nesse submundo. Neste vasto, raso, largo mundo.
E o que sempre nos resta, é poder olhar pelas frestas.
Podando as arestas, traçando linhas verticais.
Eu quero o absurdo, o noturno, os olhos mudos.
As calçadas da lama, as tramas sem final feliz.
Quero a impureza, a sutileza, as cartas na mesa.
E quero as manhãs de vento frio e mãos quentes.
As torturas breves do inconsciente.
E voar, voar, voar...Sem tirar os pés do chão.










[Deixamos 1 vida chata, pra tornar 2 divertidas.!]
[Antes ela reparava no meu olhar, nos meus sorrisos, na minha bunda.Agora ela só se preocupa com meu fígado.]
[A gente nasce, cresce,se casa, tem filhos, fica doente, fica feliz, fica triste. Esse é um script que ninguém escapa.!]
[Divã - de Martha Medeiros.]

quarta-feira, 15 de abril de 2009

[Vik Muniz, Diamond Divas, Srta. Monroe.]

[Procure]

Procure dissolver os pensamentos ruins.
Procure enfilerar-se junto a essa corja.
Procure valor em coisas tolas, em coisas sórdidas.
Procure sua alma neste corpos montados pra discórdia.
Procure uma ilusão nas impurezas.
Procure uma diversão com as desgraças alheias.
Procure a ironia em sua fraqueza.
Procure dentre a destruição, a sutileza.
Procure na amarguidão, a fração de docilidade plena.
Procure na submissão, a sua realeza.
Procure no marasmo, a superação.
Procure na noite, a subversão.
Procure nos espinhos, a ressurreição.
Procure nas armas, a chance do perdão.
Procure nos olhares, uma sensação.
Procure em si, uma libertação.
Procure , há de encontrar...!
Em uma esquina, em um coração partido, em uma vã esperança, que é relutar...
[Amanda]

Pra ficar Legal.

Agora não...ainda é cedo pra entender
Vou sair do ar um tempo
Na contramão do que está por acontecer
Vou respirar com paciência

Sei que lá fora brilham luzes artificiais

Lá fora o fogo das caldeiras pede mais e mais

...querem sempre mais...

Louco pra ficar legal : longe da euforia industrial

Louco pra ficar legal : longe da histeria carnaval

Agora não...muito tarde pra entender
Eu tô fechado pra balanço
Na contramão de tudo que dizem que aconteceu
Eu vou...sair da área de alcance

Sei que lá fora a banda toca em outro tom

Lá fora ainda rimam soluções

Lá fora violência vende mais

Louco pra ficar legal : longe de um romance policial

Louco pra ficar legal : longe porto alegre-rio-nepal


Louco pra ficar em paz : louco pra ficar legal

[Engenheiros do Hawaii]

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Audácia...Essa é a palavra... Viver nada mais é do que ser audacioso.
Ou em alguns casos, ser extremamente teimoso.


...

terça-feira, 7 de abril de 2009

[Vítima dos narcisistas]

De repente ele (ela) aparece na sua vida. Não medem esforços nem tempo pra te conquistar. Você reluta a princípio, mas acaba cedendo. Eles então se mostram extremamente sedutores, sinceros, gentis, inteligentes, “misteriosos”, bem resolvidos.... O sexo com eles é intenso, amoral e sem limites. Parece que advinham os nossos pensamentos e nos dão exatamente aquilo que desejamos num relacionamento. Não cometem erros nem gafes. Tudo se encaixa. É perfeito demais. Você não tem dúvidas: encontrou a sua "alma gêmea". Você se apaixona perdidamente, se entrega, e quando percebem isso, então acontece: PUFF ! Ele (ela) simplesmente desaparecem da sua vida como num passe de mágica, ou então mudam radicalmente o comportamento. Agora eles são cruéis, cínicos, manipuladores, indiferentes, distantes, extremamente frios e até debochados ! Te criticam o tempo todo. Não assumem a responsabilidade por nada e te culpam por todos os erros que cometem. Hora parecem te odiar e desprezar, hora dão sinais de que "ainda" gostam de você. O relacionamento dos seus sonhos torna-se então um pesadelo sem fim.
Você tenta de tudo pra resgatar aquela pessoa que te seduziu e pela qual se apaixonou no início do relacionamento, mas nada parece funcionar. As coisas só pioram com o tempo. Você entra em crise e acha que o problema está em você. Tenta mudar a aparência pra se tornar mais atraente, procura terapeuta, ajuda de amigos, igreja, centro espírita, faz promessas, etc, etc.... e nada parece modificar o comportamento cada vez mais destrutivo e cruel do seu parceiro (a). Para a sua desgraça, o que você não sabe é que foi vítima de um narcisista. Pessoas que desenvolveram uma neurose chamada “Narcissistic Personality Disorder” (NPD) ou em português “ Distúrbio narcisista de personalidade”. São incapazes de amar e de estabelecer qualquer vínculo afetivo verdadeiro. Se unem as pessoas (inclusive familiares) movidos por algum interesse específico, um feitiche ou vários interesses ao mesmo tempo, tais como: sexo, status, dinheiro, poder, segurança, adulação, etc, o que os especialistas chamam de “narcissistic supply”. Os mais virulentos apresentam algum tipo de comportamento obsessivo-compulsivo, seja por comida,sexo, compras, trabalho, etc e têem ataques de raiva e ansiedade, podendo se tornar bastante agressivos tanto física como verbalmente. Os mais radicais geralmente escondem uma vida dupla (de dia trabalham e estudam normalmente, demonstrando serem “acima de qualquer suspeita”. A noite são prostitutas, atores (atrizes) pornôs, acompanhantes ou mantém vários relacionamentos superficiais paralelos). O lema de vida deles pode ser resumido na seguinte frase : Amor ? Não seja ridículo !
Cerca de 30% da população apresentam algum grau de NPD e destes, 60% são do sexo masculino, portanto, a possibilidade de você ter esbarrado ou vir a esbarrar com vários desses verdadeiros e terríveis vampiros emocionais é muito grande.
[Um das poucas comunidades do orkut que tem algo a dizer...O texto é very nice.;)]

sexta-feira, 3 de abril de 2009

[Torturas pós-modernas]

Ontem, em frente à caixa mágica, fui agraciada com os "brothers" em mais uma atividade de cunho extremamente interessante. Todos confinados em um carro, tendo de mudar de lugar dentro dele sem abrir portas ou janelas, mediante ao som estridente de uma buzina que insistia em tocar sem intervalos.
Ora, pergunto a vocês, porque não há de ter um BBB sem os esteriótipos cansados de todas as edições?
Entre os participantes, poderíamos ter um Hare Krishna da praça da República, um mendigo da Sé, um índio do Xingú e uma prostituta da Augusta. Poderíamos também ter alcóolatras, artistas circenses e cantores de churrascaria. Talvez até cobradores de lotação, ou fervorosos "crentes em Cristo".
Mas pelo amor de deus!Nada de bundas gigantescas, um afrodescendente e um homossexual apenas pra mostrar que não temos intolerância.
E quero um paredão com Bial versus Galvão.
Ou que seja, ao menos, um paredão de fuzilamento.(By Sr. Sutileza).
Desligue essa PORRA e vai ler um livro pô!
[Câmbio desligo]

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Como a gente faz quando acha que desmoronou-se tudo? O que é ser sem estar, o que é provar sem sentir?
Cansei de ter uma culpa não minha, e da auto flagelação a que me propunha. Ora, se lamentar, esperar e agonizar não fôra suficiente o que mais seria?
A quem deveria provar inocência? A quem preferiu a decadência surda e mortal? Para quem falaria de confiança? A quem pediu-me fingir?
Se nessas aparências devo prosseguir, que faça. Desarmei, sumi, saciei.
Descobri meu valor na dor. Descobri minha esperança na desilusão mais profunda.
Aguentei grosserias e maus agouros. Suportei partidas, palavras gélidas, indiferença, nostalgia. Ignorei, relevei, compreendi, lutei. E o que fez? Vi braços cruzados e insensatez. Vi guerreiro fraco, vi olhos manchados, vi o que há de mais estático.
E não quis a pena, a parte pequena que reservou a mim.
E só sobrou o que tinha de mim. E isso era um tanto tão grande, que quando dei por mim, estava assim, a sorrir.

Eu falava:'Cazuza, você esconde o melhor de você. Você fica mostrando essa coisa escrota sua, que é uma mentira.'


[Ney Matogrosso, Folha Ilustrada, 2009.]

segunda-feira, 30 de março de 2009

[Fiquei em milhares de cacos, fiquei ao meio.]

Há certas coisas que me indignam mesmo. Há certas coisas que alteram tanto meu humor, a ponto de achar que não posso mais suportar. Devo minha existência à duas pessoas, quer dizer, a três, porque isso inclui a mim mesma. Me salvaram de mim mesma.[Veronika decide MESMO morrer.]Eu tive medo dessa vez. Aquele medo que sufoca, que dá nó nas entranhas.Amarguidão na garganta. Tremedeira, silêncio...

terça-feira, 24 de março de 2009

Fuck Forever!





[Why so serious?o.O]

[Zeca Baleiro _ Bandeira]

Eu não quero ver você cuspindo ódio
Eu não quero ver você fumando ópio, pra sarar a dor
Eu não quero ver você chorar veneno
Não quero beber o teu café pequeno
Eu não quero isso seja lá o que isso for
Eu não quero aquele
Eu não quero aquilo
Peixe na boca do crocodilo
Braço da Vênus de Milo acenando tchau

Não quero medir a altura do tombo
Nem passar agosto esperando setembro, se bem me lembro
O melhor futuro este hoje escuro
O maior desejo da boca é o beijo
Eu não quero ter o tejo escorrendo das mãos
Quero a Guanabara, quero o Rio Nilo
Quero tudo ter, estrela, flor, estilo
Tua língua em meu mamilo água e sal

Nada tenho vez em quando tudo
Tudo quero mais ou menos quanto
Vida vida, noves fora, zero
Quero viver, quero ouvir, quero ver
(Se é assim quero sim, acho que vim pra te ver)