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segunda-feira, 31 de agosto de 2009

[Uma mentira repetida milhões de vezes, se torna VERDADE.!]

Pois é. Isso e sem mais. Ou um pouco do nada. Ou a metade do tudo.
E como um sopro. SAIU. VOOU. SUMIU. CUROU. Estava ali, deixando ser assombrada e distanciando-me na #ilusóriaesquizofreniafrenética#.
E o sentido mais absurdo das coisas, era que nada, nada mesmo tinha um certo sentido. Porque pessoas não são brinquedos que se largam em estantes. Que arrancam corações de papel e pedra.
É. Dizem que a desitência é motivada pela falta de fé. E na verdade, é pelo cansaço.
O que nos cansa, nos faz reclinar.
E não por falta de audácia, ou de ir à luta. Pelo simples fato de [ter preguiça].
Onde há tanto querer em não querer? Ou apenas se quer aquilo que não se tem?
Na verdade, o que é, há SEMPRE, de ser.
Não há quem mude. A natureza condena, desde o primeiro sussurro, o que há de propagar a todo o mundo.
E quem tem, a propriedade do sentimento surdo. Aquele que cala, que mente, que surpreende.
Quem é fálico emocionalmente, pode ENFIM,SE APAIXONAR?
A cara escancarada, com lágrimas secas e braços feito fortaleza, o que a menina de cabelos de fogo iria enfrentar?
Apoiou-se sobre as colunas do sentimentalismo. Ancorou-se em seu mar de dor. Lamentou-se por ter falhado.
Mas quem seria ela agora então?
Sufocou seus instintos, efusivos sorrisos.
E tentou ser amada na mesma proporção em que amou.
E tentou resgatar algo que nunca realmente foi.
Mas ergueu-se. Abriu mão desse penoso capricho.
Esse misto de redenção e suicídio. Essa história de fobia, raiva, corações esmagados.
PARTIDOS.
E escolhi, o caminho da não-sofreguidão.
E com seus cabelos de fogo, ela sorriu besta.
Porque enxergou semi atores num roteiro de quinta.
Porque brindou com taças de sonhos. De esperanças vindas de qualquer lugar.
E foi puramente Amanda. No antes, no durante e no depois. Não quis o dualismo ridículo do mundo. Não quis sair pelos fundos.
Não quis amendontrar-se de si. Levantou-se, como se o chão não mais se abrisse, deixando-a cair no precipício.
Desmoronou-se, por não saber ser o que pretendia.
Enxugou mais uma vez as lágrimas que vertiam de seus olhos, inundando seu espírito de desilusão e desamor.
E sorriu mais uma vez, feito bolo de chocolate.
E sentia ser, a torta de blueberry. Tão distante de tudo que a cerca. Tão peculiar, tão espantosamente paralela.
E de forma estupenda, encheu os pulmões nicotinados, digitou milhões de palavras, penteou os cabelos e dormiu em paz.
Tantos dias e noites pra esquecer e lembrar.
Noites e dias desérticos, bisextos, introspectivos e incertos.
Ela gargalhou e posou. Sussurrou, andou e como dançou.
Pediu permissão pra ser imbecilmente, fatalmente, socialmente, feliz.
Ficou por horas a fio num trânsito do caos, com rostos mediócres, com esperanças subnutridas.
Esperou, cantou, leu. Chorou mais uma vez por não suportar.
Não mais a partida, não mais a despedida.
O horror das falsas promessas.
O que te restou, foi apenas um pedaço. Um pedaço de uma cama, de um filme, de uma canção, de um amor que estragamos. A você restou um início de fim. Uma 'salvação', um ato de solidão e desespero.
Pra você apenas o médio, o incompleto, o menos, o vazio, o quase intenso,o quase verdade, o quase feliz.
Pra você uma fagulha de afeto, pra você, o que restou de nós, e que pra sempre viverá. #massaibaqueeuestouemvocêmaisvocênãoestáemmim#. Eu mereço tão, tãooo mais.!
Porque os cabelos de fogo agora voam livres. Transformando o que não convém em cinzas. [essaépravcCeci.]
Esses sorrisos de plástico.
E eu vou pelas beiradas, fazendo das agruras.
A minha espada.





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