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segunda-feira, 31 de agosto de 2009

[Buuuuuuuuuuuurn!]

[I will survive _ Versão do Cake.]

No início eu tive medo, fiquei paralisada,
Continuava pensando que nunca conseguiria viver
sem você ao meu lado.
Mas então eu passei muitas noites
Pensando como você me fez mal,
E eu me fortaleci...
E então você está de volta do espaço exterior:
Eu acabei de entrar para te encontrar aqui
Com aquela aparência triste no seu rosto.
Eu devia ter mudado aquela fechadura estúpida,
Eu devia ter feito você deixar sua chave
Se eu soubesse, apenas por um segundo,
Que você voltaria para me incomodar...
Vá agora, saia pela porta.
Apenas vire-se agora,
(Porque) você não é mais bem-vindo.
Não foi você quem tentou
Me magoar com o adeus?
Eu me desintegrei em pedaços?
Você pensou que eu deitaria e morreria?
Oh não, eu não. Eu vou sobreviver...
Enquanto eu souber como amar,
Eu sei que permanecerei viva.
Eu tenho minha vida toda para viver,
Eu tenho meu amor todo para entregar e
Eu vou sobreviver,
Eu vou sobreviver...
Foi preciso toda a força que tinha para não cair em pedaços,
Continuei tentando duramente remendar os fragmentos
do meu coração partido,
E eu passei muitas noites
Simplesmente sentindo pena de mim mesma.
Eu costumava chorar,
Mas agora eu mantenho minha cabeça bem erguida.
E você me veja [como] um novo alguém,
Não sou aquela insignificante pessoa acorrentada
ainda apaixonada por você...
E então você tem vontade de fazer uma visita
E simplesmente espera que eu esteja desimpedida...
Agora estou guardando todo meu amor
para alguém que está me amando.
Vá agora...

[Uma mentira repetida milhões de vezes, se torna VERDADE.!]

Pois é. Isso e sem mais. Ou um pouco do nada. Ou a metade do tudo.
E como um sopro. SAIU. VOOU. SUMIU. CUROU. Estava ali, deixando ser assombrada e distanciando-me na #ilusóriaesquizofreniafrenética#.
E o sentido mais absurdo das coisas, era que nada, nada mesmo tinha um certo sentido. Porque pessoas não são brinquedos que se largam em estantes. Que arrancam corações de papel e pedra.
É. Dizem que a desitência é motivada pela falta de fé. E na verdade, é pelo cansaço.
O que nos cansa, nos faz reclinar.
E não por falta de audácia, ou de ir à luta. Pelo simples fato de [ter preguiça].
Onde há tanto querer em não querer? Ou apenas se quer aquilo que não se tem?
Na verdade, o que é, há SEMPRE, de ser.
Não há quem mude. A natureza condena, desde o primeiro sussurro, o que há de propagar a todo o mundo.
E quem tem, a propriedade do sentimento surdo. Aquele que cala, que mente, que surpreende.
Quem é fálico emocionalmente, pode ENFIM,SE APAIXONAR?
A cara escancarada, com lágrimas secas e braços feito fortaleza, o que a menina de cabelos de fogo iria enfrentar?
Apoiou-se sobre as colunas do sentimentalismo. Ancorou-se em seu mar de dor. Lamentou-se por ter falhado.
Mas quem seria ela agora então?
Sufocou seus instintos, efusivos sorrisos.
E tentou ser amada na mesma proporção em que amou.
E tentou resgatar algo que nunca realmente foi.
Mas ergueu-se. Abriu mão desse penoso capricho.
Esse misto de redenção e suicídio. Essa história de fobia, raiva, corações esmagados.
PARTIDOS.
E escolhi, o caminho da não-sofreguidão.
E com seus cabelos de fogo, ela sorriu besta.
Porque enxergou semi atores num roteiro de quinta.
Porque brindou com taças de sonhos. De esperanças vindas de qualquer lugar.
E foi puramente Amanda. No antes, no durante e no depois. Não quis o dualismo ridículo do mundo. Não quis sair pelos fundos.
Não quis amendontrar-se de si. Levantou-se, como se o chão não mais se abrisse, deixando-a cair no precipício.
Desmoronou-se, por não saber ser o que pretendia.
Enxugou mais uma vez as lágrimas que vertiam de seus olhos, inundando seu espírito de desilusão e desamor.
E sorriu mais uma vez, feito bolo de chocolate.
E sentia ser, a torta de blueberry. Tão distante de tudo que a cerca. Tão peculiar, tão espantosamente paralela.
E de forma estupenda, encheu os pulmões nicotinados, digitou milhões de palavras, penteou os cabelos e dormiu em paz.
Tantos dias e noites pra esquecer e lembrar.
Noites e dias desérticos, bisextos, introspectivos e incertos.
Ela gargalhou e posou. Sussurrou, andou e como dançou.
Pediu permissão pra ser imbecilmente, fatalmente, socialmente, feliz.
Ficou por horas a fio num trânsito do caos, com rostos mediócres, com esperanças subnutridas.
Esperou, cantou, leu. Chorou mais uma vez por não suportar.
Não mais a partida, não mais a despedida.
O horror das falsas promessas.
O que te restou, foi apenas um pedaço. Um pedaço de uma cama, de um filme, de uma canção, de um amor que estragamos. A você restou um início de fim. Uma 'salvação', um ato de solidão e desespero.
Pra você apenas o médio, o incompleto, o menos, o vazio, o quase intenso,o quase verdade, o quase feliz.
Pra você uma fagulha de afeto, pra você, o que restou de nós, e que pra sempre viverá. #massaibaqueeuestouemvocêmaisvocênãoestáemmim#. Eu mereço tão, tãooo mais.!
Porque os cabelos de fogo agora voam livres. Transformando o que não convém em cinzas. [essaépravcCeci.]
Esses sorrisos de plástico.
E eu vou pelas beiradas, fazendo das agruras.
A minha espada.





=*****

sábado, 29 de agosto de 2009

[e um pouco de Lispector]

Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.
==========


As pessoas mais felizes
não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor
das oportunidades que aparecem
em seus caminhos.

==========

A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passam por suas vidas.

[porque as vezes eu quero é ficar perto do que me faz bem.]









[Tudo que quer me dar,é demais, é pesado, não há paz. Tudo que quer de mim, irreais, expectativas desleais.]
=****

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

['Temos tão pouco tempo....']

[Palloci, Sarney, Collor, Lula, Maluf, Serra, Alckmin]

Vão tomar nos seus devidos c***.!


Grata.!


Atenciosamente!
Amanda Macedo Fernandes

[A morte do CARÁTER.!]

=****

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

[Não, ele não AMA você.]

1- Ele não tem personalidade forte:
É um ogro avassalador de sentimentos.

2-Ele não trabalha demais:
O mal humor é congênito ou ele não quer mais saber de você.

3-Ele não precisou de um tempo:
Fez questão de te ignorar.

4-Ele não é distraído:
Ele realmente não nota você.

5-Ele não é monossilábico:
É porque não gosta de explicar-se. E nem acha que lhe deve qualquer satisfação.

6-Ele não tá tão cansado assim:
Afinal, se fosse chamado pra caçar borboletas na Patagônia, mostraria-se mais empolgado.

7-Ele não é o coitado:
Isso faz parte do plano mirabolante de fazer VOCÊ se sentir culpada, louca e ridícula.

8-Ele não cumprirá nenhuma vã promessa:
E inverterá papéis dizendo que se não o fez, você indecorosamente foi a total responsável.



Para de se culpar, IDIOTAS, SÃO ELES!!!

[garotos podres: Anarquia oi!!!!]
=****

[velhainfância]





Amizade
s.f. Afeição, estima, dedicação recíproca entre pessoas do mesmo sexo ou de sexo diferente: laços de amizade. / Amor. / Acordo: tratado de amizade. / Benevolência, favor, serviço: provas de amizade. / Simpatia de certos animais pelo homem: a amizade do cão pelo dono.

Infinito
adj. Que não tem limites, fim: o espaço é infinito. / Que não teve princípio nem há de ter fim: Deus é infinito. / Muito grande, considerável: sinto, às vezes, infinitas alegrias. // Conjunto infinito, conjunto cujo número de elementos não é limitado. // Quantidade infinita, quantidade variável que se torna e permanece, em valor absoluto, superior a todo limite fixado arbitrariamente. /


'Seus verdadeiros amigos sempre estarão aqui pra você.'
'É, eu sabia, mas foi maravilhoso ouvir isso.'
E em meio a metrópole do caos, vejo esperança nos sorrisos de vocês.
Para sempre irmãos.
!!
[Bro Him, Pennywise, relembrando o old school.]

terça-feira, 25 de agosto de 2009

[a covardia ainda me causa repulsa[2]]

Acham realmente justo tudo isso?
Nesse universo fálico e sem prudência.
Onde sentir não é mais permitido.
Onde dizer o que pensa é ousado por demais.
Aonde ignorar e forjar torna-se típico.
Nesse mundo vasto e sem escrúpulos.
Aonde chorar é patético.
Aonde proferir amor não significa manifestá-lo.
Aonde amigos, são cartas totalmente fora desse baralho.

[indignaçãoLTDA]
=*

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

[amor e outros desastres/ o que me convém]



[eram noites de sorrisos eternos e maestria no falar.
Tudo fazia sentido em sentir.
Cuido de mim,
E assim, pouco de vocês, enfim.]

[S.A.U.D.A.D.E.S das DIVAS piratas, é claro...]

[e revirando a caixa de Pandora...- Arquivos mortos de 99.]

'Basta um instante para forjar um herói, mas é preciso uma vida inteira para fazer um homem de bem.' - Brulat.

'Às vezes ouço o vento passar; e só de ouvir o vento, vale a pena ter nascido.' - Pessoa.

'O amor é sempre belo, mas só é grande quando sofre, perdoa, ou se tem saudades.' - Depret.

'Não conhecer o amor é não conhecer a vida.' - Machado, o Assis.


*________*


[mas os momentos felizes não estão escondidos, nem no passado e nem no futuro. - Marina Lima.]

[Poema que aconteceu]

Nenhum desejo neste domingo
nenhum problema nesta vida
o mundo parou de repente
os homens ficaram calados
domingo sem fim nem começo.

A mão que escreve este poema
não sabe que está escrevendo
mas é possível que se soubesse
nem ligasse.

[Carlos Drummound de Andrade.]
;]

[AMOR-ESMOLA - Banda Simples. -Letra: Lara Biasoli Moler / Musica: Thiago Gomes, Marcelo Alonso, Tiago Moler, Fabiano Duarte]

Não quero seu amor-esmola
Casual e sem sentido
Covarde, incompleto
Forjado, sintético, resumido

Rascunho de sentimento
Esboço de paixão
Apático, cômodo e oprimido

Um dia eu ri de suas piadas
Hoje eu rio de você
Não há mais, não há sim
Tarde demais pra você
Cedo demais pra mim

Perfeito quando longe de mim
Tóxico e corrompido
Quando comigo

Um dia eu ri de suas piadas
Hoje eu rio de você
Não há mais, não há sim
Tarde demais pra você
Cedo demais pra mim

[Morrendo de orgulho do Jose, meu irmão amado.]
=*******

domingo, 23 de agosto de 2009

[Imagens Humanas-João Roberto Ripper.]


João Roberto Ripper é fotógrafo e já documenta pessoas em situação de escravidão há mais de 25 anos – o período certo, nem ele mesmo sabe. Ao longo do tempo, Ripper fotografou não só adultos, mas muitas crianças trabalhando em condições sub-humanas, recebendo remuneração insuficiente para prover o sustento.
Com toda esta experiência sobre o tema, Ripper fala com facilidade sobre o início do combate ao trabalho escravo e infantil e conta como a prática se configura e se espalha em todo o Brasil.
[Centro Cultural da Caixa, São Paulo.]
'Casal de carvoeiros. Ela, aos 67 anos cega. Ele, trabalho em troca de sustento há 8 anos.'


"-Sabe a garota do copo de água?
- Sei.
- Se parece distante.
- Talvez seja porque está pensando em alguém.
- Em alguém do quadro?
- Não, um garoto com quem cruzou em algum lugar, e sentiu que eram parecidos.
- Em outros termos, prefere imaginar uma relação com alguém ausente que criar laços com os que estão presentes.
- Ao contrário, talvez tente arrumar a bagunça da vida dos outros.
- E ela? E a bagunça na vida dela? Quem vai arrumar?"
[O Fabuloso destino de Amelie Poulain]

*Seu coração não tinha nenhuma patologia. Era apenas sua reação 'acelerada' por ter o toque de seu distante pai.
-'Eu perfuro as folhas do jardim de minha mulher, para me lembrar do antigo trabalho. A gente precisa estravasar de algum jeito.'
-'Sim, eu jogo pedras no rio.'


*Colecionava rostos.Aqueles que eram rasgados e jogados em baixo da máquina de fotografias.
*Escreveria uma carta para a triste viúva.
*Bagunçaria a vida meticulosa do feirante mal humorado.
*Mostraria um 'novo mundo' ao ossos de vidro.
*Uniria o neurótico à hipocondríaca.
*Daria o prazer ao escritor fracassado, sua frase no muro proferida.
*Se esquivaria de viver seu amor, em jogos de fantasia.

[enquanto não encontrava o amor, Amèlie, dava espaço aos pequenos prazeres da vida.]
=****

sábado, 22 de agosto de 2009

[é de certo que o barba me fez de gelatina e não de aço.]

.é,
coração de manteiga,
de gelatina.
.podia ser de puro aço,
de titânio,
adamantium,
ou mais raso.

[tanto faz, é tudo mentira]

terça-feira, 18 de agosto de 2009

.pra quem logicamente ama, e não obviamente.
.pra quem questiona atitudes, e desfila descarado.
.pra quem supõe e sente. MAS MENTE.
.pra quem usa o step, de amor latente.
.pra quem forja, enlouquece.
.pra quem tem a covardia nas vestes.
.pra quem ousa dizer que ele não se mede.[amedidadeamarpramimsemprefoiamarsemmedidas].
.pra quem se contentou com o fim da festa.
.pra quem trocou a princesa pela rélis plebéia.
.pra quem diz ter fidelidade, e ser traído, fatalmente, pela plenitude da saudade.


[queroquevocêssefodam.]

=*



[domingo, eu vou lá no Morumbi, eu vou, eu vouu!]
*_*

[e choro, por pensar em...]

Vive a chorar pelos caminhos tortuosos...como se gostasse da exatidão!
Ah, historiadora! Desde quando prefere a matemática?
Soma problemas, divide-se em 10, multiplica a dor por 100 e diminui a si mesma...
Agora deu pra racionalizar até os sentimentos!
2+2 é 4, e o amor tem de ser infinito e inquestionável...
Mas como é que pode-se afirmar tanto sobre o abstrato!?
Investiga-se, contesta-se e se questiona!
E na ausência de respostas, tudo que lhe resta é a certeza da incerteza...
Perde-se e não vê que, na dúvida, o certo é unir-se a vida.
#####

Neném
5)

cinco

alegria

felicidade

prazer

companheirismo

e amor verdadeiro, recíproco e incondicional...

5inco
c5nco
ci5co
cin5o
cinc5

O tempo no amor nao eh um parametro, pois por ti, meu amor é eterno.


Por que qndo fecho os olhos ja nao me sinto sozinho, ou vejo apenas o escuro pois vc esta comigo... te carrego dentro de mim

e quando vc estiver triste, insignificante pense que alguem esta feliz simplesmente pq vc existe e te ama incondicionalmente.


e pq essa tristeza???

tem q ser eu naoconsigomaisviverlongedevc =D

sabe pq??

poderia enumerar qualidades que mal caberiam em um scrap

poderia deixar um milhao de testemunhos

poderia tatuar no meu corpo inteiro amanda

mas basta estar ao seu lado, com seu cheiro e minha mao sobre a sua que a felicidade ja me contempla....

te amo


"É possível que você sonhe me dar tanto amor e derramar sobre mim tanto do belo e do maravilhoso que há em sua alma que espera assim colocar finalmente diante de mim um objetivo?"

"Há momentos, você chega a esses momentos, em que de repente o tempo pára e acontece a eternidadade."

Fiódor Dostoievski
*****

eu nem sei por onde começar mas sei perfeitamente de uma coisa q alem de ser minha vida eh a pessoa q sempre estara ao meu lado, a unica q entende minhas loucuras e sabe minhas angustias sabe as palavras certas nas horas certas sabe q a distancia naum eh sinonimo de uma amizade perdida mas sim de uma eternidade q nunca se acabara ... sempre uma estara ao lado da outra independente da distancia no q for preciso !!! vida nunca deixe de acreditar no seu potencial ... conquistamos o q procuramos, e tbm lembre-se viva o momento !! rsrs naum eh verdade ?? Te amo sempre ... a unica coisa q eu tenho certeza de q eu naum me arrependo nessa vida eh q te amo, q vc eh minha vida, q sempre estara ao meu lado e q me respeita ao msm modo como respeito-a, sangue de irmas nunca se perdem ... e por esses e alguns motivos q nosso laço nunca se perdera !!! sempre ...
======


pequeno coração;
que com o tempo inchou só de coisas boas !
alma branca;
só com purezas !
anjo;
que vivi no céu sonhando e ao mesmo tempo nesse inferno de terra !
direção;
que sempre ta perdida, mais sempre acha o caminho certo !
tesouro;
vale mais do que qualquer outra coisa, não importa o que !
Amanda;
a pessoa mais especial que já conheci.
que é a luz de emergência de qualquer blackout.
não é um trem mais é a luz no fim do túnel.
*******

Bem sabes Tu, Senhor, que o bem melhor é aquele
Que não passa, talvez, de um desejo ilusório.
Nunca me dê o Céu... quero é sonhar com ele
Na inquietação feliz do Purgatório.

[Mário Quintana]

Ah.... e como nos divertimos inquietantemente nesse purgatório da vida (rs)!
Linda, Diva, Amiga... não posso mensurar a alegria de tê-la como minha amiga... que ri comigo, ri de mim (rs...) e ri, sobretudo, da Família Brasileira... que tanto adoramos... hahaha. Afinal, se não fosse pela Família Brasileira, como saberíamos escolher o que não ser???

Adoro o seu jeito de dançar, de dar risada, de falar sério, de não conseguir falar, de comer chocolate ... ah, quanta coisa em tão pouco tempo...
Mas acho que é isso mesmo; sentimentos como esse não está preso no tempo, no instante, no andar de ponteiros tortos... está, simplesmente, na alma.

Amo-te D.I.V.A.
&&&&&&&&

Ter AMANDA como amiga é...
conversar com alguém que escuta e entende...
e tem opiniões fortes, mas não radicais,
pois sabe que a vida é cheia de surpresas.

É companheira de copo e pixxxxxxtas!!! hahahaha...
e vive tudo por completo,
das alegrias às tristezas da vida...

Como a origem do nome já diz:
é DIGNA DE SER AMADA,
por everybodypeople!!!!
hahahaha...

E se vc merecer...
Ela "vai te enfeitar de tanto amor".

uma DIVA.
amo.ever.



[pleasekillmenow.]

[Lobão - essa noite não]

A cidade enlouquece sonhos tortos
Na verdade nada é o que parece ser
As pessoas enlouquecem calmamente
Viciosamente, SEM PRAZER
A maior expressão da angústia
Pode ser a depressão
Algo que você pressente
Indefinível
Mas não tente se matar
Pelo menos essa noite não

As cortinas transparentes não revelam
O que é solitude, o que é solidão
Um desejo violento bate sem querer
PÂNICO, VERTIGEM, OBSESSÃO

Tá sozinha, tá sem onda, tá com medo
Seus fantasmas, seu enredo, seu destino
Toda noite uma imagem diferente
Consciente, inconsciente, desatino

'a covardia ainda me desconforta e agride.'
'.pleasekillme. diz:
não????
e como vc explica td seu comportamento?
com palavras?
apenas?'
[tsc,tsc]

Eu bem que lhe avisei. Que eu era uma bomba relógio. Um vírus. Uma droga. Você foi jogando suas botas e aconchegando teus sentidos em mim. Era tarde da noite quando sentenciou-me. E todos meus pedidos de salvação, foram negados. A lua cortava minha íris. O casaco, o cigarro, as paredes.AFOGAVAM.
E eu lhe avisei, que cortava pulsos e escoava em dor. Disse a ti o quanto era sombria, que lhe podia ter apatia, e que talvez, fugisse para perto do mar.
Disse que entorpecia. Que afagava, que destruía.
Confessei minha petulância, arrogância, intolerância.
Meus sentimentos mais obscuros e fétidos.
Deu-me uma rosa, e sumiu entre os espinhos.

[queriatervocêpramim.]

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

[Anotações sobre um amor urbano _ Caio Fernando Abreu]

Desculpa, digo, mas se eu não tocar você agora vou perder toda a naturalidade, não conseguirei dizer mais nada, não tenho culpa, estou apenas sentindo sem controle, não me entenda mal, não me entenda bem, é só essa vontade quase simples de estender o braço pra tocar você, faz tempo demais que estamos aqui parados conversando nessa janela, já dissemos tudo o que pode ser dito entre duas pessoas que estão tentando se conhecer, tenho a sensação, impressão, ilusão de que nos compreendemos, agora só preciso estender o braço e com a ponta dos meus dedos tocar você, natural que seja assim: O toque, depois da compreensão que conseguimos, e agora.

Não diz nada, você não diz nada. Apenas olha pra mim, sorri. Quanto tempo dura? Faz pouco despencou uma estrela e fizemos, ao mesmo tempo e em silêncio, um pedido, dois pedidos. Pedi pra saber tocá-lo. Você não me conta seus desejos. Sorri com os olhos, com a mesma boca que mais tarde, um dia, depois daqui, poderá dizer: Não. Há uma espécie de heroísmo então quando estendo o braço, alongo as mãos, abro os dedos e brota. Toco. Perto da minha boca se entreabre lenta, úmida, cigarro, chiclete, conhaque, vermelho, os dentes se chocam, leve ruído, as línguas se misturam. Naufrago em tua boca, esqueço, mastigo tua saliva, afundo. Escuridão e umidade, calor rijo do teu corpo contra a minha coxa, calor rijo do meu corpo contra a tua coxa. Amanhã não sei, não sabemos.

Pensei em você. Eram exatamente três da tarde quando pensei em você. Sei porque perdi a cabeça como se você fosse uma tontura dentro dela e olhei o digital no meio da avenida.

Corre, corre. O número do telefone dissolvendo-se em tinta na palma da mão suada. Ah, no fim destes dias crispados de início de primavera, entre os engarrafamentos de trânsito, as pessoa enlouquecidas e a paranóia à solta pela cidade, no fim desses dias encontrar você que me sorri, que me abre os braços, que me abençoa, e passa a mão na minha cara marcada, no que resta de cabelos na minha cabeça confusa, que me olha no olho e me permite mergulhar no fundo quente da curva do teu olho. Mergulho no cheiro que não defino, você me embala dentro dos seus braços, você cobre com a boca meus ouvidos entupidos de buzinas, versos interrompidos, escapamentos abertos, tilintar de telefones, máquinas de escrever, ruídos eletrônicos, britadeiras de concreto, e você me beija e você me aperta, e você me leva para Creta Mikonos, Rodes, Patmos, Delos, e você me aquieta repetindo que está tudo bem, tudo, tudo bem. O telefone toca três vezes. Isto é uma gravação deixe seu nome e telefone depois do bip que eu ligo assim que puder, ok?

O cheiro do teu corpo persiste no meu durante dias. Não tomo banho. Guardo, preservo, cheiro o cheiro do teu cheiro grudado no meu. E basta fechar os olhos pra naufragar outra vez e cada vez mais fundo na tua boca. Abismos marinhos, sargaços. Minhas mãos escorrem pelo teu peito, gramados batidos de Sol, poços claros. Alguma coisa então pára, as coisas param. Os automóveis nas ruas, os relógios nas paredes, as pessoas nas casas, as estrelas que não conseguimos ver aqui no fundo da cidade escura. Olho no poço do teu olho escuro, meia noite em ponto. Quero fazer um feitiço pra que nada mais volte a andar. Quero ficar assim, no parado. Sei com medo que o que trouxe você aqui foi esse me jeito de ir vivendo como quem pula poças de lama, sem cair nelas, mas sei que agora esse jeito se despedaça. Torre fulminada, o inabalável vacila quando começa a brotar de mim isso que não esta completo sem o outro. Você assopra na minha testa. Sou só poeira, me espalho em grãs invisíveis pelos quatro cantos do quarto.

(...) Fico tosco e você se assusta com minha boca faminta voraz desdentada de moleque mendigo pedindo esmola neste cruzamento aonde viemos dar.

A cidade está louca, você sabe. A cidade está doente, você sabe. A cidade está podre, você sabe. Como gostar limpo de você no meio desse doente podre louco? Urbanóides cortam sempre meu caminho à procura de cigarros, fósforos, sexo, dinheiro, palavras e necessidades obscuras, que não chego a decifrar em seus olhos semafóricos. Tenho pressa, não podemos perder tempo. Como chamar agora a essa meia dúzia de toques aterrorizados pela possibilidade da peste? (Amor, amor certamente não). Como evitaremos que nosso encontro se decomponha, corrompa e apodreça junto com o louco, o doente, o podre? Não evitaremos. Pois a cidade está podre, você sabe. Mas a cidade esta louca, você sabe. Sim a cidade está doente, você sabe. E o vírus caminha em nossas, companheiro.

Fala, fala, fala. Estou muito cansado. Já não identifico nenhuma palavra no que diz. Apenas me deixo embalar pelo ritmo de sua voz, dentro dessa melodia monótona angustiada perplexa repetitiva. Quase três da manhã. Não temos onde ir, nunca tivemos aonde ir. Um nojo, vez em quando me dá asco - nojo é culpa, nojo é moral - você se sente sórdido, baby? - eu tenho medo, eu não quero correr risco - não é mais possível - vamos parar por aqui - quero acordar cedo, fazer cooper no parque, parar de beber, parar de fumar, parar de sentir - estou muito cansado - não faz assim, não diz assim - é muito pouco - não vai dar certo - anormal, eu tenho medo - medo é culpa, medo é moral - não vê que é isso que eles querem que você sinta? Medo, culpa, vergonha - eu aceito, eu me contento com pouco - eu não aceito nada nem me contento com pouco - eu quero muito, eu quero mais, eu quero tudo!

Eu quero risco, não digo. Nem que seja a morte.

Cachorro sem dono, contaminação. Sagüi no ombro, sarna. Até quando esses remendos inventados resistirão à peste que se infiltra pelos rombos do nosso encontro? Como se lutássemos - só nós dois, sós os dois, sóis os dois - contra dois mil anos amontoados de mentiras e misérias, assassinatos e proibições. Dois mil anos de lama, meu amigo. Tantos lixos atapetando as ruas que suportam nossos passos que nunca tiveram aonde ir.

Chega em mim sem medo, toca meu ombro, olha nos meus olhos, como nas canções do rádio. Depois me diz: "-Vamos embora para um lugar limpo. Deixe tudo como esta. Feche as portas, não pague as contas e nem conte a ninguém. Nada mais importa. Agora você me tem, agora eu tenho você. Nada mais importa. O resto? Ah, os restos são restos. E não importam. Mas seus livros, seus discos, quero perguntar, seus versos de rima rica? Mas meus livros, meus discos, meus versos de rima pobre? Não importa, não importa. Largo tudo. Venha comigo pra qualquer outro lugar. Triunfo, Tenerife, Paramaribo, Yokohama. Agora já. Peço e peço e não digo nada, mas peço peço diga, diga já, diga agora, diga assim. Você planeja partir para um país distante, sem mim, de onde muitos anos depois receberei a carta de um desconhecido com nome impronunciável anunciando a sua morte. Foi em Abril, dirá abril e maio. Ou Setembro, Outubro. Os mais cruéis dos meses. Tanto faz, já não importará depois de tanto tempo, numa cidade remota.



Pelas escadarias da avenida deserta, lata de coca-cola largada na porta da igreja, aqui parece que o tempo não passou, quero te mostrar um vitral, esta sacada, aquele balcão como os de Lorca, entremeado de rosas, quero dividir meu olhar, desaprendi de ver sozinho e agora que tudo perdeu a magia, se magia houve, e havia, e não consigo mais ver nenhum anjo em você, pastor, mago, cigano, herói intergaláctico, argonauta, repercante, e agora que vejo apenas um rapaz dentro do qual a morte caminha inexorável, só não sabemos quando o golpe final, mas virá, cabelos tão negros, rosto quase quadrado, quase largo, quase pálido onde já começou a devastação, olhos perdidos, boca de naufrágio vermelho pesado sobre o escuro da barba malfeita, olho tudo isso que vejo e não tem outra magia além dessa, a de ser real, e vou dizendo lento, como quem tem medo de quebrar a rija perfeição das coisas, e vou dizendo leve, então, no teu ouvido duro, na tua alma fria, e vou dizendo leve, e vou dizendo longo sem pausa - gosto muito de você de você muito de você.

Tantas mortes, não existem mais dedos nas mãos e nos pés pra contar os que se foram. Viver agora, tarefa dura. De cada dia arrancar das coisas, com as unhas, uma modesta alegria; em cada noite descobrir um motivo razoável para acordar amanhã. Mas o poço não tem fundo, persiste sempre por trás, as cobras no fundo enleadas na lança. Por favor, não me empurre de volta ao sem volta de mim, há muito tempo estava acostumado a apenas consumir pessoas como se consome cigarros, a gente fuma, esmaga a ponta no cinzeiro, depois vira na privada, puxa a descarga, pronto, acabou. Desculpe, mas foi só mais um engano? E quantos mais ainda restam na palma da minha mão?
Ah, me socorre que hoje não quero fechar a porta com esta fome na boca, beber um copo de leite, molhar plantas, jogar fora jornais, tirar o pó de livros, arrumar discos, olhar paredes, ligar desligar a TV, ouvir Mozart para não gritar e procurar teu cheiro outra vez no mais escondido do meu corpo, acender velas, saliva tua de ontem guardada na minha boca, trocar lençóis, fazer a cama, procurar a mancha de esperma nos lençóis usados, agora está feito e foda-se, nada vale a pena, puxar cobertas, cobrir a cabeça, tudo vale a pena se a alma, você sabe, mas a alma existe mesmo? E quem garante? E quem se importa? Apagar a luz e mergulhar de olhos fechados no quente fundo da curva do teu ombro, tanto frio, naufragar outra vez em tua boca, reinventar no escuro do teu corpo de moço homem apertado contra meu corpo de moço homem também, apalpar as virilhas, o pescoço, sem entender, sem conseguir chorar, abandonado, apavorado, mastigando maldições, dúbios indícios, sinistros augúrios, e amanhã não desisto. Te procuro em outro corpo, juro que um dia te encontro

Não temos culpa. Tentei. Tentamos.

[Lenine _ Do It.!]

Tá cansada, SENTA
Se acredita, TENTA
Se tá frio, ESQUENTA
Se tá fora, ENTRA
Se pediu, AGUENTA
Se pediu, AGUENTA...

Se sujou, CAI FORA
Se dá pé, NAMORA
Tá doendo, CHORA
Tá caindo, ESCORA
Não tá bom, MELHORA
Não tá bom, MELHORA...

Se aperta, GRITE
Se tá chato, AGITE
Se não tem, CREDITE
Se foi falta, APITE
Se não é, IMITE...

Se é do mato, AMANSE
Trabalhou, DESCANSE
Se tem festa, DANCE
Se tá longe, ALCANCE
Use sua CHANCE
Use sua CHANCE...

Se tá puto, QUEBRE
Ta feliz, REQUEBRE
Se venceu, CELEBRE
Se tá velho, ALQUEBRE
Corra atrás da lebre
Corra atrás da lebre...

Se perdeu, PROCURE
Se é seu, SEGURE
Se tá mal, se CURE
Se é verdade, JURE
Quer saber, APURE
Quer saber, APURE...

Se sobrou, CONGELE
Se não vai, CANCELE
Se é inocente, APELE
Escravo, se REBELE
Nunca se ATROPELE...

Se escreveu, REMETA
Engrossou, se META
E quer dever, PROMETA
Prá moldar, DERRETA
Não se SUBMETA
Não se SUBMETA...

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

[é falta]

Sabia que um dia isso ocorreria. Afinal, crer no 'infinito das coisas' é pura bobagem.
TUDO ACABA.
A juventude, a paciência, o pote de danoninho. E aprendemos a viver com o 'pouco' ou com o 'muito' que vem a nos restar.
E os clichês do mundo voltam a me assombrar. Ora, o 'que seja eterno enquanto dure', ou mesmo aquela MALDITA frase que não me sai da mente, 'felicidade é inconsciente, quando se consegue proferi-la, já não estás mais tão feliz assim'. E me mortifica ainda mais, já que sei que não posso ser detentora nem do tempo, nem do 'FIM'.
"Somos apenas as sensações que temos", não sei se é de Drummound ou de Pessoa, mas coube exato quanto à AMANDA.
E há de ter essas sensações tão fortemente, que lhe fazem ser uma 'sensível de merda'.
O alguém que sempre sofre demasiado.
Sentir-se só não é apenas entediante. É MORTAL.
Sentir que perdeu um coração que 'seguia teus batimentos'.
Sentir que perdeu a chance, entende?
Sentir medo de sentir medo.
Sentir que não mais sente.
E me pergunto porque tudo é tão cíclico, e porque passa tão depressa.
Ouvi que tudo não passava de um grande vídeo game, e os obstáculos vitais seriam os benditos macetes que se descobre depois de tanto jogar.
AÍ QUE SE PODE PASSAR DE FASE.
Apenas quando de está pronto pra próxima. Bem que o velho sádico podia ser menos impertinente.
Ele e seu assessor predileto: MURPHY.

[da água benta à tarja preta.]

TENTEI.
O Dr.Ricardo, suas paroxetinas e seu rohpynol.
O Dr.Cássio, e sua droga para o bipolar.
O Dr. Adriano, a análise do meu pensar.
As sessões infinitas de 'pai nosso' e 'ave maria'. A água fluidificada, as velas em oração. As palavras dos guias no ego, no coração.
O colo materno, os amigos etéreos, eternos.
Workaholic para não sentir dor.
Florais para desviar feridas.
Festejar intermitente, para suprir a vida.
Negacear a partida.
Desfocar a causa perdida.
Felicidade plástica, noites mal dormidas.
Riso hipócrita, mente vazia.
Da água benta à tarja preta.
E o início do fim, novamente, vindo a me agraciar.


=*

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

O Sol aponta no céu de desastres.
Faz dessa tua existência, tua arte crua. Seminua.
Você lutou feito um cão, e não lhe deixaram sequer um pedaço de pão.
Você se envenenou, se adaptou, se rendeu e se explorou.
Você sorriu demagogo. Você perdeu-se entre os escombros.
Você morreu de tédio e desmemória.
Você me fez interromper.

[velho sádico dos infernos, to de mal de você!=(]

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

[MÍDIA...FORMADORA DE OPINIÕES] - Texto meu, de 2001, Manifesto Lícito.=*

É "inutilmente" alarmante... Porém, ser relutante à hipocrisia da mídia, nos faz ser alguém pensante, perante à uma multidão de desinformados . Você liga a televisão e pronto... Bem vindo ao mundo ilusório e precário, onde a adolescente grávida sempre é apoiada, o aidético é bem aceito e ninguém tem preconceito contra os homossexuais. Isso aniquila idéias, e faz com que todos imaginem uma perfeição inexistente. Somos amantes televisivos, e como não seríamos? A diferença está na sua escolha mas, como não ser manipulado ? Muita gente não consegue responder. Mas o alto controle é essencial. Não podemos ser levados pelos glúteos com fama. Pelas palavras agressivas que ridicularizam a mulher, pelos absurdos televisivos que engolimos todos os dias. É vergonhoso ouvir que seios são talento, que inteligência é saber falar bobagem e que boa programação tem que ser apelativa.
E muitos jovens, são levados à essas imbecilidades, criando personalidades com base em idiotice. Vergonha? Sim, temos ! Somos conhecidos lá fora, apenas como os "nus do carnaval" , ou então " reis do futebol".
E são levados embora, os valores, a verdadeira intelectualidade, que são pisados pelo vigor do sensacionalismo barato.
E vemos tantas pessoas, com suas mentes já compostas de uma junção espetacular de inutilidades, mais uma moda que corrompe, andando livremente, achando que não tem compromisso algum com a sociedade, que o importante é ter status , é estar igualmente ao artista "global inútil" . Aí você será bem aceito seguirá os padrões da "ilustre" mídia !
E é isso que eles querem... Que seres pensantes sejam extintos, pois um povo ignorante é mais fácil de ser manipulado!
Tudo isso é muito descartável, pois toda essa moda é extremamente passageira e com isso cada vez que tudo é reformulado as pessoas mudam, e se tornam sem identidade, o plim plim é o som que as guia, e os grandes apresentadores do Domingo, que têm muitas peculiaridades para oferecer.
Eles invadem nossas casas... Massacram o que ainda é aproveitável na televisão. Os programas inteligentes são esmagadoramente substituídos por produtos da mídia e é o que dá ibope.
E nós mulheres, que conquistamos um grande espaço na sociedade, participamos de um processo retrógrado , onde é qualidade ser fútil, ignorante e desvalorizada.
Queremos mais, mas não queremos tanto... Queremos que principalmente os jovens desenvolvam uma capacidade de raciocínio que possa filtrar as impurezas dessa realidade caótica. Vamos acabar com essa grande falta de escrúpulos, essa influência indigna que no futuro poderá comprometer nossos filhos.
Tentam camuflar verdades... Só passam o que é de simples e fácil aceitação...
Chega de tempo ocioso! Mexa-se ! Boicote a mídia e seja original! Você faz seu próprio estilo! E pode desenvolver uma capacidade um pouco maior de que de um animal irracional!
Ou então continue fazendo parte da massa que aceita tudo. De um sistema preestabelecido, onde há uma evolução lenta, quase paralisada . Ou isso tudo que você acabou de ler pode servir como um grande incentivo para mudar tudo, hoje a televisão, amanhã, a política de um país.

Por : Amanda



[Masp, numa manhã dessas aê!]

[photoshopnasnuvens...MENTIRAA!O céu estava todo borrado em azul.]
[aos queridos Chico, Arnaldinho e Gabriel.!]

[Agradecendo absurdamente a ajuda com o Template...!]

Pri e Ana, valeu mesmo pela ajuda.!O blog ficou funcional, além de LINDO, obviamente...!;]


=*

terça-feira, 4 de agosto de 2009

[que você me adora, que me acha FODA, não espere eu ir embora, pra perceber...]

[estranhinha por demaZZZ=*]

[sanfran = desgraça!hahahaha.]

[O campeão voltouuu!]

sábado, 1 de agosto de 2009





[viver é bom, nas curvas da estrada, SOLIDÃO, que nada...!]