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segunda-feira, 25 de maio de 2009

Você prefere viver somando ou subtraindo?

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Porque o encaixe há de ser tão simétrico?
Preciso do 'meu' vestido vermelho.
E felicidade, assim, em escalas industriais.
Mais doses homeopáticas de esperança.
E paciência.

...



[Minhas raízes estão no ar, minha casa é qualquer lugar, se depender de mim EU VOU ATÉ O FIM...- Engenheiros.]

Meteoro (Marte Leiser-Brill – Frankfurt, 14/05/1919)

Quando as folhas de seiva jovem,
Ainda se desdobrando em crescimento e enfeitando-se com flores –
Caírem por terra sob o toque do outono,
Estarei só.
Pois tu seguirás o teu caminho em direção às trevas
Longe de mim e, inconstante, às mulheres estranhas te entregarás.
Não temos o dom de deter a felicidade
Que se esvai pelas nossas mãos.
E tu, sonhador leviano, talvez nunca sentirás a minha falta,
Ou lembrarás que teu ser está tão indissoluvelmente ligado ao meu –
O que em mim se manifesta por dores dilacerantes no âmago da alma –
Nem que nós somos estrelas, resplandecentes e distantes,
Destinadas a nos encontrar no espaço infinito
Uma única vez, para
Segundo uma lei inerente
Para sempre nos amarmos.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Eu só tenho a lhe agradecer.
Pela inspiração iminente em meu ser, que me fez escrever milhões de poesias, contos, sinfonias, sincronias do meu ser.
Pelo ânimo em manhãs desanimadoras, de trabalho árduo e mente vazia.
Pelo brilho nos olhos, pela percepção de cores, no céu da boca, no céu da metrópole, na cor da saudade.
Pela sensação gélida, o furor estomacal, aquela sensação ansiosa, juvenil, do playcenter no dia seguinte.
Pelo cheiro de algodão doce, dama da noite, maçã do amor e satisfação.
Por ter a certeza que o amor não é filme, nem novela, nem utopia, nem perdição. Que ele se materializa, as vezes da forma mais clichê, mais inoportuna.
Pela vida que fez renascer, meu corpo moribundo de sentires.
Tudo isso, já fez valer a pena.




Por Amanda.

;]

[Não lamentes por algo que terminou. Comemore por ter acontecido. - Neruda.]

terça-feira, 12 de maio de 2009


[Giz - Legião urbana, para minha pequena...!]

[Sentidos]

......................Olfato..................
Prenderei a respiração até que me sufoque.
Sentirei o odor dos passos distantes.
E das linhas horizontais errantes.



*Unhas vermelhas, opiniões derradeiras*
[sufoco, pouco, de mal gosto.]



[Lendo- A menina que roubava livros]
[Ouvindo - Depeche Mode]
[Escrevendo tolices.]
[Mudando o tom.]



'Como poderia negar teu afeto amigo, se não há ninguém nessa esfera, que há de se parecer tanto comigo??!!!.'




Ela via o céu em cores vulcânicas. Que queimavam seu coração, e sua face semi santa.!

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Pablo Neruda

De otro. Será de otro. Como antes de mis besos.

Su voz, su cuerpo claro. Sus ojos infinitos.

Ya no la quiero, es cierto, pero tal vez la quiero.

Es tan corto el amor, y es tan largo el olvido.

Porque en noches como esta la tuve entre mis brazos,

mi alma no se contenta con haberla perdido.

Aunque éste sea el último dolor que ella me causa,

y éstos sean los últimos versos que yo le escribo."



(do "Poema 20" de "Veinte poemas de amor y una canción desesperada)

segunda-feira, 4 de maio de 2009

De repente a gente perde a bendita da paciência.Com futilidades, com gente POLIpolar mimada e sem graça. A gente tem arrepios de tédio, em aguentar provocações baratas. A GENTE CANSA. Aprende, esquece.
A gente percebe que não há de suportar ciclos viciosos, tortuosos, juvenis.
A gente cresce pra não desaparecer.
A gente junta coisas pra coexistir.
E realmente, não espera muita coisa das pessoas. Em suma, não constrói mais castelos inexatos.
Não suporta mais mensagens subliminares, ataques de histerismo, de egocentrismo, de redenção.
Dá preguiça em pensar nas falências, nas crenças.
E eu acho graça, eu faço pirraça, eu quero o mais.
O estrago, sem deixar rastro.



[That's just a dream.Just dream.]