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quinta-feira, 19 de março de 2009

Mente Demente!

Quis tanto pensar. Aquilo que se eterniza. As palavras com combinações supremas. Mas quando tanto se busca a perfeição, há de se concretizar apenas o idealismo do belo.
Mas há de se entender a poesia? O poeta se incriminaria?
Não sei como escrever algo que não há em mim. Não há como separar a obra do poeta. Nem o poeta de sua obra. Eles se fundem, se mesclam, se completam. O poeta não vive sem sua poesia, mas a poesia, ahhhh, essa sim, que viva sem o poeta. Que sobreviva na melodia do cancioneiro, no pensar do namoradeiro.
Eles são minhas janelas para o mundo. Meus olhos em meio ao furacão, aos distúrbios.
O grito, o apelo.!
Cada dia torna-se mais inescrupuloso existir.É apenas um ciclo doente de atividades que não levam a lugar algum. É uma noite longa e escura.
E dentre a esses pequenos prazeres, esses falsetes, estamos aqui.!
Com nosso egoísmo socializado,
Com nossas partículas de entusiasmo,
Com nosso arquivo intocado,
Com nossas vitrines de alusões.
Com nosso ânimo anêmico.
Marchando em direção ao ganha pão.
Um lugar ao Sol aonde possa se queimar.
A um milésimo de segundo do topo.
A um triz de vender seu desgosto.
Não há sentidos em meus sentidos.
Escrevo apenas pra amenizar a dor.
E que eles não se propaguem.
Que morram no instante, em que forem escritos.
Que se auto destruam no momento que forem mais que pensamentos...
{Por Amanda}