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segunda-feira, 16 de março de 2009

[Cólica e Melancolia]

OOOOOO, italianinho mooquence com cara de turrão. Com esse cabelo de Pete Doherty e essa personalidade de Ian. Mesclada à inquietude de Sid. E um "q" de Casablancas.
Mas somente ele suja milhões de talheres para cozinhar. E toma banho por horas a fio.
Ele não sabe falar ao telefone. Nem ser cordial com estranhos. Mas sabe fazer biquinho quando quer atenção. Nunca perde a paciência no trânsito. E tem a mania de mudar a cor do rádio interruptamente.
Nunca arrumou sua própria cama [ acha desnecessário porque há de desarrumar novamente]. Odeia acordar cedo e atender ligações na chácara.
Ama Garopaba e ciclídeos.
Danças descoordenadas, poker, ficar sozinho.
Piteiras, narguile, Red Label.
Odeia água fria, monotonia.
Ama carros vermelhos e Joy Division.
Abomina política e falsos conceitos.
Adora humor negro, cinema sangrento.
Odeia ser invadido, persuadido.
Odeia caminhadas, luz acesa ou TV ligada ao dormir.
Odeia também tomar café da manhã, e pedir informações sobre os caminhos. Prefere se perder na cidade, ou fazer aquele mesmo trajeto de voltar para a rua de casa e assim prosseguir.
Odeia não saber assobiar, odeia parecer sensível.
Odeia ser saudável, notável.
Ama carícias na nuca. E não adianta, ele não tem cócegas alguma.!+(
Adora bocejar e tocar profundamente.
Odeia quando seus "pertences tecnológicos" fundem sua cabeça.
Odeia ser perturbado, manipulado, ignorado.
Ama Fernando Pessoa e Donnie Darko.
Smiths, The Sopranos, o White Album.
Odeia azeitona, ervilha, soja e todos derivados de 'vegetarianismo'.
Odeia beber água, e odeia cerveja.
Ama animais, fotos passionais.
Guitarras, vídeo games, acordar depois do meio dia.
Pimenta, Malboro Red, meias limpas, camisetas com cores desbotadas.[vintage]
Odeia seu aniversário, festas de família, cortejo funerário.
Ama placas de retorno, e odeia dias de transtorno.
Adora downloads, e Ray ban.
E adora aquela 'pasta' importada que ele passa em suas madeixas.
Ama listerine, e por incrível que pareça PIPOCA com manteiga.
Ama Coca-cola, pizza, e jogos do tricolor.
Maria-mole, e perfumes que inebriam.
Odeia lembranças que cortam e Cindy Lauper.
Ama 'Please kill me' e Requiém.
Ama os laços que se fazem nos abraços.
Ama teus inscritos coloridos na epiderme.
Odeia limpadores de vidros nos faróis e a Dra. M. E...!
Odeia Sol e vertigem.
Ama strogonoff de frango, dormir de conchinha e espontâneas carícias.
Odeia não usar mais sua pedrinha brilhante.
Nem a argola que era parte da "face menino errante".
Odeia lugares lotados e abafados.
Odeia se sentir sufocado.
Ama palhetas e zippo.
Ama suspiros.
Odeia filas e ama respostas sarcásticas, atravessadas.[Vodka com requeijão é um exemplo claro, rs].
*És ângulo obtuso.*
Odeia a imagem, o esteriótipo, a espera pela refeição tão bendita!
Odeia igrejas, crenças, mas tem verdadeira adoração por seus incensos.
Adora ping-pong, mas odeia brincar com a vida de esconde-esconde.
Odeia surpresas e falsos caretas.
Ama gramados e odeia fardados.
Adora Sabotage - Odeia Marley.
Ama aba reta, e controles remoto.
Ama ser evasivo, longínquo, restrito.
Ama regatas e som baixo pra não machucar os tímpanos.
Digitação rápida e livros obscuros de magia.
Odeia fraquejar, desistir, mas adora observar.
Tem um prazer semi-sádico de se limitar.
Adora maionese e sms.
Paredes com cores e cds do Matrix 'reloaded'.
Ama temperos e desassossego.
Roupas da Cavalera e mordidinhas.*-*
Odeia dormir de meias [não é burguês não senhor!]
Odeia barulhos que o perturbam e velhas fofoqueiras de janela.
Ama o proibido, o imoral, o descabido.
Caveiras, rosas, noites intensas.
Estrelas, indústria bélica, anjos tortos.
Lençóis de elástico e venenos lentos.
Odeia gente fútil ou moralmente fodida.
Odeia despedidas, mudança, complexidade.
E bolos de aniversário.
Não gosta de café nem de fé.
Somente ele tem a 'destreza' em falar com os gênios do call center, ou de assobiar desse jeito único.
De trazer acidez á doçura, de expandir horizontes.
De fazer vigília em silêncio, quase mórbido.
De ser seguramente inseguro.
Seu pensar e agir que se confrontam.
Seu ego, seu amor.
Sua mudança de humor.
Suas façanhas, artimanhas.
E essa cabeça dura de mármoreeeeeeeeeeeee!
Desvendei parte de sua alma.
E a ti pertenço.
Inegavelmente.


[Não quero lhe fazer chorar.]
[Não quero lhe fazer sofrer.]
[Quero lhe fazer pensar.]
[Giro o mundo e aqui você está.]
[No paladar.]
[O meu amor não é egoísta. Voa andorinha.]




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