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segunda-feira, 30 de março de 2009

[Fiquei em milhares de cacos, fiquei ao meio.]

Há certas coisas que me indignam mesmo. Há certas coisas que alteram tanto meu humor, a ponto de achar que não posso mais suportar. Devo minha existência à duas pessoas, quer dizer, a três, porque isso inclui a mim mesma. Me salvaram de mim mesma.[Veronika decide MESMO morrer.]Eu tive medo dessa vez. Aquele medo que sufoca, que dá nó nas entranhas.Amarguidão na garganta. Tremedeira, silêncio...

terça-feira, 24 de março de 2009

Fuck Forever!





[Why so serious?o.O]

[Zeca Baleiro _ Bandeira]

Eu não quero ver você cuspindo ódio
Eu não quero ver você fumando ópio, pra sarar a dor
Eu não quero ver você chorar veneno
Não quero beber o teu café pequeno
Eu não quero isso seja lá o que isso for
Eu não quero aquele
Eu não quero aquilo
Peixe na boca do crocodilo
Braço da Vênus de Milo acenando tchau

Não quero medir a altura do tombo
Nem passar agosto esperando setembro, se bem me lembro
O melhor futuro este hoje escuro
O maior desejo da boca é o beijo
Eu não quero ter o tejo escorrendo das mãos
Quero a Guanabara, quero o Rio Nilo
Quero tudo ter, estrela, flor, estilo
Tua língua em meu mamilo água e sal

Nada tenho vez em quando tudo
Tudo quero mais ou menos quanto
Vida vida, noves fora, zero
Quero viver, quero ouvir, quero ver
(Se é assim quero sim, acho que vim pra te ver)

Hoje vou vomitar sem ser poética. Vou rugir feito leoa enfurecida!
1 lexotan e meio e nada de sono! Só aquele maldito panapaná de borboletas em meu esôfago. Que mais parecem ondas radiotivas em meu ser!
Chorar é um saco! O nariz escorre, os olhos incham e dá uma PUTA dor de cabeça. E quando acha que dormir é uma fuga, aí que os pesadelos começam. São a extensão dos dias de merda que se propagam.
Há 4 cartelas de paroxetina 20 mg. Elas me olham com tesão, de me devorar.
Mas no final das contas, eu não sou a garota articulada, despojada e desencanada. Eu sou um poço sem fim.
Não sou a moderninha descolada, não sou a beldade da estação. Eu sou o mais turvo.
A rosa negra e roxa que isola-se das vermelhas.
E se você me perguntar se sou feliz, direi com um riso sarcástico que sim. Porque vou mentindo pra mim mesma, vou usando mascáras e ensaiando roteiros.
Sabe quando dói tanto que preferiria dar um braço?
Sabe quando uma imagem faz do teu coração mil pedaços?
A espera é que fode tudo. Porque a esperança move, cutuca as feridas.
Cria ilusões patéticas. "São as mentiras que nos ajudam a viver".
E no final eu acho tudo isso um saco. Psquiatria, psicoterapia, religião.
Eu dei as costas para essas falsas respostas.
Quando não há mais nada, deve-se partir. Para onde possa começar do zero.
Para onde as lembranças estarão apenas dentro de mim. E não queimando minhas retinas dia a dia.
Sou hoje apenas uma sombra que vaga, em busca de uma luz que se apagou.
Ora, se não fosse a falta de ânimo vital, seria mais o que?
Esses muros com nossas emoções pichadas em letras garrafais.
Nossa história tá no cinema, tá no dilema que é pensar.
São manchas avermelhadas pelo corpo todo. Um vulcão em erupção, uma bomba relógio pronta pra explodir.
Tudo irrita, tudo é chato, tudo é marasmo total.
E dói, dói, dói.
Sou tua lembrança passada. Há de estar construindo novas delas, com tantas outras, com tudo aquilo que não pude lhe dar.
Sinto-me patética.
Nesta data que tanto me incomoda. São 5 meses.
Então eu me despeço. Com esse jeito de "mãe neurótica", com essa condição depressiva e diabólica. Recolho-me ao meu canto de lamentações.
Sucumbi, confesso eu.
Não sou forte.
Não consigo reverter.
Não consigo evitar ou deixar de sentir.
Não consigo mais lutar, ou partir.
Que me lembre assim, como um sonho bom.
Antes tudo fosse irreal. Mas é passional.
Eu não caibo mais nesse coração. Só há um espaço vazio.
E VIVA.
Já que eu não parei de morrer desde aquele dia 24...
[O teu amor é uma mentira, que a minha vaidade quer...E o meu poesia de cego, você NÃO pode ver... -Cazuza]

segunda-feira, 23 de março de 2009

[Irish Blood, English Heart] - Morrisey

Irish blood, English heart, this I'm made of
There is no-one on earth I'm afraid of
And no regime can buy or sell me

I've been dreaming of a time when
To be English is not to be baneful
To be standing by the flag not feeling
Shameful, racist or partial

Irish blood, English heart, this I'm made of
There is no-one on earth I'm afraid of
And I will die with both my hands untied

I've been dreaming of a time when
The English are sick to death of Labour
And Tories, and spit upon the name of Oliver Cromwell
And denounce this royal line that still salute him
And will salute him forever

sábado, 21 de março de 2009



[E ainda passou ontem a tarde! Para dar aquela já tão difundida ANIMADAAAA!]


Sou um passarinho,
Mas não sei voar,
Eu só sei cantar!!!!
[Musiquinha da Boo no banheiro!Nhack !]

[Toque]

Aprendi a confrontar minhas verdades. Aprendi, me acostumei de uma maneira árdua e precisa. Aprendi até ver no silêncio desconfortável, um sentido.
Percebi, que se há de se melhor por conta da perda, QUE O SEJA! Que talvez tenha cedido parte de meu coração em prol de um amadurecimento humano. Reergui minha cabeça, e fui de fronte, escancarada, de cara limpa e olhos úmidos. Mas fui e estou indo. PARA ONDE?Talvez para o infinito. Juntei os cacos. Construí meu mosaico.
Caminhei para não surtar. Chorei para não matar. Engoli seco para não brigar. Anulei meus sentidos para não pensar. Mas PORQUE RAIOS NÃO CONSEGUISTE CAMUFLAR TEU AMOR?
Ingeri cápsulas em forma de bem estar. Saí na madrugada de rosto pintado trajando utopia. Te vi em outros braços. E se há de desejar outros fios de cabelo, outros afagos, outros gracejos, há de ter escoado entre meus dedos.
Parte de mim se fôra naquele exato instante. Mas teu olhar vagava feito quem procura emoções sólidas.
NÃO SEI SER BOA NEM SENDO RUIM.
E há de roer unhas e dedos, há de entrar em perfeito desespero.
É CIÚME, É FALTA, É VAIDADE.
Mas lhe tenho, mesmo sem te ter. Há de me ver entre rostos, há de procurar meu gosto, há de suprir minha ausência com frações de casualidade.
És a continuidade de minh'alma. És a dívida que devo quitar.
Mas está assim. Bicho solto. Vagando por noites perdidas e desmedidas. Entregando 'teu nada' pra gente que 'não é nada'.
Ofereça teus fragmentos. Eu lhe tive por inteiro.
Vejo toda a fase negra. E relembro da aquarela que nos pertenceu!
E saberá que faço parte, apenas de uma parte, agora...
As noites são a parte mais sombria. É onde devo me deitar sem teu encaixe perfeito. Sem ouvir teu respirar.
É onde me sinto mais frágil e mais menina. Quero uma canção de ninar.
Mas ouço o ronronar de seu automóvel, que te leva de mim. E me recolho nesse mundo que fiz pra mim.
Há de me levar em teu sorriso. Há de levar minha palavra. Há de levar minha lembrança viva, que corta, que sobrevive em meio a razão. Há de me abraçar forte como alguém que vai partir pra não voltar.
Tomo esta sopa agora pelas beiradas. Há tanta dor que já nem mais sinto. Em tua boca é que quero me perder em delírios, em martírios.
Tenho compulsão por tua atenção. Quero-te além do permitido. Desejo-te tanto que quase não te desejo.
Ergui um altar "aonde a ruiva linda vai se casar". Matrimônio entre ela e sua saudade.
Hoje tenho calma. Troquei minha explosão de nervos por paciência e reais conceitos. Tudo em seu tempo. Tudo em sua razão de ser. Lento e profundo é como lhe aguardo. Não há de ter pressa há quem tem uma existência inteira.
E eu não quero ser FORTE! Isso me obrigaria a ser uma centinela. Deixe-me ser fraca, na liberdade absoluta que isso implica.
LIVRO ABERTO EM FRASES SUBLIMINARES.
Sou uma guerreira armada. PROTEGIDA, singular e ácida.
Minha espada corta o mal pelas raízes.
E há de saber destruir meretrizes,
Atrizes do cenário social.
Com uma certeza quase que soberba. De valor, de significância.
Meu manual de instruções fôra rasgado ao nascer. E nada me seduz mais do que ir sempre mais além. De tripudiar sobre ações abomináveis. De não se sentir acuada. Eu não sei o que é sentir medo, ou fazer parte de competições medíocres juvenis.
Sei ir a luta com audácia. Sei ser quem sou não importa o quanto isso valha.
E sei que todas essas são, nada mais, que bebidas baratas em caríssimos frascos. E meu paladar exigente rejeitaria.
Fantoches com caras de meninas. Falta o sal, o açúcar, o conteúdo.
E não dou a mínima também para os sentimentos biodegradáveis dos que me rodeiam. Me causam asco,me causam tormentos. Não há de manter ao seu lado, um alguém para ser teu brinquedo. Por isso eu FUJO. Me escondo entre minha frieza perspicaz.
Não há de se apaixonar. Há de ser o cavaleiro solitário.
Prometes que vais guardar o meu lugar?




"Num dia desses, num desses encontros casuais, talvez a gente se encontre, talvez a gente encontre explicação. Num dia desses, num desses encontros casuais, talvez eu diga, minha amiga, pra ser sincero, prazer em vê-la até mais...
Nós dois temos os mesmos defeitos, sabemos tudo a nosso respeito,
Somos suspeitos de um crime perfeito, mas crimes perfeitos não deixam suspeitos..."
[Engenheiros]

sexta-feira, 20 de março de 2009

[Evil_ Interpol]

Rosemary
Heaven restores you in life
Coming with me
Through the aging, the fearing and the strife

It's the smiling on the package
It's the faces in the sand
It's the thought that holds you upwards
Embracing me with two hands

Right, we'll take you places
Yeah maybe to the beach
When your friends they do come crying
Tell them now your pleasure's set upon slow-release

Hey wait
Great smile
Sensitive to faith not
Denial
But hey whose on trial?

It took a life span
With no cellmate
The long way back
Sandy why can't we look the other way?

He speaks about travel
Yeah, we think about the land
We smile like all peoples
Feeling real tan

I can take you places
Do you need a new man?
Wipe the pollen from the faces
Make revision to a dream while you wait in the van

Hey wait
Great smile
Sensitive to faith not
Denial
But hey whose on trial?

It took a life spent
With no cellmate
To find a long way back
Sandy why can't we look the other way?
You're weightless, you are exotic
You need something for which to care
Sandy why can't we look the other way?

Leave some shards under the belly
Lay some grease inside my hand
It's a sentimental jury
And the makings of a good plan
You've come to love me nightly
Yeah, you come to hold me tight
Is this motion everlasting
Or do shutters pass in the night?

Rosemary
Oh heaven restores you in life
I spent a lifespan with no cellmate
The long way back
Sandy why can't we look the other way?
You're weightless, semi-erotic
You need someone to take you there
Sandy why can't we look the other way?
Why can't we just play the other game?
Why can't we just look the other way?


[Porque ela anda me perseguindo...!+(]

quinta-feira, 19 de março de 2009

Levei 7 anos pra descobrir o nome dessa canção!
Mas valeu a pena, porque ela é PERFECT!+)

Poema _ Ney Matogrosso
(Letra: Cazuza/Frejat).



Eu hoje tive um pesadelo e levantei atento, a tempo
Eu acordei com medo e procurei no escuro
Alguém com seu carinho e lembrei de um tempo
Porque o passado me traz uma lembrança
Do tempo que eu era criança
E o medo era motivo de choro
Desculpa pra um abraço ou um consolo
Hoje eu acordei com medo mas não chorei
Nem reclamei abrigo
Do escuro eu via um infinito sem presente
Passado ou futuro
Senti um abraço forte, já não era medo
Era uma coisa sua que ficou em mim, que não tem fim
De repente a gente vê que perdeu
Ou está perdendo alguma coisa
Morna e ingênua
Que vai ficando no caminho
Que é escuro e frio mas também bonito
Porque é iluminado
Pela beleza do que aconteceu
Há minutos atrás

É...Às vezes nem me parece que passou tanto tempo assim. Talvez eu ainda esteja na sala, esperando você chegar com umas rosas murchas, se desculpando pelo longo atraso. Ora, talvez os carros não lhe permitiram passar. Talvez a chuva tenha lhe impedido de atravessar...
Talvez você volte com uma boa desculpa, ou com uma carta curta, que me faça reclinar.
Pode ser que você venha me buscar numa tarde semi escura, com uns trocados, e com a cabeça na lua. Pode ser que você suma no vento. Mas que ele sopre pro meu lar, pro meu ar, pro meu aconchego.
E que venha lento. Que possa deleitar-me com pequenos sentires.
E que se prove nessa distância breve.
Talvez você escute aquela canção e mesmo com o peito esfacelado, pense.
Ou talvez você encontre nessa fumaça de cigarro, o meu pouco.
Eu estarei nessa dose, nessa estrada que te leva pra longe.
Talvez você repita. Talvez você omita.
Talvez você presinta!
Talvez você limpe do teu olfato meu cheiro.
Talvez rasgue as fotografias em forma de desespero.
Talvez com esse terno negro, sorri para não desfalecer.

Pode ser que você não há de ter aprendido a ser solitário
E aceitar somente os retalhos.
Talvez você se arrependa. Talvez você volte à mesa.
Talvez você enlouqueça. Talvez você saia à francesa.
Ou pode ser que você em seu auge de romantismo lacônico e desmemoriado,
Pegue minha mão e me faça saltar.
Você me ensinou que de nada valem as palavras, mediante a atitudes cegas.
[Amo.!]

Mente Demente!

Quis tanto pensar. Aquilo que se eterniza. As palavras com combinações supremas. Mas quando tanto se busca a perfeição, há de se concretizar apenas o idealismo do belo.
Mas há de se entender a poesia? O poeta se incriminaria?
Não sei como escrever algo que não há em mim. Não há como separar a obra do poeta. Nem o poeta de sua obra. Eles se fundem, se mesclam, se completam. O poeta não vive sem sua poesia, mas a poesia, ahhhh, essa sim, que viva sem o poeta. Que sobreviva na melodia do cancioneiro, no pensar do namoradeiro.
Eles são minhas janelas para o mundo. Meus olhos em meio ao furacão, aos distúrbios.
O grito, o apelo.!
Cada dia torna-se mais inescrupuloso existir.É apenas um ciclo doente de atividades que não levam a lugar algum. É uma noite longa e escura.
E dentre a esses pequenos prazeres, esses falsetes, estamos aqui.!
Com nosso egoísmo socializado,
Com nossas partículas de entusiasmo,
Com nosso arquivo intocado,
Com nossas vitrines de alusões.
Com nosso ânimo anêmico.
Marchando em direção ao ganha pão.
Um lugar ao Sol aonde possa se queimar.
A um milésimo de segundo do topo.
A um triz de vender seu desgosto.
Não há sentidos em meus sentidos.
Escrevo apenas pra amenizar a dor.
E que eles não se propaguem.
Que morram no instante, em que forem escritos.
Que se auto destruam no momento que forem mais que pensamentos...
{Por Amanda}

quarta-feira, 18 de março de 2009

[Urbanóides, Urbanóias]

19:45 - 20:38 - Chuva, ponto de ônibus.
20:39 - 21:26 - Usp, Vital Brasil a pé.
21:27 - 22:31 - Metrô Santa Cruz.
[Orelhões quebrados e sem celular.]
22:40 - 11:09 - Metrô Belém, um quase assalto.
11:15 - 11:20 - Carro com meu pai ensurnando e ultrapassando todos os carros numa velocidade jovial e irresponsável.
Isso porque estava sem tabaco, sem guarda-chuvas e sem blusa.!
Ahhhhhhh...!Um monte de gente sem rosto, sem gosto, sem um mínimo de senso!
Munidos de sua ignorância fétida!
201 km de congestionamento as 19:27!
Inacreditável!+(
E as 16:00, já 6 pontos de alagamento.!
É, eu fiquei no F5 a tarde toda no site da CET!
E mesmo assim...Uma caixinha de surpresas [contendo somente doces mofados]
Voltar pra casa foi um SAGA!Mas estou aqui sã e salva!
Ufaaaaaaa...!Precisava desabafar isso..Eu fiquei PUTA!Tsc, tsc!
+(

terça-feira, 17 de março de 2009

[Luxúria - Feita de Papel]

segunda-feira, 16 de março de 2009

[Cólica e Melancolia]

OOOOOO, italianinho mooquence com cara de turrão. Com esse cabelo de Pete Doherty e essa personalidade de Ian. Mesclada à inquietude de Sid. E um "q" de Casablancas.
Mas somente ele suja milhões de talheres para cozinhar. E toma banho por horas a fio.
Ele não sabe falar ao telefone. Nem ser cordial com estranhos. Mas sabe fazer biquinho quando quer atenção. Nunca perde a paciência no trânsito. E tem a mania de mudar a cor do rádio interruptamente.
Nunca arrumou sua própria cama [ acha desnecessário porque há de desarrumar novamente]. Odeia acordar cedo e atender ligações na chácara.
Ama Garopaba e ciclídeos.
Danças descoordenadas, poker, ficar sozinho.
Piteiras, narguile, Red Label.
Odeia água fria, monotonia.
Ama carros vermelhos e Joy Division.
Abomina política e falsos conceitos.
Adora humor negro, cinema sangrento.
Odeia ser invadido, persuadido.
Odeia caminhadas, luz acesa ou TV ligada ao dormir.
Odeia também tomar café da manhã, e pedir informações sobre os caminhos. Prefere se perder na cidade, ou fazer aquele mesmo trajeto de voltar para a rua de casa e assim prosseguir.
Odeia não saber assobiar, odeia parecer sensível.
Odeia ser saudável, notável.
Ama carícias na nuca. E não adianta, ele não tem cócegas alguma.!+(
Adora bocejar e tocar profundamente.
Odeia quando seus "pertences tecnológicos" fundem sua cabeça.
Odeia ser perturbado, manipulado, ignorado.
Ama Fernando Pessoa e Donnie Darko.
Smiths, The Sopranos, o White Album.
Odeia azeitona, ervilha, soja e todos derivados de 'vegetarianismo'.
Odeia beber água, e odeia cerveja.
Ama animais, fotos passionais.
Guitarras, vídeo games, acordar depois do meio dia.
Pimenta, Malboro Red, meias limpas, camisetas com cores desbotadas.[vintage]
Odeia seu aniversário, festas de família, cortejo funerário.
Ama placas de retorno, e odeia dias de transtorno.
Adora downloads, e Ray ban.
E adora aquela 'pasta' importada que ele passa em suas madeixas.
Ama listerine, e por incrível que pareça PIPOCA com manteiga.
Ama Coca-cola, pizza, e jogos do tricolor.
Maria-mole, e perfumes que inebriam.
Odeia lembranças que cortam e Cindy Lauper.
Ama 'Please kill me' e Requiém.
Ama os laços que se fazem nos abraços.
Ama teus inscritos coloridos na epiderme.
Odeia limpadores de vidros nos faróis e a Dra. M. E...!
Odeia Sol e vertigem.
Ama strogonoff de frango, dormir de conchinha e espontâneas carícias.
Odeia não usar mais sua pedrinha brilhante.
Nem a argola que era parte da "face menino errante".
Odeia lugares lotados e abafados.
Odeia se sentir sufocado.
Ama palhetas e zippo.
Ama suspiros.
Odeia filas e ama respostas sarcásticas, atravessadas.[Vodka com requeijão é um exemplo claro, rs].
*És ângulo obtuso.*
Odeia a imagem, o esteriótipo, a espera pela refeição tão bendita!
Odeia igrejas, crenças, mas tem verdadeira adoração por seus incensos.
Adora ping-pong, mas odeia brincar com a vida de esconde-esconde.
Odeia surpresas e falsos caretas.
Ama gramados e odeia fardados.
Adora Sabotage - Odeia Marley.
Ama aba reta, e controles remoto.
Ama ser evasivo, longínquo, restrito.
Ama regatas e som baixo pra não machucar os tímpanos.
Digitação rápida e livros obscuros de magia.
Odeia fraquejar, desistir, mas adora observar.
Tem um prazer semi-sádico de se limitar.
Adora maionese e sms.
Paredes com cores e cds do Matrix 'reloaded'.
Ama temperos e desassossego.
Roupas da Cavalera e mordidinhas.*-*
Odeia dormir de meias [não é burguês não senhor!]
Odeia barulhos que o perturbam e velhas fofoqueiras de janela.
Ama o proibido, o imoral, o descabido.
Caveiras, rosas, noites intensas.
Estrelas, indústria bélica, anjos tortos.
Lençóis de elástico e venenos lentos.
Odeia gente fútil ou moralmente fodida.
Odeia despedidas, mudança, complexidade.
E bolos de aniversário.
Não gosta de café nem de fé.
Somente ele tem a 'destreza' em falar com os gênios do call center, ou de assobiar desse jeito único.
De trazer acidez á doçura, de expandir horizontes.
De fazer vigília em silêncio, quase mórbido.
De ser seguramente inseguro.
Seu pensar e agir que se confrontam.
Seu ego, seu amor.
Sua mudança de humor.
Suas façanhas, artimanhas.
E essa cabeça dura de mármoreeeeeeeeeeeee!
Desvendei parte de sua alma.
E a ti pertenço.
Inegavelmente.


[Não quero lhe fazer chorar.]
[Não quero lhe fazer sofrer.]
[Quero lhe fazer pensar.]
[Giro o mundo e aqui você está.]
[No paladar.]
[O meu amor não é egoísta. Voa andorinha.]




...

[D]
Somos submetidos a todo instante a fazer escolhas, tomar decisões, sendo algumas fáceis, outras complexas, todas trazendo uma série de conseqüências e responsabilidades. Porém a mais fácil foi compreender a beleza de sua essência, pois quando você se sente a peça faltando em um quebra-cabeças do avesso, e avista sua metade, pouco importa os fatos, o tempo ou o necessário. Quando se é um dos poucos românticos, os sentimentos sobressaem a razão.
Me apaixonar foi fácil, com uma conversa e um olhar, foi o bastante, mas a minha escolha foi TE FAZER FELIZ DESTE INSTANTE ATÉ O FIM DA MINHA VIDA.

[A]
Estar ao seu lado não é apenas bom, se tornou necessário como qualquer outro vício.
O seu cheiro entorpece numa ânsia de carícias e beijos, esses, o pior dos vícios. Doce e quente, tocam-se os lábios mas é só compreendido no coração.
QUANTA SAUDADE PODE HAVER EM UM SUSPIRO?




[DvD PP]

domingo, 15 de março de 2009

[Vaca Profana - Gal Costa]

Respeito muito minhas lágrimas
Mas ainda mais minha risada
Inscrevo, assim, minhas palavras
Na voz de uma mulher sagrada
Vaca profana, põe teus cornos
Pra fora e acima da manada
Vaca profana, põe teus cornos
Pra fora e acima da man...
Dona das divinas tetas
Derrama o leite bom na minha cara
E o leite mau na cara dos caretas

Segue a "movida madrileña"
Também te mata barcelona
Napoli, pino, pi, pau, punks
Picassos movem-se por londres
Bahia, onipresentemente
Rio e belíssimo horizonte
Bahia, onipresentemente
Rio e belíssimo horiz...
Vaca de divinas tetas
La leche buena toda en mi garganta
La mala leche para los "puretas"

Quero que pinte um amor bethânia
Stevie wonder, andaluz
Mas do que tive em tel aviv
Perto do mar, longe da cruz
Mas em composição cubista
Meu mundo thelonius monk`s blues
Mas em composição cubista
Meu mundo thelonius monk`s...
Dona das divinas tetas
Quero teu leite todo em minha alma
Nada de leite para os caretas


Sou tímido e espalhafatoso
Torre traçada por Gaudi
São paulo é como o mundo todo
No mundo, um grande amor perdi
Caretas de paris e new york
Sem mágoas, estamos aí
Caretas de paris e new york
Sem mágoas estamos a...

Vaca das divinas tetas
Teu bom só para o oco, minha falta
E o resto inunde as almas dos caretas

Mas eu também sei ser careta
De perto, ninguém é normal
Às vezes, segue em linha reta
A vida, que é "meu bem, meu mal"
No mais, as "ramblas" do planeta
"orchta de chufa, si us plau"
No mais, as "ramblas" do planeta
"orchta de chufa, si us...

Deusa de assombrosas tetas
Gotas de leite bom na minha cara
Chuva do mesmo bom sobre os caretas...

sábado, 14 de março de 2009

Eu falei pra você pensar melhor
Se toca, se manca
Não me constranja com papo de dó
Se liga e levanta

Perdi o sono, a paz, a culpa
Meu amor, sua sina
Você enfiou seus pés numa jaca
Cinderela compulsiva


Será que você ainda gosta de mim ?
(não tem vergonha na cara)
Será que você ainda se gosta enfim ?
(não tem migalha na lata)
Da vida vai apanhar

Minha boca te beija em compaixão
Minha saliva te queima
Quebrou a casa e deu nosso cão
Numa esperança mimada

Não se vendeu, pôs placa de aluga
Seu prazer sanguessuga
Você entrou numa rua vazia
Sem perguntar a saída.


[Luxúria - Cinderela Compulsiva.]

sexta-feira, 13 de março de 2009

[Ensinamentos do dia]

[Há hoje em dia, três categorias de mulheres:
Viciadas,
Vadias,
E Vadias Viciadas.]
[Eu to no hall das estranhas]
[Que não importa seus feitos benéficos. Serás subjulgado pela cagada que fez.]
[Que palavras são apenas palavras.]
[Que os preços devem ser pagos, SEMPRE!]



[Soft in the Lagonn...rs.!]

[Vai - Ana Carolina]

Espera aí!
Nem vem com essa história
Eu nem quero ouvir
Não dá pra te esquecer agora
Como assim?
'Cê disse que me amava tanto ontem
Eu juro que ouvi

Calma aí!
Que diabo você tá dizendo agora?
Que onda é essa de outro lance pra viver?
Você nem pode tá falando sério...
Vivi pra você
Morri pra você

Pois então vai!
A porta esteve aberta o tempo todo
Sai!
Quem tá lhe segurando?
Você sabe voar

Pois então vai!
A porta na verdade nem existe
Sai!
O que está esperando?
Você sabe voar

Então tá bom!
É, senta e conta logo tudo devagar
Não minta, não me faça, suportar
Você caindo nesse abismo enorme
Tão fora de mim

Tá legal!
É, e eu faço o quê com a nossa vida genial?
'Cê vai viver pra outra vida e eu fico aqui
Na vida que ficou em minha vida
Tão perto de mim
Tão longe de mim

(Pois então) vai!
A porta esteve aberta o tempo todo
Sai!
Quem tá lhe segurando?
Você sabe voar

(Pois então) vai!
A porta na verdade nem existe
Sai!
O que está esperando?
Você sabe voar
De volta pra mim
De volta pra mim...



[Cores de Frida Kahlo, Cores]




[E eu vou ficar MORENA!Tenho ditoooo!]

[As rosas não liberam excrementos]

Eu percebo...Este olhar opaco, essa falta de vontade em lutar...Passam-se dias, meses.!E a cada girar desse ponteiro, desse relógio maluco, parece mais longe de se concretizar o subjetivo. O triste fim do último capítulo.
Porque antes eram injeções de sonho...E agora, só restaram agulhadas de tédio e melancolia. "As ruas são somente ruas".
E o vento soprou feito tempestade. E tudo levou consigo.
Aguardemos a morte súbita ou ainda há um último suspiro?
Derrapei em tuas curvas...E aqueci esse coração de pedregulho gélido.Afinal, estes quando se revelam são os românticos mais ferrenhos. Aqueles que oferecem o mundo numa caixa de coração com pirulitos. Ou uma dose de si, em um vidro.
Que escrevem cartas com letra de forma, que fazem biquinhos, feito criança.Que seguram as mãos com força. Que lutam diariamente contra sua sensibilidade, pois de certa forma, julgam isso como fraqueza.
Mas sua franqueza está nos olhos. Explode em tua face.
Relutemos mais uma vez o inevitável, o permitido.
E o ponteiro dá mais uma volta.
Acabou mais um dia.
De palavras vazias. De amor que se proclama. Mas que não se toca.
Ele ressoa...Nas almas aflitas, na vida sem graça,felicidade comprada, propaganda de margarina.!

quinta-feira, 12 de março de 2009

[A beleza das fotos está nos olhos de quem as tira]

quarta-feira, 11 de março de 2009

[Walking Away - She Wants Revenge]

I feel her slipping away
I've done the best that I can
There's nothing more left to say,
Well, it's over.
I call her friend for advice
She says, "I'm sorry"
I ask what she means,
She says she told her we broke up.

Why am I the last to know my fate?
I take a deep breath and call her,
I can no longer wait.
But it goes straight to message
And I'm deep in the zone,
'cause it's 12:45 and you said you were home.

I don't know what you'd hide from me
All those times you said you'd die for me.

Don't turn your back on me
Don't go walking away
Maybe you and I weren't meant to me
But don't go walking away.

I'll make it easy for you
And say the things that you can't
I know we're growing apart but it's alright.
Told you that this day would come
And you'd go off on your own
So don't you get second thoughts
'Cause the deal's done.
I try to be the bigger man and let go
But suddenly I start to wonder if there's more to the story.
It doesn't matter either way in the end
Because you'll fall in love again
And there were others before me.
Still it's so hard to say goodbye
But it's even worse to live a lie.

Don't turn your back on me
Don't go walking away
Maybe you and I weren't meant to me
But don't go walking away.
Don't turn your back on me
Don't go walking away
Maybe you and I weren't meant to me
But don't go walking away.
Don't go walking away.
Don't go walking away

terça-feira, 10 de março de 2009

Vamos dignificar os sociopatas...Vamos elucidar a contravenção,
A propina, a barganha, a colonização.
Vamos disseminar a frieza, a inconsciência, a prepotência.
Vamos erguer as bandeiras em festa poética.
Disseminar o roto das almas. Diluir o que resta da calma.
Sacrificar o timbre da luta.
Da memória.
Faz parte do fajuto.
Do paupérrimo...ABSOLUTO!
De grãos de espera intermitentes.
De estampidos, de agonia, frases vazias.
Vamos batizar a cegueira, a bandeja de carne fresca.Seca.Sórdida.
E banalizar emoção, reação, situação, solução.
Brindem com as vísceras.
Difamem, profanem, ocultem!!!
Neste banquete de lixo.
De encantos sugados,
De fim demarcado.
De imensos fracassos.
Sou aquilo entre tua glória e tua redoma.
Sou aquilo entre as pontes, fontes, montes. O meio do nada.
Sou aquilo entre o desapego e o DESASSOSSEGO!
Sou aquilo entre transversais, diagonais, plurais.
Sou aquilo entre eu e o tempo que se desfaz,
Feito balão no céu de emaranhado de ondas.


[Por Amanda]





[Pete]

[89.7]

[Diga sim pra mim]
[Românticos]
[Pelo menos nessa noite]
[Vaca profana]
[Ainda é cedo]
[O dia em que a terra parou]
[Esse carro que não quer mais pegar,Essa noite que não quer terminar...!]
[E eu que também não sei aonde estou, pra mim que tudo era SAUDADE, agora SEJA LÁ O QUE FOR...!]

*Sorrindo, demasiado sentimentalóide*
Odeio as novas regras ortográficassss.!ODEIOOOOOOOO! tsc, tsc!
E atravessar a cidade, sem ter de ouvir seus ruídos enlouquecedores, é MUITOOOOO melhor!!!!*_*



Viciada em Música popular brasileira...!Ou seja lá o que isso signifique!
[Closer AGAIN!]

domingo, 8 de março de 2009


[Kiwi]

Cadê meu "t"?

Durante muito tempo eu construí uma história em cima de um castelo destruído
E pra fugir dessa realidade dura eu já encontrei mais de mil motivos
Agora essas palavras de pessoas santas parecem música nos meus ouvidos
Já que ficou quase insuportável ouvir a voz dos meus olhos aflitos

De tanto chorar depois que a festa acabar
Se eu não me matar, talvez eu peça ajuda para voltar
De um lugar da onde despenquei feito um anjo que morreu de raiva
Na queda eu me despedacei mas eu já me permito mudar

Eu olhei ao meu redor para reconstruir o meu castelo caído
Pra viver de bons momentos sem ter que ter os olhos escondidos
Já fiz até um testamento que não tem nada, nada, nada escrito
Já que a minha maior herança é a que eu vou levar comigo

Pra evoluir, depois que o terror passar
Se eu não suportar talvez eu peça ajuda pra voltar
De um lugar da onde despenquei feito um anjo que morreu de raiva
Na queda eu me despedacei mas eu já me permito mudar

Esse meu ódio é...
Meu ódio ééé...
O veneno que eu tomo querendo que o outro morra!

Querendo que o outro morra!
[Luxúria - Ódio.!]

sexta-feira, 6 de março de 2009


Cover: Dorothea Lange, Ruby from Tennessee,
daughter of migrant worker living in American River camp
near Sacramento, November 1936

Vê, com teus olhos semi-despertos,
essa vastidão de um mundo triste,
dolorido, repleto de amarguras.
Sente com esse olfato que é só perfume,
o odor do Mal a destruir sua consciência.
Ideais, mau cheiro da vida humana!
Tuas mãos apenas começam
a sentir do ferro a rude dor
que teu corpo sofrerá se desistires.
Há bem pouco o fel amargou a boca
e já tuas faces sofrem seus castigos.
Que doce o mel que te inundava a gosto!
Ama, se a felicidade quiseres,
ama a mim, pois a ti pertenço,
ainda que nada nos una, nada nos separa!
Ouve: amo-te, desejo-te, moça!
Que importa se já correu meu rio,
se às águas tisnadas fizeste pescar?
Ouve: amo-te, desejo-te, moça!
Que importa a ti se te dou meu mundo,
se vivo agora, depois da morte?
É isso querida, que querem meus sentidos.
Se sou louco, pouco importa!
Vivo a vida coração!
Vivo enfim o após-morte!
[Francisco Garcia]

quinta-feira, 5 de março de 2009

[Sebastião Salgado]

[Amanhã ou Depois - Nenhum de nós]

Andiamo dopo una amichevole conversazione

è stato per il bene, che è stata una partenza

Andiamo dopo lo scambio di affetto

Lasciare che la routine è stato il nostro modo

Andiamo, dopo la ricerca di un riparo

Non riescono a vedere noi che non ha alcun senso



Domani o dopo, allora qualunque

non è mai più ... mai



Abbiamo potuto sentire quello che abbiamo sentito

portando a colori al nostro giorno per giorno

Dobbiamo dire ciò che abbiamo detto

Si terrà conto della gioia

Noi fuga attraverso le nostre dita

La possibilità di mantenere la nostra vita insieme



Domani o dopo, allora qualunque

non è mai più ... mai

quarta-feira, 4 de março de 2009

[Estamos sempre aonde nos colocamos]

Hey honey...Já te disse, não sou vávula de escape, nem estepe.Não sou espera, não sou casual.Não sou os frangalhos de uma boneca.
Mereço mais que meios amores e meias medidas.
Mais do que infinitas partidas.

terça-feira, 3 de março de 2009

[Por isso mãe, só me acorda quando o Sol tiver se posto, e eu quero ver meu rosto antes de anoitecer...Pois agora lá fora, São Paulo, é uma ilha..]

Não adianta disfarçar...!Eu conheço esse olhar baixo, essas lágrimas discretas...
Mãe, já te disse milhões de vezes que eu não estou conseguindo...
*Exaustão*
Mas compreendo seu esforço para reverter tudo isso.Carregaste por nove meses em teu ventre minha vida.Foi em ti que habitei...Antes,antes de tudo, quando fazia um pouco mais de sentido.
*Sorrindo*
Me alimenta com tua exatidão torta. No fim, terás a verdade!
[Direi que tens sempre razão. E sempre tem, afinal.]
Teu beijo em minha face. És fortaleza.Não fraquejou perante seus imensos problemas.
*tropeços, erros*
Repintou os quadros da Galeria.Permitiu que adrentram-se as novas obras.Abriu mão de alguma antigas.E fez-se do modo mais singelo, mais honesto.
*Tenho orgulho, confesso*.
A condição em me amar, foi apenas libertar aquilo que sempre fui.
Ela quer sorriso estampado no rosto, ela quer satisfação, redenção.
[Ela quer me fazer enxergar o que minhas retinas cegas desapercebem...]
Quero o seu colo, seu consolo, sua imensa tristeza revertida em mudança, esperança...
Não quero sucumbir sem segurar suas mãos.
[ O teu amor por mim é sim, imensurável, eterno, incondicional, e até brutal.]
Porque não aceitas meu fracasso e descaso.Meu ânimo indo para o abatedouro.
"Tem pessoas que fazem do Sol uma pequena mancha amarela.E há quem faça de uma simples mancha amarela seu Sol.."Já diria ela, com aquele jeitinho de menina mulher, de propriedade naquilo que diz.
*ela me acaricia o rosto, me olha com aquela carinha...e Diz que vai passar...E diz pra acreditar*.
Ela comemora minhas escolhas.
Ela me reergue desse cair eterno.
Ela busca as respostas comigo.
Ela me acorda sempre brava.Mas não há mais ninguém que me ame sem exigir NADA e troca.Nem explicações.
A gente senta, fuma um cigarro.
[E por incrível que pareça ela se viciou no do menta por minha causa...rs]
Sorrimos feito meninas no parque, no gira-gira.Amarelinha, troca de figurinhas.
E ela tudo sabe. E remove de mim aquilo que sabes que me mata.
As mães são bruxas, muito, muito sábias.
[Descubra teu valor que vai além de toda essa dor]
Prosseguimos em um útero eterno.De proteção.
Só ela pra compreender essa aflição que não tem nome.
Ela sim, até o Inferno seguiria.
[Vc é minha voz da consciência, minha violeta, minha gargalhada com tua piadas.|Tuas gírias, tua forma só tua]
Passou a mim os genes da ironia, da dúvida, da insegurança...Mas também do "Sacode a poeira, e siga..."Sem olhar pra trás."JAmais!
[Mais ai já vem o pranto, o desencanto do vale das sombras.]
Até amanhã me despertar com mais um beijo de esquimó, mais um plano, mais um sonho, mais um sopro de sair da mesmice.
Sou categórica demais. Queria ter poder pra lhe dar o caminhos de pétalas que preparei.
Seu vestido majestoso." E só de pensar em te perder um por um segundo.Eu sei que isso é o fim do mundo".
Sonho na inquietude da tua alma.
*reformulada*
Priorizar quem lhe trata como opção, distração.
Ela tem o manual de sobrevivência.Ela tudo sabe.
Etiqueta, humor, destreza, intelectualidade, extrema beleza.

Ela é aquela tipo, irremediavelmente romântica. e insane.
Ela, a Diva mor para sempre!
*Lágrimas*
"Tudo que temos são as sensações". O resto é um ócio dispensável.
ELa opina na maquiagem, ouve nossas bobagens juvenis...E interage.Ultrapassa os limites da idade, de vontades.
E é sempre tão fechada para o universo que me assusta.
Dona M, revele-se, Como uma flor que desabrocha.Porque é o ciclo. Saia de estafa da tortura.
Vocé é meu chantilly com morango...!*-*
E to totalmente Rivotrilzada e Rohpynolzada e nadd mais quero escrever!
[O câmbio desligou sozinho.]





................
[Pra começar, Ana carolina]
Pior dia da vida...ou um dos piores...}
+(

segunda-feira, 2 de março de 2009

[Incondicional=Obssessivo.]
[Dialetos que desconheço.]
[3 almas magníficas, surreais...(C.C.B).]
[Meu tricolor perdeu!!!!!!!!!!!!!!!!!]
[Sexta = Cadeiras cativas.]
[Sábado = Cadeiras cativas.]
[Back on the chaing Specialll!]
[She Wants]
[To dodói....+(]
[Sua voz me faz tremer.]
[Carro que não pega, shorts rasgadossss...Looooserrr!rs]
[Quais são as cores, e as coisas pra te prender?]
[Sou diplomática, apenas!E a vezes nem isso!]
[Momentos inesperados, gente querida!]
[E insônia again,again e again!]
[Amanhã tem entrevista!!!o.O]
["A esperança é um urubu pintado de verde", já dizia minha amiga...]
["Posso perder minha mãe, meu homem, desde que eu tenha o meu rockn'roll", já diria a outra.]
["Quero tocar esse céu, da tua bola estrelada", eu pensaria.]
[Teimosa, birrenta, incontrolavelmente histérica.Eu só faço merda!_ I'm So sorry...!I Lov USSSS...+(]
[Vou mudar de "eu" e já volto!Quero alguma coisa mais roxa!]
[Câmbio desligo!]

Ausência _ Vinícius de Moraes


Eu deixarei que morra em mim o desejo de amar os teus olhos que são doces
Porque nada te poderei dar senão a mágoa de me veres eternamente exausto.
No entanto a tua presença é qualquer coisa como a luz e a vida
E eu sinto que em meu gesto existe o teu gesto e em minha voz a tua voz.
Não te quero ter porque em meu ser tudo estaria terminado.
Quero só que surjas em mim como a fé nos desesperados
Para que eu possa levar uma gota de orvalho nesta terra amaldiçoada
Que ficou sobre a minha carne como nódoa do passado.
Eu deixarei... tu irás e encostarás a tua face em outra face.
Teus dedos enlaçarão outros dedos e tu desabrocharás para a madrugada.
Mas tu não saberás que quem te colheu fui eu, porque eu fui o grande íntimo da noite.
Porque eu encostei minha face na face da noite e ouvi a tua fala amorosa.
Porque meus dedos enlaçaram os dedos da névoa suspensos no espaço.
E eu trouxe até mim a misteriosa essência do teu abandono desordenado.
Eu ficarei só como os veleiros nos pontos silenciosos.
Mas eu te possuirei como ninguém porque poderei partir.
E todas as lamentações do mar, do vento, do céu, das aves, das estrelas.
Serão a tua voz presente, a tua voz ausente, a tua voz serenizada.

Fonte: (Antologia Poética)

[O resgate]


Estou lhe dizendo...Puxei a maldita corda, e esse paraquedas não abre...Estou caindo, cada vez mais rápido...E não posso evitar...No abismo do mundo, irei me soterrar.
O avião está caindo...As máscaras de oxigênio não...É preciso um momento intenso, de vida, antes da morte fatal e talvez em vão?
Parei na pista...Me desfiz no asfalto.
Sou o alvo.
Respiração boca a boca, desfibrilador...
Sopre para que eu sinta, se há algo além do meu corpo, por aqui...
POR FAVOR?

*-*.+(