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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Feridas entre as artérias...

Modéstia minha achar...
Que poderias levantar vôo,
Passar desapercebido, sem pouso.
Remar sem porto,
Descer na outra estação.
Pobre de mim, ao pensar,
Que longe de ti, conseguiria respirar.
Ofegante, itinerante,
Estranhamente é onde posso me perder e me encontrar.
Faz parte do alicerce,
Do néctar daquilo que desconhecem.
De face límpida,
De armas banidas.
De um toque que aquece,
Enlouquece,
Me azucrina.
Por que há de ser tão longínqua,
As feridas entre as artérias?
Por que há de ter essa dormência afetiva?
Destrutiva.
Consumo-me entre cigarros e preenchimentos de espaços.
Não quero NUNCA a metade.
Metades são tediosas,
São pavorosas.!
Meio termo,
Meio gay,
Meio grávida,
Meio confuso,
Meio campo,
Meio esperto,
Meio incorreto,
Meio andrógeno,
Meio suspeito,
Meio junto,
Meio separados,
Meio subversivos.
Meio = Estar entre.
Deixe escapar essa verdade logo de uma vez,
Não, ninguém está ouvindo,
Não retoque essa velha tela,
Renove sua galeria,
Permita que o novo quadro adentre, permaneça...
SINTA!
Esse pensamento fixo,
Que viaja pela corrente sanguínea,
Feito vírus, epidemia.

Nós dois sabemos aonde deveríamos estar...
Naquela praia, naquela noite,
Na insanidade juvenil,
De querermos casar...

[Aniversário - Gift = Absolut!]
[Camila linda]
[Saudade]
...


[Se hoje sem você eu sofro tanto, tens do meu pranto, a certeza de um amor...]