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quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Dor, verdade e uma porção de sentimentos sem nome!

Reergam as muralhas...Da China e de Berlim...
Presságios...Sonhos desfacelados...
Eu vi a cara da morte, em pesadelos sem fim.
Na rebeldia de viver mais um dia,
Na insistência, quase que bandida,
Na incerteza meramente ilustrativa,
Nessa face boba de menina,
Essa explosão de sentidos.

Percorro os trajetos de mim mesma,
Mergulho na morbidez da falta,
Afundo na rotina do vazio.
Me transporto para a utopia,
E transbordo na imaginação, na ilusão,
Aonde entrelaçamos mãos,
Onde do riso, se fez canção,
Poesia, pé do ouvido,
Caminhos seguidos pelo coração.

Segue tua sina, distante assim da minha,
Eu aguardo, e guardo,
No olhar, até você virar a esquina.
Ouvirás minha voz quase muda,
Num tempo de amor dormente e angústia,
Soprei o teu perfume, ao meu alcance junto à dor.
Refugio-me em frases tortas,
Em meu POLIpolarismo descontrolado,
Em momentos paralisados e iluminados,
Em fragmentos de afeto,
Em memórias congeladas, eternizadas.

Por onde andaria, o carro vermelho,
A boca “Amanda”, minha?
São espaços, apenas traços,
De quem um dia simplesmente, sorriu.
Nesta face mascarada, sobreponho feito guerreira.
Caminho pela chuva.
A água não me assusta.
Dissolve minha inquietação.

A madrugada grita e corre.
Escoa entre meus dedos e os lampejos do sentir.
Como se nomeia essa agonia?
Da espera, da fragrância, da melodia?

Amanda

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