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sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

As vezes uso minha máscara de felicidade!

Todos lhe dizem, lhe questionam, lhe aprisionam.
Sabem de ti, aquilo que mal desvendou.
Subjulgam, explodem, execram.
Manipulam, intitulam, desprezam.
Secura em olhares, frieza em suas frases.
Quero distância da distância.


Polipolares, escolhas célebres.
São tortos seus olhares,
São longos seus passos em direção ao precipício,
Longe de mim.

Qual é o gosto do irreal?
Quando o sonho se torna pesadelo infernal?
Meias palavras,
Meias verdades.
Pura vaidade.

Ignorando meus sentidos,
Invadindo meu organismo,
Manipulando meus conceitos,
Aniquilando meus preceitos...

Vá em busca dessa verdade nula,
inexta, superficial e impura.
Manche sua essência com prazeres instantâneos.

Viva a morbidez que é despertar ao lado de um corpo estranho.
De se embebedar, feito insâno.
De cortar a dor na carne, que pulsa nas artérias.
Ou de defrontar a vida, feito menino trapezista.

O som ensurdece a dor.
E os calos no meio do peito, predestinados, demarcados.
Deixe o dia raiar, e esqueça esse dissabor.
Não há nada melhor,
Do que viver sem priorizar o sentimento avassalador, "amor".

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

"A caixa de Pandora é uma expressão muito utilizada quando se quer fazer referência a algo que gera curiosidade, mas que é melhor não ser revelado ou estudado, sob pena de se vir a mostrar algo terrível, que possa fugir de controle. Esta expressão vem do mito grego, que conta sobre a caixa que foi enviada com Pandora a Epimeteu."

Da cor púpura.


quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Sol cor de noite

A sua casa era fria. As paredes pareciam sufocar minha alma. Teu carpete cor salmão, tuas cortinas envelhecidas....Tudo era morbidez.Porém, teu quarto era o refúgio.Continha tudo aquilo que precisávamos. A colcha de retalhos, a cama macia, a fragrância de velas e incensos.
As pétalas de rosas, espalhadas pelo chão. Teu corpo ficava ainda mais belo, com apenas o iluminar do teus olhos. Estes, frágeis e infantis, guardavam o peso dos anos, e a imaturidade destes, não serem bem vividos.
Tua insanidade era algo assustador. Por vezes enlouquecida, mandava-me embora.Mas jamais poderia deixá-la...Era tão só, que as taças de champagne estavam empoeiradas na cristaleira século XVI...
Como sua jovialidade doce, a transformara agora em amargura.Era hipocondríaca, psicótica, obsessiva. E seu desespero, afligia-me, seu pranto clamava por mim.Tuas mãos arranhando a face, evidenciava sua impotência.Depois, teu corpo caía, quase desfalecido. Estava exausta!
Eu era como teu anjo protetor. Lembro-me quando fitava os cabelos, e dançávamos pela sala.
Hoje, tua casa é cinzenta, e teu andar tem ausência de graciosidade. Teu sangue, é o féu.
Teus belos vestidos, agora corroídos, amarelados, tanto quanto teus sapatos. A ferrugem das janelas e de tuas pernas, as flores do jardim que hoje são ervas daninhas. Tu mataste todas as rosas. E cada espinho fôra cravado para escorrer ou extrair tudo benígno que cultivaste.
O cheiro de éter que agora toma-te o quarto. Minhas mãos chegavam a ficar dormentes, de tanto acarinhar teus cabelos, para velar teu sono.
Talvez o melhor sonho pra ti...
A realidade do presente, confundia-me com o passado que eu desejava profundamente, fatalmente.
E há quem diga, que fui cruel.
Doei minha existência àqueles olhos castanhos melancólicos.
Aquele espírito só e ambíguo. Sutil e avassaladora.
Tua gratidão e descontamento por ser tão dependente de mim.
Tua casa era enfêrma. E me contaminaste fazendo da luz trevas, e sanidade em loucura, pra minha mente sã.

Crer

Creia em palavras sórdidas,
Creia em promessas hipócritas,
Creia em dilemas retóricos,
Creia em terrorismo mental,
Creia em progresso moral.

Creia em gentilezas,
Creia em bons modos à mesa,
Creia em amores de cinema.


Creia na espera,
Creia na mentira certa.
Creia na desculpa varrida.

Creia no fracasso,
Creia no descaso,
Creia no fadado.

Creia na omissão,
Creia na difamação,
Creia na enganação.
Creia na submissão.

Creia na máscara,
Creia na fábula,
Creia na oscilação.

Creia no eterno,
Creia no fraterno,
Creia no sucesso.

Creia em faces angelicais,
Creia em promessas divinais.
Creia em clichês profissionais.

Creia em tentativas,
Creia em alternativas,
Creia em mudanças bruscas,
Creia em verdades absolutas.

Creia, como um pagão, à Deus...

Memórias de uma mente conturbada

Meus olhos relutantes a um sono inexistente.
Alívio imediato, desespero latente.
O prazer que o ódio trás,
E a repulsa que me faz capaz.

Eu lamento pela solidão com seu par.
Eu lamento por carregar, sempre uma sombra em meu pensar.
Eu lamento por sempre andar na contramão,
Ser mais um em um milhão.
Eu lamento por lamentar.

Dúvidas páiram sobre o mar.
O último tango, o suspirar.
O último beijo de afeto,
Que antecede meu esquecimento eterno.

Desamor, rancor.
Marcas doloridas de dias de horror.
A ferida é presente.
Corta, sangra, expurga.
Estranhamente entorpecente.


Lamente-se.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Menino Palito e Garota Fósforo

Menino Palito gostava da Garota Fósforo.
Gostava era pouco:Sua figura esbelta
O deixava louco.
Mas como acender entre eles
A chama da paixão?
Simples.
Foi só seguir seu desejo à risca,
Que ele saiu queimando faísca.
[Tim Burton]

Cárcere

Minha voz histérica,
Cansou de gritos inválidos.
O pecado foi nascer,
a blasfêmia é morrer ou padecer.
Vícios do dia a dia.
Não sei o que querer,
não possuo a sabedoria de escolher.
O melhor a oferecer,
nem sempre é o que se quer receber.
Virtude maléfica,
é meu pensar que me trai.
Palavras soltas,
marcadas por um tempo que não existirá.
Meu sorriso carrega uma sombra de dor.
Sou uma nômade do sentir,
uma ladra de felicidade,
uma homicida de tranquilidade.
Prendam-me, sou ré confessa.
Campo minado, medo da destruição.
Sou prisioneira,
em cárcere privado,
segurança máxima,
impossível libertação.
Cá estou presa,
em versos exdrúxulos,
que teimam em não serem escritos.
Sem direito à visitas,
ou condicional.
Sou eu, crime:
Impossibilidade de amar,
Presídio:um coração partido,
que soluça toda noite,
na penumbra e na exclusão.
Presa pelo meu próprio coração....
Julho/2004

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Madrugada

Nas noites em que tudo se esmurece, se altera de uma forma que a mim, é reconfortante.
Ora, não há ruídos pela casa, posso enfim ouvir o silêncio.
Mas silêncio se ouve?
Se sente.
E nesta calmaria de luzes apagadas, de telefones mudos,
É que se permite escutar o timbre da alma.
Afinada em dó, em dor.
Cortes, holofotes, receituário.
Tarja preta...Da censura, do controle.
Assombrações, ondas que atravessam o estômago.
Mentiras pra si mesmo.
Versos simples, clinicamente, cinicamente, diagnosticada.
Eleve suas doses,
Conteste sua sensatez,
Leia nas palavras pequeninas,
O tal segredo dessa pílula.
A procura da existência perfeita.
Mas quando se acaba a amargura, a descrença,
Acabou-se também, a vida terrena.
Neste silêncio que me glorifica,
A ser menos idealista,
Dessas milhões de promessas não cumpridas.
Quem seria eu, então?

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Dor, verdade e uma porção de sentimentos sem nome!

Reergam as muralhas...Da China e de Berlim...
Presságios...Sonhos desfacelados...
Eu vi a cara da morte, em pesadelos sem fim.
Na rebeldia de viver mais um dia,
Na insistência, quase que bandida,
Na incerteza meramente ilustrativa,
Nessa face boba de menina,
Essa explosão de sentidos.

Percorro os trajetos de mim mesma,
Mergulho na morbidez da falta,
Afundo na rotina do vazio.
Me transporto para a utopia,
E transbordo na imaginação, na ilusão,
Aonde entrelaçamos mãos,
Onde do riso, se fez canção,
Poesia, pé do ouvido,
Caminhos seguidos pelo coração.

Segue tua sina, distante assim da minha,
Eu aguardo, e guardo,
No olhar, até você virar a esquina.
Ouvirás minha voz quase muda,
Num tempo de amor dormente e angústia,
Soprei o teu perfume, ao meu alcance junto à dor.
Refugio-me em frases tortas,
Em meu POLIpolarismo descontrolado,
Em momentos paralisados e iluminados,
Em fragmentos de afeto,
Em memórias congeladas, eternizadas.

Por onde andaria, o carro vermelho,
A boca “Amanda”, minha?
São espaços, apenas traços,
De quem um dia simplesmente, sorriu.
Nesta face mascarada, sobreponho feito guerreira.
Caminho pela chuva.
A água não me assusta.
Dissolve minha inquietação.

A madrugada grita e corre.
Escoa entre meus dedos e os lampejos do sentir.
Como se nomeia essa agonia?
Da espera, da fragrância, da melodia?

Amanda

Fragmentos do Eu _ Por Amanda

Com o decorrer do tempo, você começa a entender que a sua vida não muda da noite para o dia... E´ um processo cíclico sim, porém a monotonia do seu cotidiano irá torná- lo um apático, um acomodado... Você acorda cedo, pega o ônibus lotado, trabalha feito louco e gasta tudo em uma semana... Se quiser ter algo, faz um crediário e se sufoca por toda a vida, mas mesmo assim, terá a tão sonhada TV, seu sofá , e é claro, uma bela estante, onde colocarás livros que jamais vai ler, já que se encontra em um estado infeliz irreversível, onde tirar belas fotos cheia de sorrisos inconsistentes torna-se absurdamente mais importante do que ser alguém de palavras firmes e atitudes únicas... Você começa a perceber que o que separa a genialidade da insensatez é uma linha tênue, quase invisível, o que te leva a crer veementemente que jamais será alguém totalmente normal, de sonhos simples e vontades momentâneas, despretensiosas... Você tem pesadelos absurdamente assustadores, e o pior de tudo, é que quando você acorda, eles continuam a te assombrar constantemente... Você às vezes camufla... Em meio ao caos daqueles que gritam da forma mais muda, que te oferecem as “ pequenas porções de ilusão ” ... Aí você se sente mais humano do que habitualmente... Mas este falso estado de ânimo não perdura... Você volta a ser perseguido pelos maus agouros... Você luta em vão por uma sociedade anêmica e hipócrita... Você vive de joelhos implorando migalhas de afeto e compreensão... Você é démodé... Começa a enxergar um futuro próximo nada promissor... Você está amarrado com os grilhões do consumismo... Você é uma máquina do estado, uma marionete ridícula e insensata... Um perdedor... Aí você começa a perceber que você não vive sem seus sonhos vendidos, que você necessita de dinheiro, roupas que claramente demarquem seu estilo, e uma opinião cheia de concretismo sobre a novela das oito... Você precisa ler os mais vendidos, ir a praia em feriados, tomar cerveja aos domingos... A sua máscara permanece intacta, sem nenhum arranhão somente... Você enxerga fumaça e crescimento vertical... Essa metrópole te sufoca... Não podes mais respirar... Respirar o frescor da liberdade... Aí, me descubro oprimida, deprimida, Homicida, suicida... Sinto um ódio profundo e intenso... Você percebe que não possui mais seus sentidos, nem discernimento... Você busca incessantemente um deus, um demônio, ou uma forma de Poder... Mas não se encontra em si mesmo... Renega sua essência hipervalorizando a aparência... Que se esvai com a despedida da juventude... Você é uma rosa sem fragrância... Você começa a perceber que efetivamente você não fez nada de relevante... Passou a vida toda como coadjuvante, um mero espectador de uma realidade caótica... Eu explodo de dor perante uma manhã ensolarada... Vou me matando lentamente... Dentre meus livros de ideologias perfeitas, de sentimentos confusos, de minha preguiça intermitente, meus longos monólogos sem sentido... Eu piso sobre lixo... Estou imersa a sensações de angústia e melancolia... O mundo é preto, branco e cinza... E os traficantes ideológicos, engravatados, me despertam uma ânsia impregnada... Eu simplesmente deixei de acreditar...Você começa a sentir que os pensamentos mundanos sobrepõem a benfeitoria, que a ganância engole almas, queima retinas, estoura tímpanos... Você percebe-se um fraco, impotente... As mãos castradoras do capitalismo deceparam suas forças... Você é mediocremente levado a crer que está seguro em seu cárcere privado... Você aceitou sem relutar esse cabresto... Modestamente imagina uma existência clichê sem grandes emoções... Envaidece-se com seus bens acumulados... Tornou-se insensível diante da discórdia, do inadmissível... Tornou-se tolo... Tão somente, tolo...

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Pouco de mim!

*Aquariana convicta - sonhadora, libertária...
*Falo muito, muito mesmo, e nem sempre ouço nas mesmas proporções...Sou efusiva!
*Tenho vícios e algumas virtudes...
*Amo crianças e cães...Desconfio sempre de quem diz não gostar!
*"Me ame ou me odeie...O meio termo é que me incomoda...".Não sou coadjuvante vital.
*Se vc pensa q eu ligo se vc fala de mim, pare de se enganar...AGORA!!!
*Amo as pessoas sem enxergar etnia, opção sexual, religião, ou visão política, FODA-SE...
*Sim, eu gosto mto de vodka...
*Compulsiva, as vezes depressiva, mas nunca reprimida...
*Vc me feriu? Eu sou feita de aço, espaços. Reergo as muralhas da China e de Berlim, se for preciso.Eu quero sempre, sempre, mais um pouco.
*6 tattos e 3 piercings!Nunca prometi a mamãe que eu seria a mesma que ela concebeu a esse mundo de imbecis.
*Filha de militante político, escritor e professora de Português...!Tenho base, tenho valores.
*Ser professor é uma arte limitada a poucos... É um dom natural...
*Música é minha maior droga...Um verdadeiro entorpecente para minha alma...
*Frustrações:
Não saber andar de SK8;Não saber tocar violão;Não morar no Sul;
Não ter escrito ainda um livro;Não ter visto show do Nirvana, Raul, Beatles;
Não, eu ainda não tive um filho, nem plantei uma árvore;Não ter tirado carta de motorista;Não ter mais a Bolinha ( a filhinha da Jully);
Não conhecer Cuba;Não ter nascido na década de 60;Não viver em um mundo "habitável";Não ser roteirista,
Não ser superficial e comodista,Não ter meu jardim de rosas vermelhas,
Não ter asas, mas saber qto alto posso voar,Não ter medo da morte...Somente da vida.!
Não ser mais a bonequinha do papai,Não ser quem vai mudar essa realidade do caos,Não ser o alguém que explodirá as amarras, ou o alguém q ficará até o fim.*Manias??Ah inúmeras...*Odeio me sentir pressionada ou oprimida... "Libertè"
*Me cativar??Não pense q tá fácil pra vc não...*Personalidade fortíssima com altos índices de oscilação...Danger!
*Louca??Eu realmente dispenso a sua sanidade...*Amigos reais?Pouquíssimos...*Já cometi os 7 pecados capitais...
*"Penso, logo, existo..."*Tenho 23 anos e me sinto ainda criança, moleca tola...(Síndrome de Peter Pan)..
*Tá com medo? Pq veio?*A parede do meu quarto é lilás sim..!*Os meus poemas não falam de amor...Falam de ódio, desespero...*Sua preocupação fútil me enoja...Quer saber da vida alheia??Assista a Reality Shows grotescos!*Se tiver saco, veja as minhas comunidades...!talvez isso sacie sua necessidade estúpida de não me conhecer e querer saber quem eu sou...*Não sou uma rosa estilo "American's Beautiful". Dá pra notar a diferença entre essência e aparência??*Odeio extremos e verdades absolutas...Detesto mãos suadas, cabelo oleoso, falsas promessas, olhares atravessados, domingo chuvoso, e fanta uva.Abominooo laços em tênis, laços eternos q se desfazem, pista sem espaço, acordar cedo, transporte público, som baixo, guarda chuvas, sapatos de salto, meninas que gritam e que são frescas, e meninos silenciosos.Tenho extrema aversão a brigar com mamãe, deixar a Boo dormir no quintal e não ao meu ladinho, espirros, banheiros de balada, cheiro de escola, cócegas, enjôos, mudanças bruscas na meteorologia.Odeio canetas piloto, pixações de nomes, filmes mudos, pessoas fúteis, e musicais. Carros barulhentos, arranha céus, lembrar nomes de músicas, cerveja quente.Odeio maquiagem do olho q escorre e faz vc parecer uma derrota, a estação da sé, o ódio, o preconceito, o conceito formado.Deixei de crer na ética, na estética, no político e por vezes, até em Deus.Acredito em meus demônios, em meus neurônios, e na minha excentricidade natural.Odeio caras que dizem q vão ligar e somem, odeio tb sumir, por vezes, assim, de repente.Detesto roupas de marca, cabelos raspados, vinho barato e poesia ruim.Falsos abraços, rum, e altura.Detesto qdo me fazem de burra. E insetos...!eca!Odeio areia, pés, e esperar. Odeio a dúvida, a certeza, a dívida, o preço, a condição.Sangue, números de documentos, cachorros molhados, vontade de chorar.Simplesmente não suporto micaretas, concursos de beleza, assuntos de elevador, me perder em são Paulo, vender minhas idéias, me punir, me provar, me aniquilar.Atores da malhação, cortar o cabelo, enganar, forjar. E sentir TÉDIO.Enfim....Odeio quando entra água no nariz, quando a noite acaba, quando o celular está sem bateria, e qdo a pilha da máquina pediu arrego naquele momento crucial a ser eternizado. ODEIO meias verdade e meias pessoas.
Das coisas que amo, e quero pra mim...
Beijos lentos e sinceros, toalhas brancas, copos de vidro, sorrisos estampados, relógios quebrados, Avenida Paulista.Amo praças, botecos, altruísmo, passear com cães e com gente querida, esperta. Curtas metragens, cigarros de menta, Placebo e galeria do Rock.Tenho verdadeira fascinação por jipes vermelhos, céu estrelado, Minas Gerais. Futebol, cozinhar, acampar, escrever e cantar. Mensagens no celular, promessas ao pé do ouvido, olhares marcantes, tequila.
Van Gogh, Picasso, Drummond e Clarice Lispector. Revistas de história, coca-cola, cabelos vermelhos, esperanças que renascem.Numerologia, conversas infinitas, camas de casal, varandas, terapia.
Flores, canções, isqueiros Bic.Bolsas, conchas, cerejas, intensidade, reciprocidade, rímel alongador.
Mãos entrelaçadas, cinema europeu, velocidade. Contra baixo, conta fluxo.Primavera, conquista, surpresa!Cheiro de Sundown, lugares desconhecidos, saudosismos.
Cazuza, semana de arte moderna, história em quadrinhos, rabiscos tolos enquanto fala ao telefone, morrer de amor.Controle remoto, caminhar, divagar, toca discos, vídeo game, frases célebres, ossos.
Maturidade, cinzeiro da Monroe, Kat Von D, meu pai, meu primeiro texto, minha descoberta espiritual.
Amo minha marginalidade, minha rebeldia, minha vontade!Cartas, papéis de bala, caixinhas de cigarro, Grécia, navios, bolinhas de gude, passionalidade.Amo a pressa, a lentidão, o escuro do cinema, o obscuro das almas, me esparramar no sofá.Fotos branco e preto, as fotos da estação Sumaré, os amigos irmãos, pratos fundos e gente profunda.Borboletas, humildade, perseverança, e polainas.Ray ban, férias, beleza de dentro, madrugada, prédios baixos, cara e coragem, unhas pretas e o Artplex.
All Star, cultura indígena, francês.Paixão, Masp, solidariedade, brincos, grama, caveiras.Amo liberdade, vontade, senso de justiça, preguiça, conquista e artistas.Delírios, exageros, falta de limitações, batata frita.Chicletes de melancia, desenhos, disparates.Calças de jeans, intensidade e indecisão.
*Com todo o desprazer, essa é a Amanda...